Terra Plana - Teoria das Hidroplacas e o Gênesis

Segundo a crença e disseminação do heliocentrismo, vivemos em uma bola molhada giratória com enormes camadas até chegar ao seu centro da Terra; mas essas informações nunca forma comprovadas e não passam de delírios como outros envolvendo a Terra esférica. Apenas caíram na crença popular pelo sistema de ensino e pela mídia e ficou impregnado na mente das pessoas como sendo a realidade; mas será que é assim mesmo? Se você já leu o artigo sobre o poço profundo de Kola que publiquei aqui; vai entender que eles jamais foram tão profundo na terra além disso para realmente constatar as tais camadas imaginárias que desenham para o mundo. Sempre vale a pena rever as teorias e definições deles a respeito da criação. A primeira camada da Terra é a Crosta terrestre. É a menor das estruturas do planeta, mas é a mais importante para as atividades humanas. Ela é fundamentalmente composta por rochas leves, tendo como minerais predominantes o silício, o alumínio e o magnésio. Nas zonas continentais, apresenta uma variação de 20 a 70 km de espessura, medidas que diminuem nas zonas oceânicas, onde a variação é de 5 a 15 km. Abaixo da crosta terrestre encontra-se a Descontinuidade de Mohorovicic ou simplesmente Moho. Nela, as variações sísmicas costumam ser mais rápidas e mais fluidas em relação à sua composição externa.

Fossas Marianas - Um dos lugares mais profundos da Terra
A Fossa das Marianas é tão profunda que ainda não alcançaram toda sua profundidade. Imagem: PPLWare

A segunda camada da Terra é o Manto. Este apresenta profundidades que vão dos 30 km abaixo da superfície até 2900 km, além de temperaturas internas que chegam a alcançar os 2.000ºC, o que propicia o derretimento das rochas, transformando-as em magma. No manto interno, o material é mais líquido, haja vista que as temperaturas são maiores; já no manto externo o material magmático é mais pastoso. Logo abaixo do manto encontra-se outra descontinuidade, a de Wiechert-Gutenberg, também conhecida somente como Descontinuidade de Gutenberg. Ela encontra-se totalmente em estado líquido e apresenta temperaturas maiores que as do manto. A terceira e última das camadas da Terra é o Núcleo. Não se sabe exatamente qual é a sua composição, mas há fortes indícios de que ele seja formado por uma liga de ferro e níquel, que também deve envolver outro elemento químico ainda desconhecido. O núcleo externo encontra-se no estado líquido e o núcleo interno é sólido em virtude da influência da pressão interna do planeta sobre ele. Coisas que se apertarmos os pseudo cientistas a nos provarem tudo isso, não darão conta do recado... Mas hoje trago uma revelação diferente e mais condizente com a realidade dos fatos desde as Escrituras que sempre concordam com a ciência verdadeira: A teoria das hidroplacas.

Teoria das Hidroplacas - Dilúvio Científico

A teoria das hidroplacas é um modelo relativamente novo da história da Terra desenvolvido pelo Dr. Walt Brown em seu livro "In the Beginning: Compelling Evidence for Creation and the Flood." Ela afirma que antes do Dilúvio global uma quantidade massiva de água estava abaixo da crosta. A pressão sobre a água fez com que as placas quebrassem e separassem. A água que escapou então inundou toda a terra. Porquê essas placas foram quebradas, movidas, e afetadas pela água, (Hidro = água) essas placas são consideradas hidroplacas. Acredita-se que a terra pré-diluviana detinha uma massa de água que cercava a terra abaixo da crosta. Ela poderia ter mantido metade da água de nossos oceanos de hoje. Essa água estava aparentemente mantida em câmaras contíguas formando uma casca fina. A casca estava possivelmente 10 milhas abaixo da superfície da terra. A pressão aumentada sobre a água iniciou uma expansão da crosta. Essa "expansão" criou uma fenda microscópica que cresceu violentamente, cerca de 3 milhas por segundo. Essa fenda encontrou as partes mais fracas da crosta e rompeu através delas. Essa fenda cercou a terra em cerca de duas horas. A água estava sendo pressionada por 10 milhas de rocha e explodiu da fenda. Essa água foi lançada a quase 20 milhas na atmosfera. Isso criou chuvas fortes e até mesmo granizo extremo.

