Cosmos, Criador e o Destino Humano - Prefácio

Por: Dave Hunt

Antes de deixar aqui o prefácio como introdução deste artigo; quero esclarecer que adquiri este livro que aborda temas interessantes a todos os curiosos e gostaria de estar compartilhando com todos os que acompanham os artigos deste blog. Este livro é uma resposta a Darwin, Dawkins e os novos ateístas. Qualquer ateu sincero em busca da verdade que não seja iludido demais com a evolução e seus mitos, com certeza irá reconhecer muitas das verdades contidas nos artigos que estarei escrevendo extraídos deste livro. Então, se você é um ser humano em busca da verdade sobre o cosmos, o Criador e seu destino, precisa acompanhar esta longa e emocionante série de artigos que publicaremos na medida do possível. Vamos ao prefácio do livro...

Qualquer um que se atirar a responder às perguntas mais importantes da vida, com um coração honesto, uma mente inquiridora e um sincero desejo por encontrar respostas, acabará descobrindo as poucas e significativas perguntas a que se deva dar prioridade. Deus existe? Qual é a origem do Universo e da vida encontrada em tal exuberância em nosso planeta tão minúsculo? O que é a vida e qual o seu propósito?

Outra pergunta vital é se nosso Universo de complexidade e ordem extraordinárias é ou não resultado de uma explosão gigantesca, comumente conhecida como "O Big-Bang". Essa teoria é um abandonar radical das conclusões tiradas pelos fundadores teístas da ciência moderna. A ordem incontestável que eles haviam observado levou-os a procurar por leis que governassem o fenômeno. E tendo descoberto essas leis, concluíram que o Universo havia sido criado por um "Deus de ordem".

Ilustração do Big-Bang

Assim é que foi posto o fundamento teísta para a ciência moderna, mas tal fundamento já não é aceito. Os ateístas assumiram as rédeas e agora reivindicam o direito exclusivo de falar em nome da ciência. Eles não têm como ignorar a ordem evidente por toda parte, mas se referem a ela relutantemente como "aparência" de ordem. Aparência? Tal meia-admissão tão frequentemente repetida deveria se constituir num verdadeiro constrangimento para o autêntico cientista.

Foram principalmente dois homens, Charles Darwin e Sigmund Freud, que tentaram sufocar qualquer possibilidade do Deus dos teístas retratado pela Bíblia ser o Criador. Não havia necessidade de criador. O Universo, através daquilo que se tornou conhecido como evolução e seleção natural, havia aparecido de parte alguma, organizando-se visando ordem, e havia misteriosamente transformado substâncias químicas mortas em entidades vivas - a tese que ainda carece de aprovação pela observação.

Incontáveis livros já foram escritos dos dois lados daquilo que reconhecidamente tornou-se uma questão intensamente contestada. Qualquer um que se dispuser a estudar uma pequena parcela desses tais volumes haverá de se achar diante de pelo menos três fatos incontestáveis: 1) as discordâncias não tem fim; 2) eles são irreconciliáveis; 3) eles geralmente não levam a parte alguma.

Começando com o próprio Darwin, ateístas deixaram uma superabundância prejudicial de falsas promessas. O primeiro livro de Darwin foi intitulado "A Origem das Espécies", e ainda assim seus mais ferrenhos admiradores admitem que a despeito das muitas páginas estarem repletas de palavras, Darwin jamais explicou a origem de qualquer espécie. E nem qualquer ateísta obteve êxito em fazê-lo até o momento. Apesar desse fato inegável, os admiradores de Darwin continuam a crescer numericamente na medida em que mentes alucinadas procuram, de alguma forma, fornecer sustentação à tese original dele.

Charles Darwin

Um dos mais altamente aclamados defensores de Darwin é hoje Daniel Dennett. Seguindo os passos da tradição deixada por Darwin, Dennett também escreve livros que prometem o que acabam não cumprindo. Uma de suas obras traz o título "A consciência Explicada". Ao ser publicada em 1991, o New York Times a aclamou como "uma das dez melhores obras do ano".

Observemos como Dennett explica a "consciência". Após relacionar "grandes mistérios que persistem", tais como "a origem do Universo, o mistério da vida e da reprodução, o mistério do design encontrado na natureza, os mistérios do tempo, do espaço e da gravidade", Dennett admite que esses tais não  apenas permanecem sendo "campos de ignorância científica, mas de completa frustração e pasmo".

Dennett também confessa que ele e seus colegas ateístas "ainda não têm a resposta final muitas perguntas da cosmologia e Física de partículas, genética molecular, e teoria da evolução..." Ainda assim, ele declara que "nós não sabemos o que pensar a respeito desses campos..." Quanto à consciência, em lugar de cumprir sua promessa de explicá-la, Dennett admite: "Ainda nos encontramos numa tremenda embrulhada... [É] um tópico que frequentemente deixa até os pensadores mais capazes de língua presa e confusos".

