Terra Plana - Prova 48 - Observações do Horizonte

Será que se subirmos mais e mais alto realmente conseguiremos ver a tal esfericidade da terra como muitos acreditam? Embora muitos vídeos postados em nossos dias nos mostrem cenas completamente malucas onde o horizonte fica côncavo e convexo de um instante a outro com o balançar do objeto, como no caso de balões; isso não serve como prova, justamente porque são usadas lentes de efeito nas câmeras. E mesmo em filmagens mais estáticas como em jatos, ainda é possível flagrar o efeito de lentes como já mostrei por diversas vezes aqui. Em vídeos sem essas lentes, o horizonte se mostra plano sempre e aos níveis mais extremos côncavo como realmente nosso mundo é; semelhante a uma grande bacia contendo as águas dentro. Samuel Rowbotham já coletavaa informações a respeito disso em seu tempo.



Se pararmos sobre o convés de um navio, ou subirmos no mastro, ou subirmos sobre a terra em um balão e olhar sobre o mar, a superfície aparentará um plano vasto e inclinado subindo abaixo de nós, até que a uma determinada distância ele alcance o nível dos olhos e intercepte a linha de visão. Se um bom espelho plano for colocado verticalmente na direção oposta, o horizonte parecerá refletir com uma marca bem definida ou linha cruzando o centro, como representado na figura 25, H, H, o horizonte marítimo, o qual sobe e desce com o observador, e é sempre no nível do seu olho.


Se tomarmos uma posição onde a água o cerque, como no convés, ou no mastro de um navio fora da visão da terra, ou no topo de uma ilha longe do continente, a superfície do mar parecerá subir em todos os lados igualmente, e cercando-o como os muros de um imenso anfiteatro. Ele parecerá estar no centro de uma grande concavidade, uma vasta bacia. Um contorno circular que se expande ou contrai conforme se posiciona a uma altura menor, ou maior. Esta aparência é muito conhecida dos marinheiros que não é necessário dizer mais nada para embasar, mas a aparência vista de um balão é familiar também a pouquíssimos observadores e portanto será útil fazer a citação daqueles que já escreveram sobre o assunto.

A aparente concavidade da Terra quando vista de um balão

“Uma forma perfeitamente circular no planisfério abaixo, ou uma esfera côncava, se é que isso possa ser assim chamada. Eu atingi uma altura na qual a terra ficou com uma aparência oca ou côncava – uma ilusão ótica que aumenta quanto mais você se afasta. Na maior altura que atingi, que foi cerca de uma milha e meia (2,414km), a aparência do mundo ao meu redor foi como a forma, ou como se fosse feita com a colocação de dois espelhos colocados juntos nas extremidades, com o balão aparentemente no centro da cavidade o tempo todo de seu voo naquele elevação." – Wise's Aeronautics.

“Outro efeito curioso na ascensão aérea é que a terra, quando estamos nas maiores altitudes, aparece positivamente côncava, parecendo uma grande cesta negra, muito mais do que a esfera convexa tal qual naturalmente esperava-se ver... O horizonte sempre parece estar ao nível de nossos olhos e parece subir enquanto subimos, até que a distância da elevação da linha de contorno circular ao nível de nossos olhos se torne tão marcante que a terra tome a forma anômala côncava ao invés de um corpo convexo.” – Mayhew's Great World of London.

“A principal peculiaridade da vista de um balão a uma elevação considerável, foi a altitude do horizonte, que permanecia praticamente ao nível dos olhos, a uma elevação de duas milhas (3,218km), fazendo com que a superfície da terra parecesse côncava ao invés de convexa, e parecia recuar durante a rápida ascensão enquanto o horizonte e o balão pareciam estar parados.” – London Journal, July 18th, 1857. (Jornal de Londres, 18 de julho de 1857)




O Sr. Elliot, um aeronauta Americano, em uma carta registrando sua ascensão de Baltimore, assim fala sobre a aparência da terra de um balão:

“Eu já não sei quantas vezes eu já disse que os aeronautas devem ser muito céticos com respeito à redondeza da terra. A filosofia impõe a verdade sobre nós, mas a vista da terra da elevação de um balão é como se fosse uma imensa bacia terrestre. A parte mais funda dessa bacia está diretamente abaixo de nossos pés. Quando subimos, a terra abaixo de nós parece recuar – realmente mergulhando – enquanto o horizonte gradualmente e graciosamente levanta uma diversificada inclinação, se espalhando cada vez mais longe a uma linha que, na mais alta elevação, parece estar perto do céu. Assim, em um dia claro, o aeronauta sente como se estivesse suspenso a uma distância igual entre o vasto e côncavo oceano azul sobre a igualmente expandida base terrestre abaixo.”

Durante a importante subida de balão, recentemente feita para propósitos científicos pelo Sr. Coxwell e o Sr. Glaisher, do Royal Observatory, em Greenwich, o mesmo fenômeno foi observado.

“O horizonte sempre aparentava ao nível de um carro.” – Vide Relatório do Sr. Glaisher, em “Leisure Hour”, de 11 de outubro, de 1862.

“O plano da terra apresenta outra desilusão ao viajante no ar, para aqueles ela aparece como uma superfície côncava, e para quem pesquisa, a linha do horizonte é como um círculo ininterrupto, subindo em relação ao oco do hemisfério côncavo, como a borda de um espelho raso invertido, à altura do olho do observador, por mais alto que ele possa estar – a atmosfera azul acima se aproximando como um hemisfério correspondente reverso.” – Relatório de Glaisher, em “Leisure Hour”, de 21 de maio de 1894.

A aparência referida nos muitos textos acima é representada pelo seguinte diagrama na figura 26.


A superfície da terra, CD, parece subir ao nível do observador no carro do balão, e ao mesmo tempo, o céu, em AB, parece descer e se encontrar com a terra no horizonte em HH.

Considerações e Conclusão

Coisas observadas por pessoas comuns como o comportamento do horizonte diante de seus olhos ccomprovam que a terra é realmente plana e não o contrário. Se a Terra fosse realmente uma esfera, seriam esmagadores os testemunhos sem adulteração a favor de uma terra globular; mas a verdade é que a terra esférica que eles tem para nos mostrar esta baseada em crenças, mitos, fotos falsas ou distorcidas por meio de lentes de efeito. A natureza é como é e as verdades conferidas por Samuel Rowbotham se tornaram ainda mais evidentes em nossos dias e embora pareçam desatualizados os depoimentos que ele coletou; servem de provas juntamente com outros na história de que nosso mundo é plano e não esférico. Não perca muito mais provas como essas por aqui e sim, estrei postando muito mais e atuais também! Então se inscreva aqui no blog; lá no canal Verdade Urgente e comente o que achou esses relatos e compartilhe com outras pessoas mais essas provas!

Fontes:
Astronomia Zetética - A terra não é um globo (Páginas 46 à 48)




Comentários