Credo das Assembleias de Deus no Brasil

Poucos sabem, mas sou cristão pertencente ao corpo espiritual de Cristo como a Igreja Universal onde todos os cristãos ricos ou pobres; negros ou brancos; macho ou fêmea; leigos ou intelectuais e de qualquer nação; idioma ou etnia e tempo são unidos e buscam o mesmo propósito e possuem a mesma missão: Adorar ao Deus Vivo; Criador de todas as coisas e anunciar seu Filho Jesus Cristo, pregando a salvação nEle a todas as pessoas que não possuem conhecimento do Evangelho e da vontade de Deus.

Mas especificamente me converti a Deus em Cristo na Assembleia de Deus em 1999 e até aqui tenho servido a Ele por sua graça e bondade e testifico que gosta dessa denominação sem pregar extremismos religiosos ou fundamentalismo idolátrico fundamentado nesse título. Apenas digo por conhecimento pessoal que é uma igreja abençoada por Deus que tem fundamentos na Palavra e tem compromisso em ensinar a sã doutrina e pregar um autêntico evangelho. Como qualquer outra igreja bem organizada e estruturada ela também possui um credo e neste artigo quero compartilhar com os interessados em conhecer.

Assembleia de Deus


Sua origem nas Assembleias de Deus no Brasil remonta ao ano de 1938, quando o missionário norte-americano Theodoro Stohr, que atuava no interior de São Paulo, na edição do Mensageiro da Paz da segunda quinzena de outubro, p. 2, publicou um artigo traduzido por ele, sob o título “Em que crêem os pentecostais (no evangelho integral)”, onde um “Cremos” foi citado. As razões para a publicação do artigo de Sthor foram as constantes difamações, e as concepções errôneas acerca do movimento pentecostal.

A partir da 1ª edição de junho de 1969, p. 3, o “Cremos” passou a ser publicado no jornal Mensageiro da Paz. Na ocasião, o pastor Alcebíades Pereira de Vasconcelos era o diretor de publicações da CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) e diretor do Mensageiro da Paz, função assumida em 10 de janeiro de 1969, ao substituir o jornalista Emílio Conde.

Credo das Assembleias de Deus do Belém

1. Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29)
2. Na inspiração verbal da Bílbia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão. (2 Tm 3.14-17)

3. Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus. (Is 7.14; Rm 8.34 e At 1.9)

4. Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode restaurá-lo a Deus. (Rm 3.23 e At 3.19)

5. Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus. (Jo 3.3-8)

6. No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor. (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26 e Hb 7.25; 5.9)

7. No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo. (Mt 28.19; Rm 6.1-6 e Cl 2.12)

8. Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo. (Hb 9.14 e 1Pd 1.15)

9. No batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade. (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7)

10. Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade. (1 Co 12.1-12)

11. Na Segunda Vinda premilenial de Cristo, em duas fases distintas. Primeira - invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação; segunda - visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos. (1Ts 4.16. 17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5 e Jd 14)

12. Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo, para receber recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra. (2Co 5.10)

13. No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis. (Ap 20.11-15)

14. E na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis. (Mt 25.46)

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