Terra Plana - Prova 49 - Colimação e o Horizonte

Seguindo com mais provas coletadas e experimentos de Samuel Rowbotham que marcaram a história e despertou muitas pessoas para a realidade da criação; neste artigo ele demonstra mais uma vez através de experimentos o quanto nossos olhos captam a qualquer altitude que o horizonte é plano e não declina como se vivessemos realmente em uma esfera. Ele vai além e faz questão de mostrar como diversos instrumentos como telescópios e teodolitos precisam estar bem calibrados e alinhados para que não hajam conclusões errôneas quanto ao que é observado nos mesmos. Sendo assim, aqueles que tentam distorcer a realidade por meio de má calibração do instrumento esta equivocado quanto aos resultados que está propagando. 


Imagem exemplar do horizonte sempre "subindo" aos nossos olhos se mantendo em linha reta e plano. Imagem: Veja 


Grande Esquadro

No píer ocidental de Brighton (Sussex) um grande quadrado de madeira foi fixado em um carro, a superfície acima colocada no esquadro com uma linha de prumo, e direcionada para o leste, depois ao sul, e posteriormente a oeste. Ao olhar a superfície sobre a linha de visão em cada caso parecia tocar o horizonte HH como mostrado na figura 27.







A altura do quadrante era de 34 pés (10,36mt). Figura 27

Consequentemente se a terra fosse um globo, a água teria de ser curvada para baixo do píer, e o horizonte deveria estar a mais de sete milhas (11,265km) de distância, acrescido à elevação do quadrante no píer, e teria 68 pés (20,72mt) de acúmulo do horizonte HH, que deveria estar abaixo da linha de visão de AB, como mostrado no diagrama




Para tocar o horizonte em uma superfície convexa à linha de visão, AC, CB, deveriam ter um "mergulho" na direção CH. Como tal “mergulho” à linha dos olhos é requerido, a convexidade não pode existir.

Balão

No caso do balão a uma altitude de duas milhas (3,218km), o horizonte deveria ter estado a 127 milhas (204,387km) de distância e mais do que 10000 pés (3,048km) abaixo do topo do arco de água abaixo do balão e 20000 pés (6,096km) abaixo da linha de visão AB, como mostrado na figura 29, e o “mergulho” CH, de CB ao horizonte.



H, deveria ser tão grande que o aeronauta não teria dificuldades em observar, mas ao contrário disso, ele sempre observa o horizonte “ao nível dos olhos”, “subindo enquanto sobe” e “ à mais alta elevação, parecendo tocar o céu.”

Efeito de Colimação

O autor tem observado e testado essa aparente subida da água e do mar no horizonte ao nível dos olhos, e na linha da visão em ângulos retos com um prumo de muitos lugares diferentes. – na parte alta próximo a um Hipódromo, em Brighton, em Sussex, a partir de muitas montanhas na Ilha de Wight, em muitos lugares próximos a Plymouth, olhando em direção a Eddystone Lighthouse, o “Ingreme Hol”, em Bristol, na Colina de Howth, e no “Olho da Irlanda”, próximo a Dublin. Várias partes da Ilha do Homem, Arthur's Seat, próximo a Edinburgh. Os penhascos de Tynemouty, as rochas de Cromer em Norfolk, do topo do Monumento de Nelson, no Grande Yarmouthg e de muitos outras posições elevadas. Mas na Irlanda, na Escócia, e em muitas partes da Inglaterra, ele foi desafiado por pesquisadores a usar um teodolito, ou um nível comum para testar a aparência do horizonte. Foi afirmado que, através desse instrumento, quando "nivelado", o horizonte sempre apareceria abaixo da cruzeta, como mostrado na figura 30 CC, e a cruzeta HH, o horizonte.