Teoria das Hidroplacas
Apesar dos termos ainda baseados no heliocentrismo; essa teoria traduz melhor a realidade do mundo. Imagem: Bible Smack

Uma parte da água foi lançada bem acima da estratosfera, criando cristais de gelo que caíram em certas áreas. Esses granizos extremos soterraram, asfixiaram, e congelaram instantaneamente muitos animais. Isso inclui os mamutes congelados descobertos hoje. Essas fontes erodiram a rocha em ambos os lados da fenda criando quantidades massivas de sedimento por todo o mundo. O sedimento soterrou muitos animais e plantas, estabelecendo o registro fóssil. A largura foi tão colossal que a rocha abaixo foi compelida para cima pela pressão e se tornou a dorsal meso-oceânica. Então, as hidroplacas deslizaram para baixo e para longe da dorsal meso-atlântica, que se inclinava. Uma vez que as placas que avançavam gradualmente alcançaram velocidades de cerca de 45 milhas por hora, elas colidiram, comprimiram-se e se dobraram. As placas que dobraram para baixo se tornaram fossas oceânicas e as que dobraram para cima se tornaram montanhas. Isso explica porque grandes cadeias de montanhas estão em correlação com suas dorsais oceânicas. A teoria tenta reduzir os seguintes fenômenos aparentemente diferentes em uma única causa: a ruptura repentina de câmaras subterrâneas de água que estavam uma vez no interior da crosta da Terra.

Em 2014, um estudo publicado na revista Nature, analisou um cristal microscópico de mineral nunca visto antes em uma rocha terrestre. Que detém pistas de uma enorme reserva de água escondida abaixo da terra. A descoberta foi feita a partir de um diamante com o peso inferior a um décimo de um grama encontrado no Brasil. A maioria dos diamantes se formam em profundidades com cerca de 150 a 200 km; mas diamantes ultra profundos vem de uma região do manto conhecida como zona de transição localizada a 410 - 660 km abaixo da superfície. Os autores sugerem que a reserva poderia conter o equivalente a todos os oceanos combinados em água! Em 2014, outro estudo publicado pela revista Science, descobriu um vasto reservatório de água a 660 km abaixo da crosta da Terra, na zona de transição; suficiente para encher os oceanos da Terra três vezes. Essas publicações científicas reforçam o que o relato de Gênesis no fornece acerca da criação da Terra. Há evidências suficientes de que existe água em abundância abaixo de nós e isso já confirma a estrutura de uma Terra Plana e quebra o consenso de que água do mundo pode se acabar. Podemos aqui citar a possível influência do Sol e da Lua orbitando sobre as águas salgadas e influenciando as mesmas gerando as marés alta e baixa.

Publicações científicas trouxeram luz sobre as águas do abismo
Fontes como a Nature e a Science trazem informações esclarecedoras sobre as águas abaixo de nós. Imagens: Google

Como isso tanto as águas da superfície quanto as subterrâneas podem sofrer alterações ao longo dos anos, sendo a possível causa também dos terremotos, tsunamis e outros eventos relacionados; quando as placas tectônicas sofrem alterações por conta da reação das águas. As marés mais altas acontecem geralmente quando ocorrem os eclipses e nesses eventos o electromagnetismo fica ainda mais intenso. Mas a mídia sempre desvia a atenção para outras explicações. As ditas e tão temidas tempestades solares não são mais que esses eclipses e atividade intensa desse electromagnetismo gerado pela aproximação de ambos e a partir daí ocorrem então os demais desastres naturais. Apesar de tudo isso ser assunto para um outro artigo; resumidamente quero deixar claro ainda que superficialmente como em um modelo de Terra Plana tudo isso pode acontecer realmente. Segundo o heliocentrismo o núcleo do globo é formato de metais como ferro e níquel aquecidos em 6.000 º C de temperatura; de onde se origina o magnetismo da bola molhada giratória. E esta seria a brilhante explicação para o escudo de defesa contra as terríveis tempestades solares. Mas numa experiência prática; ambos; ferro e níquel se aquecidos, perdem suas propriedades magnéticas! Teoria furada!

