Terra Plana - Curiosity Comemora 2.000 dias em Marte? Falso!

A NASA continua zombando de nossa sabedoria e do nosso senso comum... Já desmenti aqui com fatos, fotos e vídeos que o "planeta" Marte que pintam é uma fraude e mentem para nós a muito tempo! São estrelas errantes e nada mais do que isso! Mas a NASA continua com essa ladainha de sondas espaciais em Marte; robozinho rodando em Marte e todo esse besteirol. Dessa vez, eles estão comemorando 2 mil anos do robô Curiosity em Marte. Mas será que realmente existe o suposto "planeta" Marte e esse robô por lá durante todo esse tempo? Não acredito nisso e fora a NASA e suas gambiarras, não há ninguém que possa te provar isso. Eu quero que você analise com calma algumas das fotos que preservei no artigo e teste seus conhecimentos e senso comum e diga se realmente esse robô esta em Marte ou na Terra. Recomendo que leia mais artigos sobre Marte.

Robô Curiosity, da Nasa, completa 2 mil dias caminhando na superfície de Marte


O robô Curiosity, também conhecido como Laboratório de Ciência de Marte (MSL, na sigla em inglês), está comemorando 2 mil "dias marcianos" na superfície do planeta vermelho. Ao longo deste tempo, o equipamento produziu várias imagens notáveis. Conheça abaixo algumas delas, escolhidas pela equipe de cientistas do programa.

O início de tudo: A primeira imagem que o Curiosity produziu chegou apenas 15 minutos depois da aterrissagem em Marte, no dia 5 de agosto de 2012. O recebimento das imagens e de outros dados depende de um satélite da Nasa que sobrevoa a órbita de Marte, chamado Mars Reconnaissance Orbiter (MRO). Um ciclo completo do MRO em torno do planeta vermelho determina um "dia marciano", chamado pelos pesquisadores de "sol". A primeira imagem enviada pela Rover é uma fotografia granulada, feita pela câmera Front Hazard, do local conhecido como monte Sharp. Esta câmera geralmente é usada pelos controladores do aparelho para evitar obstáculos nos deslocamentos.

Fotos de Marte Segundo a NASA
A NASA diz ser um leito seco de um antigo rio em Marte. Eu vejo restos de concreto em terra... Imagem: G1


Seixos de rio: Quando começamos a dirigir, cerca de 16 "sóis" depois da aterrissagem, logo nos deparamos com esses "seixos" no terreno. O formato arredondado dessas pedras sugeriam que elas tinham se formado em um antigo riacho, que corria de um terreno elevado para o local conhecido como cratera Gale. A imagem capturada pela Mastcam mostra essas crateras em close. Ao contrário do que esperávamos antes do pouso do Curiosity, a imagem não mostrava pedras de basalto primitivo e escuro, e sim uma formação rochosa mais variada e complexa. Os seixos desse antigo rio marciano nos fizeram repensar o que acreditávamos sobre o processo de formação geológica de Marte.

Lago ancestral: Antes da aterrissagem e nos primeiros momentos da missão, nossa equipe não tinha certeza sobre o que eram os terrenos identificados nas fotos de satélite feitas pelo MRO. Algumas áreas poderiam tanto ser fluxos de lava vulcânica quanto sedimentos acumulados no leito de lagos secos. Sem imagens feitas do solo, era impossível saber com certeza. Esta imagem resolveu a questão e representou um avanço para a exploração de Marte. Descobrimos, assim, que o local chamado Baía de Yellowknife é formado por camadas de areia fina e lama seca, que foram depositadas ali por rios que corriam para um lago formado na Cratera Gale. Extraímos as primeiras 16 amostras de solo do local no "dia marciano" de número 182 - fizemos isso para levar o solo e as rochas até os espectrômetros que estão dentro do robô. Os resultados, que incluíam argila, material orgânico e compostos que continham nitrogênio, mostraram que aquele local já habitável para vida microbiana. A pergunta seguinte - já houve vida em Marte? - continua sem resposta.

Fotos de rochas formadas por sedimentos de lama em Marte
Não precisa ser gênio para ver o tom azul no céu e saber que esse solo é na Terra e não em Marte. Imagem: G1


Águas profundas: O Curiosity chegou às colinas Pahrump no "dia marciano" de número 753. O que encontramos lá foi fundamental para explicar o passado da Cratera Gale. O aparelho encontrou rochas formadas por sedimentos de lama, criadas quando esse material se decantou lentamente no fundo do lago. Ou seja: o lago da Cratera Gale foi um corpo d'água perene, que existiu durante bastante tempo, e era bastante profundo. 

Uma inconformidade: No local conhecido como Monte Stimson, o Curiosity encontrou uma grossa formação de arenito (rocha formada por areia) na borda do lago seco, separada deste pela formação geológica chamada "inconformidade". Esta formação significa que o processo de erosão continuou ocorrendo por milhares de anos depois que o lago já tinha secado, para criar uma nova superfície seca.

Dunas em Marte segundo a NASA
Nessa foto esqueceram de manipular o azul do céu no canto superior esquerdo! Dunas tem aos montes por aqui... Imagem: G1


Desertos de areia parecidos com os da Terra: O robô chegou às dunas de Namib no "dia marciano" de número 1.192. O local é parte de um "deserto" maior, chamado Bagnold. Este foi o primeiro campo de dunas ativo a ser explorado na superfície de outro planeta. O Curiosity teve de trilhar cuidadosamente seu caminho em meio às dunas. Apesar da atmosfera de Marte ser muito menos densa que a da Terra, ainda produz ventos capazes de carregar poeira suficiente para formar dunas como estas, similares às que vemos no nosso planeta.

