Terra Plana - Eclipses Lunares e os Corpos Escuros

O tema desse artigo é um complemento científico com diversos dados e opiniões coletadas no século XVII por Samuel Robowthan; um cientista sério que contrariou o sistema heliocêntrico e praticando a ciência num mundo real, concluiu que a terra é realmente plana e estacionária e também encontrou a possível causa dos eclipses lunares na mesma. Apesar dos globolóides mais fanáticos acharem que não há outra resposta a não ser a sombra da terra projetada na Lua; este artigo desmistificará essa afirmação. Somente peço sua paciência e persistência para que leia todo o artigo e entenda que a verdade é que realmente existem ainda corpos celestes acima de nossas cabeças que desconhecemos ou não podemos ver a olho nu. E embora as informações divulgadas aqui são de um tempo no passado, ainda hoje existem cientistas que reconhecem sim a existência de tais astros.

Temos visto que, durante um eclipse lunar, a superfície luminosa da lua é coberta por algo semitransparente e que esse "algo" é uma massa definida, porque tem um contorno distinto e circular, como é visto durante seu primeiro e último contato com a luz. Como o Eclipse Solar ocorre porque a Lua passa sobre o sol. Então, a partir da evidência, é claro que o Eclipse Lunar só pode ocorrer de uma causa similar ─ um corpo semitransparente e bem definido passando em frente à
lua, ou entre sua superfície e o observador na superfície da terra.

Bilhões de estrelas em nosso universo!
O quanto nós sabemos sobre todos os astros e estrelas que estão em nosso universo tão grandioso? Imagem: Pixabay


Que tal corpo existe no firmamento é uma questão quase certa, e que tal como o eclipse da lua existe a uma distância não tão grande sobre a superfície da terra, é uma questão admitida por muitos dos principais astrônomos atuais. No diário do Concílio da Sociedade Astronômica Real, em Junho de 1850 foi afirmado.

“Nós podemos bem duvidar se tal corpo o qual chamamos de Lua é o 'único satélite' da
Terra.” 

No registro da “Academia de Ciências” de 12 de outubro de 1846, e novamente em Agosto de 1847, o diretor de um dos Observatórios Franceses produziu um número de observações e cálculos que o levaram a concluir que:

“Há um último corpo não luminoso de considerável magnitude o qual é anexado como
satélite da Terra.”

Sr. John Herschel afirma que:

“Luas invisíveis existem no firmamento.” 

Sr. John Lubbock é da mesma opinião, e forneceu regras e fórmulas para calcular suas distâncias, períodos, etc. (40)

No encontro da Associação Britânica para o Avanço da Ciência, em 1850, o
presidente afirmou que:

“A opinião está ganhando chão, que muitas das estrelas fixas, são acompanhadas por
companheiras que não emitem luz.”

"As 'estrelas mutantes' que desaparecem por um tempo, ou são eclipsadas, ou tem supostamente muitos grandes corpos opacos girando sobre ou perto delas, então as escurecem
quando ficam em conjunção conosco.” (41)


< /br> Bessel, o maior astrônomo de nosso tempo, em uma carta para mim, em julho de
1844, disse:

"Eu de fato continuo na fé de que Procyon e Sirius são estrelas duplas, cada uma consistindo de uma visível e outra 'estrela invisível'. … Um laborioso inquérito acaba de ser completado por Peters em Königsberg; e um similar por Schubert, o cálculo empregado no North American Nautical Almanack, embasa Bessel.” (42)

A crença na existência de estrelas não luminosas foi prevalecente na antiga Grécia, e especialmente nos primeiros tempos do Cristianismo. Era afirmado que "entre as estrelas flamejantes que são alimentadas por vapor, há outros corpos terrosos imóveis, que permanecem invisíveis para nós!" Orígenes.

