Terra Plana - Prova 46 - Ilha de Wight e Teodolito

Samuel Rowbotham como cientista e questionador do sistema de seu tempo realizou muitos experimentos comprovando que nunca existiu curvatura alguma e que toda pseudociência envolvendo o suposto globo terrestre era uma farsa. Uma ilustração muito impressionante do real formato do horizonte marítimo pode ser observada de terra firme na vizinhança de topo de Portsmouth Harbour. Observando sobre Spithead para a Ilha de Wight, a base da margem da ilha, aonde a água e terra chegam juntas, aparenta ser uma linha reta de leste a oeste, a uma distância de vinte e duas milhas terrestres (35,40km). Se um bom teodolito for direcionado nela, a linha mostrará que a linha de terra e água está perfeitamente horizontal, como mostrado na figura 19.




Se a terra fosse globular, os dois fins ao leste e ao oeste da ilha seriam de 80 pés (24,38mt) abaixo do centro no campo de visão do teodolito, como representado na figura 20.

Como prova que tal seria a aparência, o mesmo instrumento direcionado sobre qualquer objeto que seja curvado ao menor grau, será detectado e claramente mostrada a curvatura em relação à linha que cruza a b; ou a prancha de nível, empregada no experimento com a prancha publicado aqui, na figura 18, provará também a existência da mesma condição: que a margem da Ilha de Wight é, por vinte e duas milhas (35,40km), uma perfeita linha reta e ao invés de cair 80 pés (24,38mt) em uma curvatura aos lados do centro, como seria se existisse convexidade, ela é absolutamente horizontal.





Do Farol da Colina de Bidstone, próximo a Liverpool, por toda a distância da Ilha do Homem, em um dia claro com um bom telescópio, é distintamente visível, e apresenta a mesma linha de base horizontal como é observado na ilha de Wight.

De terra firme próximo ao Porto de Douglas, Ilha do Homem, por toda a extensão da costa de North Wales é frequentemente plenamente visível a olho nu 一 à distância que se estende do ponto de Ayr, na boca do Rio Dee, até Holyhead, não menos do que cinquenta milhas (80,46km). Se a o teste for aplicado, a linha, da qual o mar e a terra compartilham, será sempre perfeitamente horizontal, como mostrado no diagrama que segue na figura 21.




Ao passo que, se a terra fosse esférica e a superfície da água convexa, tal aparência não deveria existir. A aparência teria de ser necessariamente como é vista na figura 22.




Uma linha esticada horizontalmente em frente ao observador não somente mostraria as várias elevações da terra, mas mostraria também a declinação do horizonte H, H, abaixo da linha que cruza S, S. As cinquenta milhas de distância da costa Welsh ao ser vista ao longo do horizonte na Baía de Liverpool, teria uma declinação do centro de pelo menos 416 pés (126,79 mt) (25² x 8 polegadas = 416 pés e 8 polegadas). Mas como tal declinação, ou curvatura para baixo, não pode ser detectada, a conclusão inevitável pela lógica é que isso não existe.

O leitor sério pergunta se existe qualquer ou qual razão na natureza que impeça que a queda de 400 pés (121,92 mt) ou mais sejam visíveis aos olhos, ou porque é impossível de ser detectada por quaisquer meios óticos ou matemáticos. Essa questão é especialmente importante quando se considera que, à mesma distância, e sobre o contorno da mesma terra, mudanças de nível de pequenas jardas sejam rapidamente e inequivocamente perceptíveis.





Considerações e Conclusões

A  verdade é que anos e anos se passaram desde então e mais e mais testes continuam sendo realizados com base nos experimentos de Samuel Rowbotham e sempre se constatou que não existe curvatura em canto algum de nosso mundo plano terrestre e perfeitamente correto cientificamente de acordo com nossos sentidos. 

Se o leitor for guiado pelas evidências e pela razão, e influenciado pelo amor à verdade e à consistência, ele não pode sustentar que a terra é um globo.

Ele tem de sentir que tudo que tem de fazer é lutar contra a evidência dos sentidos, negar a importância de qualquer coisa anexada aos fatos e experimentos, ignorar completamente o valor do processo lógico e parar de confiar na indução prática.

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Fontes: 

Astronomia Zetética - A terra não é um globo (Páginas 36 à 38)



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