Daniel Dennett

Essa "explicação de consciência" que ocorre nos primeiros dois capítulos de "A Consciência Explicada", é o mais próximo que Dennett chega num livro de 468 páginas, quanto a fazer jus à promessa do título do livro. Do início ao fim, nenhuma explicação de consciência pode ser encontrada nesse livro altamente aclamado.

O principal ateísta de nossos dias, Richard Dawkins, possui uma resposta-padrão sempre que os críticos apontam para o fato de que ele e seus colegas ateístas nem chegam perto de explicar a origem da energia, da matéria, de uma única célula, do DNA que define a vida, ou da vida em si. Quase que num estilo mantra, com o entusiasmo de um menino, ele repete: "Estamos trabalhando nisso". Ainda estamos por ver evidência de que o "estamos trabalhando nisso" deles têm gerado quaisquer resultados substanciais.

Dawkins lidera um grupo que se autodenomina "Os Novos Ateístas". Eles se referem a si mesmos como "os iluminados", relegando os teístas ao status de "imbecis". Christopher Hitchens, visto pelos iluminados como um desses que se destaca, declarou num debate com o ex-professor de Oxford, Alister McGrath, um teísta: "Acabo de ganhar muito dinheiro num livro que esmaga Deus!"

Novos Ateus

Em "Cosmos, Criador e o Destino Humano", tencionamos mostrar que nós, "imbecis", não nos sentimos intimidados pelos "iluminados", a despeito do estrondoso sucesso que eles presentemente fazem dentre os leitores crédulos. Vá em frente e leia!

Também é possível que estejamos sozinhos no Universo... 
- Richard Dawkins, Wall Street Journal


Certamente, a alegada fé em Deus até mesmo de cientistas eminentes não parece possuir qualquer efeito modulador nos tons estridentes utilizados pelos [principais ateístas] à medida em que orquestram sua guerra contra Deus em nome da ciência... Eles estão convictos...  que a guerra terminou e a ciência é quem saiu vitoriosa. O mundo simplesmente precisa ser informado que - para ecoar as palavras de Nietzsche, "Deus está morto, e a ciência o sepultou".
- John Lennox, em Grid´s Undertaker (O coveiro de Deus) 

Em Dezembro de 2008, uma organização ateísta deu o ponta-pé inicial numa campanha publicitária em Whashington, D.C., que sugere que crer no humanismo é uma alternativa melhor para os entusiastas do Natal que crer em Deus. Patrocinados pela Associação Humanista Americana (AHA), o anúncio que diz "Por que crer em um deu? Seja bom apenas pelo amor a bondade" começou a aparecer em ônibus da capital do país. As propagandas, que permanecerão durante o mês de Dezembro, são um jogo de palavras com a letra da música "Papai Noel está vindo para a Cidade". Anteriormente nesse mesmo ano, propagandas humanistas surgiram em Nova Iorque e em Filadélfia, com os dizeres: "Não acredita em Deus? Você não está sozinho", enquanto na Europa, uma campanha semelhante apoiada pela Sociedade Humanista Britância e pelo autor best-seller Richar Dawkins foi lançada por um autor de novelas de 28 anos. Os anúncios dessa campanha que dizem "Provavelmente Deus não existe. Pare de se preocupar e curta a vida", começarão a circular nos ônibus de Londres em Janeiro.

Ciência e religião não podem ser reconciliadas, e a humanidade deveria começar a apreciar o poder de sua filha, e rechaçar todas as tentativas de contemporização. A religião fracassou, e seu fracasso [deveria ser] exposto. A ciência... deveria ser aclamada rei.
- Ateísta Peter Atkins, Professor de Química, Universidade de Oxford

Comentário: Realmente é muita ousadia desses "iluminados" ostentarem uma vitória sem fundamentos onde angariam leitores néscios e iludidos que nem ao menos examinam tudo com precisão; mas absorvem todo e qualquer conhecimento ateísta simplesmente porque aderem ao ateísmo! Quanta ignorância! Presunção e arrogância tudo isso! Homens privados de todo conhecimento acerca da própria existência e cegamente insistem em seus caminhos obscuros arrastando após si ovelhas incautas sem noção do perigo! O assunto é amplo e o livro espesso, mas com certeza se você não é um ateu arrogante e obstinado com tapa olhos a ser conduzido apenas em uma direção; com certeza vai encontrar verdades que jamais encontrou nesse circo de mentiras...

Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, E aniquilarei a inteligência dos inteligentes. 1 Coríntios 1:19 
Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. 2 Coríntios 4:4 
Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se veem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis; Romanos 1:20  
Boa leitura... E sinta-se a vontade em comentar refutando, complementando ou questionando sobre o tema publicado.





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