“Estrelas que são invisíveis e consequentemente não têm nome movem-se no espaço junto com aquelas que são visíveis.” Diógenes de Apolônica.(43)

Lambert em sua carta cosmológica afirma a existência de “corpos cósmicos negros de grande tamanho.” 

Agora que temos visto que a existência de corpos escuros que giram sobre objetos luminosos no firmamento tem sido admitida por observadores práticos desde os primórdios e que mesmo nos nossos dias tal massa de evidências tem sido acumuladas sobre o assunto, que astrônomos são compelidos a admitir que não apenas corpos escuros que ocasionalmente obscurecem as estrelas luminosas quando em conjunção, mas que corpos cósmicos de grandes tamanho existem, e
que “um pelo menos é anexado ao satélite da terra”. Este satélite escuro ou “satélite não luminoso” que quando em conjunção, ou em uma linha com a lua e um observador na terra, É A CAUSA IMEDIATA DE UM ECLIPSE LUNAR.

Imagem CGI ilustrando "planetas" negros
Cientistas na modernidade assumem que existe astros ou "planetas" escuros aos nossos olhos. Imagem: Metro


Aqueles que são ignorantes com os métodos de calcular eclipses e outros fenômenos, são inclinados a olhar sobre a exatidão de tais cálculos como poderosos argumentos em favor da doutrina da redondeza da terra e da filosofia newtoniana, geralmente. Uma das mais lamentáveis manifestações de ignorância da real natureza da astronomia teórica é o ardente questionamento que é tão
frequentemente feito, "como é possível que o sistema seja falso, que permite seus professores a calcularem a um segundo de tempo tanto o eclipse lunar quanto o eclipse solar centenas de anos antes?" a suposição que tais cálculos são uma parte essencial da teoria newtoniana ou qualquer outra teoria é completamente gratuita e exageradamente falaciosa e enganosa. Tanto faz a teoria que seja adotada, ou que todas as teorias sejam descartadas, os mesmos cálculos podem ser feitos. As tabelas das posições relativas da lua por qualquer fração de tempo são puramente práticas, o resultado de longas e contínuas observações, e podem ser ou não conectadas com hipóteses. Os arquivos necessários sendo tabulados, podem ser misturados com qualquer um, mesmo as mais opostas doutrinas, ou manter-se distinta de cada teoria ou sistema, simples como o operador possa determinar.

“Os defeitos considerados do sistema de Ptolomeu (que viveu no segundo século da era cristã), não o impediu de calcular todos os eclipses que aconteceriam 600 anos depois.” (44)

“As mais antigas observações das quais temos posse, que são suficientemente precisas para serem empregadas em cálculos astronômicos, são aquelas feitas na Babilônia, por volta de 719 anos antes da era cristã, de três eclipses da lua. Ptolomeu, que as transmitiu para nós, empregou-as para determinar o período da movimento médio da lua e portanto tinha provavelmente nada mais antigo do qual ele pudesse depender. Os caldeus, entretanto, fizeram longas séries de observações antes que eles pudessem descobrir seu 'Saros', ou período lunar de 6585 ⅓ dias, ou aproximadamente 18 anos, altura em que, como eles tinham aprendido, o lugar da lua, seu nó e apogeu retornam  aproximadamente à mesma situação com respeito à Terra e o sol, e, certamente, uma série de eclipses similares próximos ocorram.” (45)

“Thales (600 A.C) previu o eclipse que concluiu a guerra entre Medos e Lídios. Anaxágoras (530 a.C.) previu um eclipse que aconteceu no quinto século da Guerra Peloponesa.” (46)

“Hiparco (140 a.C.) construiu tabelas dos movimentos do sol e lua, coletou a soma de
tais eclipses tais como foram feitos por egípcios e caldeus, e calculou todos que vieram a acontecer
nos 600 anos seguintes.” (47)

“A precisão da astronomia nasce, não de teorias, mas de prolongadas observações e da regularidade dos movimentos, ou da uniformidade precisa de suas irregularidades.” (48)

