Terra Plana - Conheça os Verdadeiros Satélites - Parte 2

Por mais que expliquemos e mostremos a verdade, as pessoas insistem em acreditar em mentiras? Mal publicamos a primeira parte sobre o assunto e alguém já veio defender mentiras com argumentos que não se sustentam! Se não esta entendendo nada; recomendo que leia nosso primeiro artigo sobre os verdadeiros satélites e acompanhe o desfecho dessas revelações assustadoras. Um amigo e irmão considerado meu, usou informações do projeto da Google chamado Loon para justificar que aqueles equipamentos não eram satélites. Deixei bem claro que conheço muito bem o projeto Loon e os satélites falsos mostrados a todos no mundo e o intuito do primeiro artigo foi mostrar que realmente os tais satélites flutuantes acima de nossas cabeças não existem e que não passam desses equipamentos; torres e cabos de fibra ótica nos oceanos. Mas tem gente que ainda tem dificuldades de entender e por isso, resolvi fazer a parte dois para clarear ainda mais este assunto de satélites e gravidade zero. Não estou negando a existência do Projeto Loon; mas ratificando que não existem satélites orbitando a centenas de quilômetros daqui, sendo enormes e pesados como mostram.

Esquema desenhado do projeto Loon da Google
Ainda é incompreensível um projeto com base em balões com tamanha tecnologia dos tais satélites em órbita. Imagem: Dr. Nogueira
1. Um pouco sobre o Projeto Loon

"Projeto Loon é um projeto de pesquisa e desenvolvimento que está sendo desenvolvido pelo Google com a missão de fornecer acesso à Internet para áreas rurais e remotas. O projeto usa balões de alta altitude colocados na estratosfera, a uma altitude de cerca de 20 km para criar uma rede sem fio com velocidade semelhante a de 3G das redes de telefonia móvel. Por falar nisso, o funcionamento é através de conexões a smartphones com suporte ao LTE. Por causa dos objetivos da missão aparentemente bizarros do projeto, o Google apelidou de "Projeto Loon", como um trocadilho loon de balloon.

Os balões são manobrados ajustando a sua altitude para flutuar em uma camada de vento depois de identificar a camada de vento com a velocidade e direção desejada usando dados de ventos da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA). Os usuários do serviço se conectam à rede de balões usando uma antena especial de Internet ligada à sua residencia. O sinal viaja através de balão a balão, em seguida, para uma estação em terra conectada a um provedor de serviços de Internet (ISP), em seguida, para a Internet global. O sistema tem como objetivo levar o acesso à Internet a áreas remotas e rurais com cobertura insuficiente, e para melhorar a comunicação durante catástrofes naturais para as regiões afetadas. Pessoas-chave envolvidas no projeto incluem Rich DeVaul, arquiteto técnico-chefe, que também é um especialista em tecnologia wearable; Mike Cassidy, líder de projeto; e Cyrus Behroozi, líder de redes e telecomunicações.

Mais um satélite da Google que caiu no Brasil
Infelizmente, a Google mesmo trabalhando com balões ainda não conseguem deixá-los lá em cima. Imagem: Repórter
Os balões utilizados no projeto são feitos pela Raven Aerostar, e são compostos de plástico de polietileno de 0.076 milímetros de espessura. Os balões são cheios de hélio, tem 15 m de diâmetro e 12 m de altura quando totalmente inflados, e carregam um sistema de bomba de ar sob encomenda apelidado de "Croce" que bombeia ar para controlar o balão na sua elevação. Uma pequena caixa de 10 kg contendo os equipamentos eletrônicos de cada balão paira sob o balão inflado. Esta caixa contém placas de circuitos que controlam o sistema, antenas de rádio e um Ubiquiti Networks Rocket M2 para se comunicar com outros balões e com antenas de Internet no chão, e baterias para armazenar energia solar para que os balões poderem operar durante a noite. Os eletrônicos de cada balão são alimentados por um conjunto de painéis solares que ficam entre o balão e o hardware. Em plena luz do dia, os painéis de produzem 100 watts de potência, o que é suficiente para manter a unidade funcionando ao mesmo tempo que carrega a bateria para uso à noite. Um pára-quedas é ligado à parte superior da caixa que permite uma descida controlada quando um balão está pronto para ser retirado de serviço. No caso de uma falha inesperada, o pára-quedas é automaticamente acionado. Quando colocado fora de serviço, o balão é guiado para um local bem acessível, e o hélio é liberado para a atmosfera. Os balões normalmente têm uma vida útil máxima em cerca de 55 dias, embora o Google afirma que seu projeto lhes permitam ficar no ar por mais de 100 dias."  Wikipedia

2. Planejamento de Lançamento de 180 Satélites da Google

Resumidamente deu para entender que este projeto parece sem sentido mediante a tecnologia usada pelos famosos satélites que são colocados em órbita as centenas. Aliás, algum globalista poderia me explicar a cronologia dos fatos satisfatoriamente acerca das notícias na internet sobre o Projeto Loon e os satélites convencionais falsos? Em 2014 a Google pretendia lançar 180 satélites falsos em órbita porque os balões não estavam dando conta do recado sozinhos. E ainda em 2017 vemos esses balões caindo pra todo canto e servindo de ferramenta para conectar as pessoas? Afinal; os equipamentos movidos a balão são mais eficientes que os satélites em órbita? Onde estão os 180 satélites que a Google pretendia lançar?

