Evo Morales ameaça pregação do Evangelho

Goste de estar bem informado na medida do possível e por esses dias iniciais de Janeiro, do ano de 2018; uma novidade nada boa para muitos moradores da Bolívia. Evo Morales com seu pensamento esquerdista e no poder, resolveu barrar com uma lei em tramita a pregação do Evangelho e quaisquer movimentos relacionados a religião. Porque será hein? Muito devem estar por dentro da triste notícia da lei que foi aprovada legalizando casamentos homossexuais no país e muitos não só oravam pelo país como protestavam também pela revogação da lei; mas infelizmente esses ditadores esquerdistas ainda existem e estão no poder em alguns países como Coreia do Norte; Cuba e Bolívia e por conta disso, essas coisas acontecem. Pesquisei o suficiente e trouxe estas notícias na íntegra de sites do país.

Evo Morales e Lula
Evo Morales e Lula compartilhavam as mesmas ideias de esquerda. Imagem: PT.org


Leis Bolivianas em Conflito 

O presidente Evo Morales criou uma nova lei criminal (ainda não aprovada), que trata de um ataque à liberdade religiosa (consagrado na Constituição da Bolívia art.4) com base no artigo 88.1, que estabelece sentenças de prisão para aqueles que fazem "proselitismo" por organizações religiosas ou de adoração. A nova lei prejudicaria a liberdade religiosa proposta pelo atual presidente da Bolívia, que poderia aprisionar com 12 anos e reparações econômicas qualquer pessoa que evangelize na rua. "Será punível com pena de prisão de 7 a 12 anos e compensação econômica para a pessoa que, por ele próprio ou por terceiros, capture, transporte, transfere, prive de liberdade, acolha ou receba pessoas com o objetivo de recrutar pessoas para sua participação em conflitos armados ou em organizações religiosas ou de culto", lê o artigo.

O artigo compara ao recrutamento para "terroristas" a evangelização dos cristãos. Se a lei é aplicada com rigor como esta escrita, na Bolívia não poderá pregar o Evangelho ou convidar alguém a participar de um culto. A Constituição boliviana declara em seu art. 4: "O Estado respeita e garante a liberdade de religião e as crenças espirituais, de acordo com suas visões do mundo. O Estado é independente da religião". Mas a verdade é que isso é violado através deste novo Código Penal que compromete seriamente a Constituição da Bolívia. Pois bem, a Bolívia do ditador Morales inventou uma nova figura penal: o "apostolado criminal" com o qual poderá aprisionar bispos católicos ou pastores evangélicos por pregarem. É o que diz o artigo 88.11 do novo Código Penal. Você ousará aplicá-lo?



O ditador boliviano é conhecido por suas frases absurdas, impróprias para um governador: desde "Na Europa, quase todos são carecas, e isso é porque eles comem frangos" na defesa dos "direitos da Mãe Terra" em relação aos "direitos humanos". "Quando algum jurista me diz: Evo, você está equivocado judicialmente, eu acabei de colocá-lo. Então eu digo aos advogados: 'Se é ilegal, legalize vocês, por que vocês estudaram?'. Eu ordeno e mando acima da lei, e se é necessário legalizar o ilegal, deixe os advogados contratados fazê-lo."  Esse estilo ditatorial de governo pode explicar o ataque a liberdade religiosa. Este tipo de texto coloca o apostolado religioso ao mesmo nível do recrutamento de pessoas para conflitos armados (terroristas?); o que é chocante e é uma afronta contra a liberdade religiosa.

Mas, além disso, a ameaça de prisão significa que, na Bolívia, o Evangelho não pode ser pregado. Como na China de Mao ou na Rússia de Stalin. Uma vez que considera criminosas as organizações religiosas ou de culto, inclusive - claro - a Igreja Católica e o resto das igrejas. Isso prejudica seriamente a Carta Magna. Mas esta é pura teoria, porque o Código Penal leva à catacumba dos católicos (credo maioritário na Bolívia) e evangélicos (representando 16% dos 10 milhões de bolivianos). Morales já tentou limitar a liberdade religiosa na Bolívia, um país que governa com conhecimentos ditatoriais desde 2006. Em 2010, ele anunciou que pretendia expropriar imóveis para a Igreja Católica. Então ele impôs o secularismo na prática, restringindo a liberdade de religião dos católicos e evangélicos.