“Nenhuma teoria particular é exigida para calcular eclipses, e os cálculos podem ser feitos com igual precisão, independente de toda teoria.” (49)

"Não é difícil construir uma noção geral para calcular quando ocorrerão eclipses. Isso pode ser facilmente concebido por longas observações continuadas sobre o sol e a lua, as leis de sua revolução podem ser tão bem entendidas que os lugares exatos onde ocorrerão nos céus, em tempos futuros, podem ser previstos e marcados em tabelas do sol e movimentos da lua, para que possamos assim verificar, inspecionando as tabelas no instante em que esses corpos estarão juntos no céu, ou em conjunção." (50)



O método mais simples de determinar qualquer eclipse futuro é pegar as tabelas que vêm sendo formadas durante centenas de anos de cuidadosa observação. Ou cada observador possa formar sua própria tabela através da coleta de um número ou velhos almanaques um para cada um dos últimos quarenta anos, separar os tempos dos eclipses em cada ano, e organizá-los em forma de tabela. Ao olhar sobre os vários itens, ele descobrirá rapidamente casos paralelos, ou "ciclos" de eclipse. Basta pegar os eclipses no primeiro ano da tabela, e examinar aqueles de cada ano seguinte para perceber as peculiaridades em cada fenômeno do ano, e ao chegar nos itens dos décimo nono e vigésimo anos, ele perceberá que alguns dos eclipses na parte anterior da tabela estarão agora repetindo. Isso quer dizer que os tempos e características serão semelhantes.

Se o tempo que se passou entre aqueles dois eclipses paralelos ou similares forem cuidadosamente registrados, e chamados de 'ciclo', será então uma coisa simples predizer qualquer futuro eclipse similar, porque, ao fim do 'ciclo', tal eclipse similar certamente ocorrerá ou, pelo menos, porque tais repetições de fenômenos similares têm ocorrido em cada ciclo entre dezoito e dezenove anos durante as últimas centenas de milhares de anos, isso pode ser racionalmente esperado que, se o mundo natural continua tendo as mesmas estruturas e características, tais repetições podem ser preditas por todo o tempo futuro. Todo o processo é nem mais nem menos complicado do que prever como um expresso de trem que tem sido observado por muitos anos passando sobre um determinado ponto e em um dado segundo, ou de cada décimo oitavo ano, então em um momento similar de cada ciclo ou de décimo oitavo dia, por uma centena ou mais de anos venham, o mesmo evento possa ser predito e esperado. Para descrever o dia de hoje e o amanhã, é simplesmente necessário determinar em que dia da semana o décimo oitavo dia ou o dia cíclico cai.


“REGRAS PARA ENCONTRAR TODAS AS PECULIARIDADES DE UM ECLIPSE LUNAR."

1º → Encontrar o real movimento de hora em hora da lua.

“ENCONTRAR O MOMENTO, MAGNITUDE E DURAÇÃO DE UM ECLIPSE LUNAR.”

“Façamos com que A B R (no seguinte diagrama) sejam uma seção da sombra da terra à distância da lua; S, n, o percurso descrito pelo seu centro, S, na eclíptica; M, n, a orbita relativa da lua; M, n, S, n, sendo consideradas linhas retas.

Desenhe S, o, perpendicular a S, n, e S, m, a M, n; então o, e m, estão nos lugares, com respeito a S, da lua em oposição, e no meio do eclipse.

Deixe que α = S, B = h + π - σ, o raio da seção da sombra.
λ = S, o, a latitude da lua na posição.
f = o horário relativo de movimento em longitude da lua na órbita relativa, M, n.
h = o horário de movimento da lua na órbita relativa.
g = o horário de movimento da lua em latitude.
μ = o semi-diâmetro da lua;

M, e N, são o lugar do centro da lua no momento de seu primeiro e último contato; portanto

Agora S m = λ cos n;

e m, o = λ sen n.