Relato de Gênesis - O Grande Dilúvio

Dois poços de alta profundidade foram perfurados em dois lugares diferentes com 30 cm de diâmetro aproximadamente. Um na península de Kola na Russia e outro na Bavaria, Alemanha. Eles buscavam saber literalmente o que existe na chamada área de transição, entre o granito e o basalto. Eles perfuraram na península de Kola; 12 km e no da Bavaria, 9 km e foram profundidades reais que ninguém jamais havia alcançado cavando qualquer poço comum ou artesiano. Com equipes pesquisando tanto na Rússia quanto na Bavaria; eles encontraram água a 12 km de profundidade. O estranho é que essa água é aquecida contendo duas vezes a salinidade das águas que temos na superfície. Como essa água salgada chegou lá embaixo? Se essas reservas se encontrassem a beira mar, poderia se explicar pela movimentação das placas que consequentemente prenderia essa água do mar ali; porém pela profundidade e salinidade dobrada dessa água contida ali; essa água foi criada ali conforme atesta o relato da criação de Gênesis sobre a divisão das águas.

"E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. E fez 
Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi." Gênesis 1:6,7

Concepção da criação pelos Hebreus
Essa concepção é a que se aproxima mais da realidade do mundo. Imagem: La ciencia e sus demonios

No hebraico, "águas" realmente esta no plural também. E quando Deus faz a separação das águas de cima e águas de baixo; não se referia aos mares ainda onde Deus criou a pangeia! São realmente águas do abismo! Só depois, Deus cria a porção seca sobre as águas da superfície e nomeia essas águas de "mares". As águas separadas a princípio são realmente as águas mais profundas abaixo de nós e foram encontradas nessas escavações. É realmente algo a se considerar muito.

"E disse Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção seca; e assim foi. E chamou Deus à porção seca Terra; e ao ajuntamento das águas chamou Mares; e viu Deus que era bom." Gênesis 1:9,10

Conclusão

Além das contradições nas próprias informações ditas científicas dentro do heliocentrismo; temos cada vez mais provas e teorias que comportam muito bem os relatos da criação e revelam realmente como o nosso mundo é. Aquilo que antes parecia uma simples e maluca teoria da conspiração, ganha suporte e argumentos firmes na verdadeira ciência que Deus nos deu para conhecermos realmente sua criação e sua bondade ao nos deixar esse belo e perfeito mundo que destruímos. Mas enfim, as camadas desenhadas pela pseudo ciência não tem constatação na realidade e já esclareço que embora hajam termos e informações globalistas misturadas com a realidade dos dados; não concordo em nenhum momento com os as mesmas. Alguma objeção contra o fato de haver água abaixo de nós e não três camadas até um núcleo inexistente e contraditório? Se houver, é livre para contestar com ciência genuína; ou enriqueça essas informações e compartilhe com outras pessoas para que sejam libertas do engano.

Fontes:

Brasil Escola - Camadas da Terra
Wikipedia - Dorsal Oceânica
Wikipedia - Dorsal Meso-Atlântica
Wikipedia - Fossas Oceânicas
Wikipedia - Poço Profundo de Kola
Bíblia Online
Dicionário Informal - Pangeia
Ministério Fiel - Teoria das Hidroplacas (Adauto Lourenço)
Nature - Hydrous mantle transition zone indicated by ringwoodite included within diamond
Science - Cycling water through the transition zone



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