Embora Morales presuma respeitar a religião, ao mesmo tempo a coloca em cheque com as leis seculares laicistas. Pessoalmente, ele diz que ele reza por seus pais, mas ele faz isso apelando para o paganismo indigenista (ele diz que ele reza para a Mãe Terra: "Eu acredito na Mãe Terra e nossos deuses"). A verdade é que através de leis como 351, o Estado tenta controlar a Igreja Católica e os evangélicos, forçando-os a pagar altos impostos. Os protestantes, em particular, temem que suas associações acabem dissolvidas pela pressão ferrenha a que o governo de Morales os sujeita. A palha que encheu o vidro já foi o controverso artigo 88.11 do Código Penal. Por que a plataforma CitizenGO lançou uma campanha de assinaturas solicitando ao presidente Morales para revogar esse artigo e respeitar a liberdade religiosa, lembrando-lhe que "pregar a Boa Nova não é um crime".

Os cristãos não são os únicos que protestam contra o novo Código Penal de Morales. Os jornalistas também fazem isso, porque quatro artigos violam a Lei de Imprensa e a própria Constituição. "Não permitiremos, sob nenhum pretexto, ações que afetariam diretamente as liberdades e os princípios em que a imprensa nacional é governada", disseram em um comunicado. Afirmam que a liberdade de expressão não é uma concessão do Estado, mas um direito humano, através do qual os cidadãos exercem seu direito de receber, disseminar e buscar informações, de modo que a censura prévia, a obstrução, a ditadura direta ou indireta sobre qualquer expressão, opinião ou informação disseminada, deve ser proibida. Esses protestos são complementares ao dos profissionais de saúde, a Central Obrera Boliviana, transportadores de longa distância, empresas de combustíveis, sindicatos, associações de advogados, associações profissionais, etc.

Para o líder boliviano, esses protestos não são senão manobras conspiradoras, oposição, "contra o governo e o processo de mudança", e advertiu os setores que conspiram que não podem vencer, porque tem o apoio das pessoas organizadas.

Conclusão

Não conhecia Evo Morales tão bem quanto agora conheço pelas poucas linhas que li e pude perceber que ele é um ignorante religioso que tenta barrar outras religiões de se propagarem por ainda pregarem a moralidade saudável e correta e munido de poder; ignora a voz do povo, se impondo sobre os resistentes como se fossem rebeldes ou criminosos, ignorando a razão mundial e mesmo as leis maiores sancionadas pela ONU quanto a liberdade religiosa e defendo o errado faz guerra contra o povo de Deus que ainda luta por ser sal da Terra e luz do mundo. Mas que tristeza para Evo Morales e para os demais que tiverem que conhecer a Deus pela sua força e poder. Acho que ele ainda não conhece bem o Deus dos crentes que Paulo perseguia e nem o Cristo que disse que o inferno não prevaleceria contra sua igreja. Mas que independente de qualquer indignação; possamos orar pelos nosso irmãos e pessoas de bem da Bolívia para que isso possa ser mudado e não seja aprovada essa lei. Deixe seus comentários e compartilhe este artigo com outras pessoas para que possam se compadecer dos bolivianos e orar por este país. Jesus ama todos eles... Mesmo que não entendam ainda.

21/01/2018 - Evo Morales revoga a lei que poderia prejudicar os cristãos no país. A decisão de Morales foi tomada um dia antes de fazer seu relatório de gestão à Assembleia Legislativa Plurinacional. “Para evitar tal confusão, com o medo baseado nas mentiras das redes sociais, eu decidi revogar (o Código)”, ele alegou. Algumas pessoas dizem ter sido um erro precipitado de quem não interpretou corretamente o texto; mas porque Evo revogaria uma lei simplesmente por pressão pautada na mentira?

Fontes:
Impacto - Evo Morales Amenaza con la cárcel por predicar el Evangelio
Actuall - Evo Morales pretende meter en la cárcel a obispos y curas por predicar el Evangelio
Guiame - Evo Morales suspende criminalização do evangelismo na Bolívia