Esculturas de vento: Os montes Murrays, fotografados pela Mastcam no "dia" 1.448, são formados pelo mesmo tipo de arenito observado no Monte Stimson. Estes arenitos também estão sob uma inconformidade, o que sugere que após um longo período de clima úmido, este se tornou mais seco e o vento se tornou o elemento dominante para determinar o relevo na Cratera Gale.

Lama seca: O Curiosity é capaz de realizar análises detalhadas das pedras encontradas, graças ao conjunto de telescópio e lazer chamado ChemCam. No "dia" 1.555, no local conhecido como Schooner Head, passamos pelo que parecia ser uma antiga área de lama seca e veios de sulfato.
Na terra, esse tipo de formação aparece quando uma área perto de um lago seca, e em marte não era diferente. As marcas vermelhas na imagem indicam os lugares onde o Curiosity disparou os laseres - o comprimento de onda da luz refletida pelo solo nos trouxe as informações sobre a composição daquele terreno.

Nuvens em Marte segundo a NASA
Engraçado já o fato de haver nuvens em Marte e como daria trabalho para manipular as da Terra, fizeram essa merda. Imagem: G1


Céu nublado: Esta sequência de imagens foi feita com as câmeras de navegação (NavCam) do Curiosity, no "dia marciano" de 1.971, quando as apontamos para o céu. Nos dias mais nublados de Marte, é possível ver nuvens bem suaves como estas. As imagens foram tratadas para aumentar o contraste, permitindo ver as nuvens se moverem no céu. Esse padrão de "zigue-zague" nas nuvens era desconhecido até então. As três imagens foram tiradas em um intervalo de 12 minutos.

"Selfies" obrigatórias: Ao longo do tempo, o Curiosity foi se tornando tão famoso quanto algumas celebridades do Instagram, e parte disso se deve ao fato do aparelho ter tirado várias "selfies" durante sua missão. Mas estas imagens não são feitas só para tornar o robô popular: servem para que a equipe na Terra consiga checar o estado de conservação do aparelho. Coisas como o revestimento das rodas e o acúmulo de poeira são checadas. Os auto-retratos do Curiosity são feitos usando as câmeras conhecidas como Mahli, fixadas em um braço robótico. As fotos em si são produzidas com a junção de várias fotos de alta resolução em uma espécie de mosaico. A imagem acima foi feita no "dia marciano" de 1.065, no local conhecido como Buckskin. O aparelho que parece um projetor de imagens é na verdade o mastro principal do aparelho, com o canhão de lasers do ChemCam.

Longa jornada: Esta foto panorâmica mostra parte do caminho de 18,4 km percorrido pelo Curiosity nos últimos cinco anos, desde o ponto onde pousou (batizado de Bradbury) até o local onde está hoje, no cume Vera Rubin (VRR, na sigla em inglês). Esta última formação era antes chamada de "cume de hematita" por conter altas concentrações deste material, formado por óxido de ferro. Como a hematita costuma surgir na presença de água, visitar e pesquisar este local era uma prioridade para a equipe do Curiosity. É um excelente local para o Curiosity passar o seu "sol" de número 2.000, e também para nos lembrar de todas as descobertas que já foram feitas ao longo desta missão.

Por John Bridges, Ashwin Vasavada, Susanne Schwenzer, Sanjeev Gupta, Steve Banham, Candice Bedford, Christina Smith, Brittney Cooper & the MSL Team.



Considerações e Conclusão

Se você leu este artigo com muita emoção ao ver as imagens e descrição; você esta profundamente doutrinado. Mas se leu notando que todos esses cenários e detalhes são de solo terrestre, você esta curado! Viva! O que mais me chamou a atenção e seria digno de uma investigação pesada em cima disso é esse tal Curiosity supostamente perfazendo já 2 mil dias em Marte funcionando a toda sem trocar sua bateria (ainda que alimentada por energia solar); sua tração ainda estar intacta; seus equipamentos estarem funcionando sob todas as condições que alegam haver em Marte e sem contar os solos que eles mesmos mostram que ele trilha sem enroscar ou se quebrar. Mas a melhor parte são as selfies e as postagens nas redes sociais desse danado a 55 milhões de quilômetros de distância de nós. Uau! Estou estasiado com tudo isso! Alguém poderia comprovar isso sem os arquivos fraudados da NASA? Estão zombando de nós com essas fotos...

O que dizer dessa balela de haver existido água em Marte? Conversa para boi dormir como dizem no Brasil. Conversa fiada. Mas a parte mais intrigante e reveladora são as cagadas da NASA nas fotos. Esses caras ficam querendo economizar ou não pagam bem seus designers e depois dá nisso. A merda toda fede por causa de uns irresponsáveis. Cada foto dita ser tirada no "terreno marciano", pode muito bem terem sido tiradas na Terra e já mostrei lugares dos mais incríveis, bizarros e diferentes que existem aqui e os que eles usam são muito conhecidos pelo mundo agora. Mas as falhas nas edições são as piores! Céu azul em Marte? Como assim? Muito estranho não? E o que dizer de todas as fotos perfeitamente coloridas e nítidas; mas quando o Curiosity aponta sua câmera para o céu... Foi necessário um filtro aqui, retirar a cor, das uma granulada e tals? Ainda assim, qualquer um sabe que as nuvens daquele formato se formam na Terra; porque em Marte ninguém vai... Ou alguém pode nos provar tudo que foi narrado aqui? Sinta-se a vontade em tentar... Comente sobre essa comemoração; se inscreva para receber novas atualizações e compartilhe para aquele seu amigo fascinado na exploração em Marte.

Fontes:
G1 Notícias - Robô Curiosity, da Nasa, completa 2 mil dias caminhando na superfície de Marte

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