O desafio do Cosmos

Por Dave Hunt

O espaço tem sido chamado de "a última fronteira" e sua exploração, o maior desafio encarado pela humanidade em sua história. Nossos astronautas bem que merecem nossa mais profunda admiração e jamais podemos minimizar suas grandes realizações até o presente. Entretanto, não importa quantos superlativos se possa acrescentar às "grandes" espaçonaves (cada vez menos tripuladas), a questão é que isso nunca será o suficiente para explorar a galáxia, a Via Láctea e muito menos, para se chegar a qualquer uma das mais de um trilhão de galáxias existentes

É possível que dentre alguns milhares de anos - que se possa explorar completamente e aprender tudo que há para saber acerca de nosso próprio sistema solar. Mas o que terá sido alcançado ao elevado custo de tempo, esforço, dinheiro e , bem provavelmente, de outras vidas? A resposta óbvia é quase nada, se levarmos em conta o Cosmos completo! Isso não é o que os cientistas espaciais estão nos levando a crer, muito menos aquilo que as pessoas que os apoiam desejam ouvir. Todavia, esta é a desconcertante verdade.

Os fatos dessa realidade são simples. As estimativas variam de 100-500 bilhões de outros sóis em nossa própria galáxia, a Via Láctea, e cerca de um trilhão de outras galáxias no Universo, muitas das quais maiores que a nossa. Sendo assim, após aprenderem tudo sobre o que se há para saber sobre o nosso próprio sistema solar, nossos descendentes teriam em seus computadores uma amostra equivalente a um centésimo-bilionésimo de um trilionésimo do Universo - algo estatisticamente não expressivo.

Observatório Alma - Visão da Via Láctea

Entretanto, de acordo com a frieza da matemática, é impossível a humanidade "explorar o espaço". O Espaço se estende de um lado do Universo a outro, e não somos capazes de dizer onde ele começa ou onde termina. A imensidão do Cosmos zomba de nossos esforços mais engenhosos, fato que se constitui numa pílula amarga demais para nossa orgulhosa espécie engolir - especialmente para os cientistas do espaço.

Em 1974, a um custo muito alto e com a perspectiva de se gastar mais alguns bilhões de dólares, o programa espacial norte-americano enviou uma série de mensagens via rádio para um grupo esférico de estrelas conhecido como M13. À velocidade de ondas de rádio, que é a velocidade da luz, levará 25.000 anos para que nossa mensagem chegue à M13 e outros 25.000 anos para recebermos uma resposta (supondo que exista vida inteligente para enviá-la).

Permita-me propor uma simples pergunta. Será que é racional nossa geração investir enormes quantias de tempo e dinheiro em qualquer coisa que não dê retorno durante os próximos 50.000 anos? O simples escrever dessa frase soa como algo não norte-americano. Há toda uma mística envolvendo o programa espacial norte-americano que o coloca numa esfera que o aproxima do sacrossanto.

Continua...

Fonte: Cosmos, Criador e o Destino Humano - Capítulo 1: Introdução

Comentário: É incrível como o homem não reconhece suas limitações e vaidosamente se lança em projetos loucos e sem retorno considerável unicamente para que? Contar vantagem como na disputa para ver quem chegaria na lua primeiro? Suas intenções são  quase sempre egoístas e seus esforços fúteis e banais numa busca impossível de alcançar resultados satisfatórios! Vamos encarar a realidade... O Universo é grande demais para nós pequeninos seres nessa imensidão que Deus criou...

E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas. Gênesis 1:16 
Porventura Deus não está na altura dos céus? Olha para a altura das estrelas; quão elevadas estão. Jó 22:12

Comentários