Em cada ocasião quando a experiência foi feita, essa aparência foi vista, mas eles disseram que diferentes instrumentos davam diferentes graus de depressão horizontal abaixo da cruzeta. O autor viu uma vez que essa peculiaridade depende da fabricação dos instrumentos. Ele afirmou que aqueles de melhor qualidade, e do mais perfeito ajuste, sempre há um grau de refração, ou, como é chamado tecnicamente, “colimação”, ou uma suave divergência nos raios de luz a partir do eixo de visão, ao passar através das muitas lentes do teodolito. Colimação é o nome que se dá ao processo de alinhamento de lentes ou de espelhos em componentes ópticos, principalmente telescópios. Assim, após a colimação, os raios de luz ao penetrarem o telescópio não terão nenhuma obstrução. Para o telescópio fornecer uma excelente imagem, e não dificultar a visão do que é observado perdendo os detalhes mais preciosos, é preciso que seus espelhos refletores, em seu interior, estejam bem alinhados. Como exemplo de colimação pode-se citar o telescópio newtoniano.

Ele portanto utilizou um tubo de aço, de aproximadamente 18 polegadas (45,72cm) de distância com um dos lados fechado, exceto por uma pequena abertura no centro e no outro lado uma cruzeta foi fixada. Um nível foi então fixado, e tudo cuidadosamente ajustado. Ao direcionar o teodolito, de uma altura considerável, em direção ao mar e ao olhar através da pequena abertura na ponta, a cruzeta foi vista como que cortando ou caindo perto do horizonte, como mostrado na figura 31. Isso foi testado em vários lugares, e em diferentes altitudes, e sempre com o mesmo resultado. Mostrando claramente que o horizonte visível abaixo da cruzeta de um simples instrumento de nível é o resultado de refração, ao olhar através das várias lentes do telescópio, ou em qualquer instrumento com o mesmo tipo de construção, salvo se estiver sem as lentes, um diferente resultado é observado, e um precisamente é o mesmo tal qual é visto de um balão, de qualquer promontório (parte mais alta; saliência, proeminência, elevação.) e no experimento em Brighton, mostrado na figura 27.

Essas experiências comparativas são suficientes para a satisfação de qualquer observador apartidário que, em todo instrumento de nível, onde lentes são empregadas, há, por necessidade, mais ou menos divergência na linha de visão do eixo normal, ou real, e portanto que o pequeno acúmulo, talvez imperceptível em pequenas distâncias observadas, é considerável em distâncias de muitas milhas. Todo pesquisador experiente é completamente livre disso e de outras peculiaridades que existem em todo tipo de instrumentos e está sempre pronto a fazer os devidos descontos em importantes pesquisas.

Como uma prova a mais sobre o comportamento dos teodolitos, o seguinte exemplo simples pode ser experimentado. Escolha um pedaço de terra – um terraço, uma esplanada, um trilho de trem, ou um aterro, que seja perfeitamente horizontal por, digamos, quinhentas jardas (457,20mt). Coloque uma bandeira, de 5 pés (1,52mt) de altura, seja erguida em uma das pontas, e um teodolito ou nível fixado e cuidadosamente ajustado exatamente à mesma altura da outra ponta. O topo da bandeira será então visto um pouco abaixo da cruzeta, embora esteja na mesma altura, e está fixado sobre a mesma fundação horizontal. Se as posições da bandeirola e do nível forem então invertidas, o mesmo resultado será visto.

Outra prova será encontrada no seguinte experimento. Escolha algum promontório, píer, farol, ou pequena ilha e, a uma considerável altitude, coloque um bloco liso de madeira de qualquer tamanho, e deixe-o nivelado. Se, então, o observador olhar perto do bloco, e olhar ao longo da superfície em direção ao mar, ele vai encontrar que a linha de visão tocará o horizonte distante. Agora, coloque alguns níveis ou teodolitos propriamente e precisamente ajustados, e você descobrirá que, em cada um deles, o mesmo horizonte do mar aparecerá no campo de vista consideravelmente abaixo da cruzeta. Então, provar que as leituras de instrumentos telescópicos não são as mesmas do que ao olho nu.