Suposto satélite da empresa O3b que trabalharia com a Google
Eu ainda olho essas imagens e não consigo me convencer que isso fica orbitando lá em cima... Desculpem... Imagem: Tecnoblog

"Os balões do Project Loon podem não ser as únicas armas do Google em seu plano de disponibilizar acesso à internet em lugares remotos. Segundo uma matéria recém-publicada pelo The Wall Street Journal, a empresa também está apostando em satélites para o mesmo fim – nada menos que 180 unidades deverão entrar em órbita nos próximos meses. Fontes anônimas próximas à empresa revelaram ao jornal que o Google deverá investir entre US$ 1 bilhão e US$ 3 bilhões no projeto. Isso somente na fase inicial: 180 satélites podem parecer muita coisa, mas está nos planos da empresa aumentar esta quantidade progressivamente. Não por menos, estima-se que os satélites do Google terão dimensões pequenas e pesarão apenas 113 quilos (embora a O3b tenha se destacado por desenvolver unidades que pesam 680 quilos) e orbitarão em altitudes mais baixas que o habitual, fazendo com que, de fato, várias unidades sejam necessárias para dar boa cobertura.

Como, até o momento, o Google mantém silêncio em relação à iniciativa, não se sabe que tecnologias a companhia usará para realizar as transmissões, as velocidades que serão alcançadas e os locais a serem cobertos, por exemplo. Ao menos são grandes as possibilidades de o projeto ser real: procurada pelo The Wall Street Journal, a companhia não negou a existência do plano e ainda deu uma “piscadela” ao ressaltar que está focada em dar acesso à internet a milhões de pessoas que ainda estão completamente offline. Isso significa duas coisas: que os satélites serão complementos – e não substitutos – dos balões do Project Loon e que o Google pode estar trabalhando ainda em outros meios de levar internet a lugares não atendidos devidamente. Neste sentido, vale destacar que, em abril deste ano, o Google adquiriu a Titan Aerospace, uma empresa especializada em drones movidos por energia solar. As aeronaves da companhia são capazes de registrar imagens aéreas que podem ser aproveitadas no Google Maps e, “coincidentemente”, fornecer serviços de telecomunicações." (2014)  Tecnoblog

Imagem de como seria o lançamento dos satélites em órbita
Antigamente não era possível mostrar como eram lançados os satélites; mas agora temos imagens falsas. Imagem: ESA
Apesar dessa notícia animadora e empolgante; não temos reais indícios de satélites em órbita da Google transmitindo sinal de internet acima de nós. Ainda prevalecem apenas os balões do Projeto Loon... Chegam a falar dos satélites complementarem os serviços dos balões, mas soa bem estranho isso... Mas calma que ainda tem mais! Se os satélites e balões ainda não derem conta; vamos de drones! Isso mesmo! A Google também quer investir em drones! Mas eu ainda imaginava que os satélites em órbita seriam mais que suficientes para nos fornecer internet com sua tecnologia de ponta...

3. Projeto Titan de Drones da Google

"Projeto Titan, o programa de drones que o Google planejava transmitir internet a Terra usando aeronaves movidas a energia solar, está oficialmente cancelado. Adquirida pelo Google em 2014, a empresa Titan Aerospace chegou a ser negociada pelo Facebook por 60 milhões de dólares. Além de permitir conexão com à internet em locais remotos, os drones eram capazes de coletar imagens de alta resolução da terra e podiam ser equipados com outros sensores atmosféricos. Com o encerramento do projeto, mais de 50 engenheiros foram orientados a procurar novos empregos ou aceitar novas posições no laboratório X, Projeto Loon ou Projeto Wing. Projeto Titan mantinha uma estreita colaboração com o Project Loon, grande balão de alta altitude que envia sinais da internet a regiões do mundo que não estão online." Google Discovery

Mas já foi cancelado? Fiquei sem entender... Compraram a empresa e depois abandonaram o projeto? Porque será? Não seria uma boa aviões alimentados por energia solar de dia e mantidos por baterias a noite sempre voando e transmitindo internet? Os balões estão sobressaindo sobre os drones e os satélites em órbita até agora. Se é que eles realmente estão orbitando em gravidade zero mesmo...

Projeto Titan adquirido pela Google é cancelado
Não dá para entender o real motivo da Google em abortar esse projeto com drones. Mas os balões vencem! Imagem: Google Discovery
A verdade é que podemos sim ver e acompanhar detalhes reais sobre o projeto Loon e o projeto Titan e mesmo o Wing que foram cancelado e adiado; mas no tocante aos supostos satélites em órbita, nada encontramos... Porque será hein? O que encontramos são os vídeos de lançamento dos foguetes (que falaremos sobre); as animações computadorizadas e fotos falsas dos supostos satélites no chão ou já em órbita. Deixe me esclarecer o termo "falsas" de modo que você entenda que esses equipamentos mostrados nessas imagens e chamados de satélites, podem ser qualquer coisa que criem aqui embaixo usando até mesmo caldeiraria! Mas provar que essas gambiarras sem padrão estão orbitando acima de nós ou estacionadas em qualquer localização acima de nós é impossível! Acha possível? Então sinta-se a vontade em me informar fontes confiáveis com vídeos e fotos reais tiradas mesmo do espaço ou com telescópios para que eu veja...  Refute as informações; complemente; compartilhe e assine as atualizações do Verdade Urgente. Aguarde a parte 3 com certeza...

"Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado, tendo horror aos clamores vãos e profanos e às oposições da falsamente chamada ciência, a qual professando-a alguns, se desviaram da fé. A graça seja contigo. Amém." 1 Timóteo 6:20,21



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