Se, portanto, t, e t´, são os momentos de oposição do primeiro e do último
contato,

A magnitude do eclipse, ou a parte da lua imersa.

= S u - S v.

= S u--S m + m, v.

=a - λ cos n + μ.

O diâmetro da lua é geralmente dividido em doze partes iguais, chamadas
dígitos; portanto, os dígitos eclipsados = 12 :: α - λ, n +μ : 2 μ

COR. 1.--Se λ cos n, for maior do que α + μ, t e t´ são impossíveis, e o eclipse não pode acontecer, como é evidente a partir da figura.

COR. 2.-- Exatamente da mesma maneira isso pode ser provado, se t e t´
são os momentos de oposição, do centro da sombra e lua estando em qualquer
distância c, 

COR. 3.--Se c = h + μ + σ + μ = o raio da penumbra, + o raio da lua, os
períodos da lua entrando e emergindo da penumbra são obtidos.

"O horário de movimento da lua é cerca de 32½´, e do sol 2½´, portanto o horário
relativo de movimento da lua é 30´; e o maior diâmetro de seção da distância da lua é 1° 31´
44″, um eclipse lunar pode durar mais de três horas." (51)

As fórmulas acima citadas são inteiramente supérfluas, porque elas não
acrescentam nada para nosso conhecimento das causas dos eclipses e não nos
permitem predizer nada que já não tenha ocorrido centenas de vezes. Consequentemente, todo o trabalho de cálculo é realmente esforço desperdiçado, e pode ser completamente dispensado ao adotar o simples processo referido na página 153, e chamando o que causa o eclipse da lua de “lunar eclipsor”, ou o satélite da lua, ao invés de “sombra da terra”, simplesmente como a lua é o
eclipsor do sol.

Conclusão

De fato, todos os cientistas observadores da natureza desde a antiguidade sempre reconheceram e consideraram em suas observações esses corpos celestes ou astros em nosso universo. Agora diante de tantas informações de peso de diversos cientistas de peso da história e ainda em nossos dias, outros mais considerando a existência desses corpos obscuros ou semi transparentes, como ainda manter a negação de que não são estes a causar os eclipses lunares em determinados períodos? Não é de se surpreender que surjam ainda, religiosos da bola tentando defender suas fantasias mesmo diante do empirismo esmagador que observadores atentos contemplam e provas e mais provas cientificas ao longo da história. E então o que achou dessas informações e explicações para os eclipses lunares numa terra plana? E você globolóide alucinado, ainda quer defender que a sombra da terra são as causas dos eclipses lunares? Para isso teriam que entrar em conflito com cientistas do vosso meio que atestam a existência de tais astros. O que vai ser?

Recomendo alguns vídeos em nosso canal Verdade Urgente: Eclipses Lunares


Fontes: 
Astronomia Zetética - A terra não é um globo
Tradução: Everaldo Robson Tolvai
39 "Herschel's Astronomy," pp. 521 e 616.
40 "Philosophical Magazine" de 1848, p. 80.
41 "Encyclopædia Londinensis." Art., "Fixed Stars."
42 "Physical Description of the Heavens." de Humboldt, p. 183, 1867.
43 Ibid. Notas, p. 71.
44 "Rise and Progress of Astronomy de Smith.
45 "Lectures on Natural Philosophy," p. 370. por Professor Partington. (Conferências de Filosofia Natural)
46 Professor Barlow, na "Encyclopædia Metropolitana," p. 486
47 "Encyclopædia Londinensis," vol. if., p. 402.
48 "Million of Facts." By Sir Richard Phillips. Page 358.
49 Somerville's "Physical Sciences," p. 46.
50 "Mechanism of the Heavens," p. 191. By Professor Olmstead, U.S. Observatory.
51 "Elements of Astronomy," p. 309, by W. Maddy, M.A., Companheiro de St. John's College, Cambridge
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