Em um trabalho intitulado “A Treatise on Mathematical Instruments” (Um Tratado de Instrumentos Matemáticos), de J. F. Heather, M.A., do Royal Military College, Woolwich, publicado por Weale, High Holbor, Londres, elaboradas direções foram dadas para examinar, corrigir e ajustar a colimação e etc. e na página 103, aquelas orientações são concluídas com as seguintes palavras: "O instrumento estará agora ajustado perfeitamente em qualquer distância não excedente a dez cadeias (220 jardas), tendo como erro máximo apenas 1/1000 de um pé."

Nesse estágio do inquérito, duas questões aparecem naturalmente: primeiro, se a terra é plana, por que o mar parece levantar o tempo todo no eixo de visão? E, em segundo lugar, não teria a mesma aparência se a terra fosse um globo? É um fato simples, que suas linhas correndo paralelas por uma considerável distância irão, para um observador colocado entre elas e o fio, parecer convergir ou se juntarem no fim. O topo e o fundo dos lados de uma grande sala, ou um túnel igualmente entediante, fornecerá um bom exemplo dessa aparência, mas talvez uma ilustração ainda melhor seja dada por duas linhas metálicas de um grande pedaço de qualquer trilho de trem. Na figura 32 AB e CD representam as duas linhas de um pedaço reto de um trilho de trem horizontal. Se um observador se colocar em G, ele verá que as duas linhas aparentemente se encontra uma com a outra em direção a H, como no caso seguinte.



– G representa o olho do observador, primeiro, até as figuras 1 e 2, o espaço entre 1 e 2 será então visto pelos olhos em G, debaixo do ângulo 1, G, 2. Ao olhar até as figuras 3 e 4, o espaço entre 3 e 4 será visto abaixo do ângulo diminuído 3, G, 4. Uma vez mais ao olhar em direção aos pontos 5 e 6, o espaço entre os trilhos seriam representados pelo ângulo 5, G, 6 e, como poderá ser observado, quanto maior a distância observada, mais agudo será o ângulo aos olhos, e portanto, mais próximos os trilhos parecerão estar. Agora se um desses trilhos estiver em um arco de um círculo e divergir do outro, como no diagrama da figura 33, é evidente que o efeito sobre o olho em G, seria diferente do que é mostrado pelo diagrama na figura 32.



A linha G4, se tornaria uma tangente ao arco CD e nunca poderia se aproximar da linha GH, mais próximas do ponto T. o mesmo poderia se dizer das linhas desenhadas para 6, opostas a 5, e para maiores distâncias – nenhuma poderia levantar mais alta do que a tangente no ponto T. Consequentemente, descontando AB para representar o céu e CD a superfície da água de um globo. É evidente que AB, poderiam aparecer declinar ou descer ao ponto H, praticamente a um nível com os olhos em G, mas aquele CD, não poderia nunca, pela operação de qualquer lei da ótica, subir à linha GH, e portanto, qualquer observação feita em uma superfície globular, não poderia possivelmente produzir o efeito observado de um balão ou em qualquer experiência como aqui representada.

Considerações e Conclusões

A partir dos detalhes dados, os seguintes argumentos podem ser construídos:

Linhas retas, seguindo paralelamente, parecem se aproximar ao se distanciar.
A linha dos olhos, e a superfície da terra e do céu, correm paralelas uma à outra.
Logo, a linha do céu e da terra parecem se aproximar na distância.
Linhas que parecem se aproximar à distância são linhas paralelas.
A superfície da terra parece se aproximar da linha de visão;
Logo, a superfície da terra está paralela com a linha de visão.
A linha de visão é uma linha reta.
A superfície da terra está paralela ou equidistante;
Logo, a superfície da terra é uma linha reta – um plano.

Sendo assim, não existe qualquer possibilidade ou comprovação de que haja uma curvatura em qualquer lugar desse mundo, senão nos continentes onde há de fato irregularidades em solo firme e nada a mais. Mesmo isso não pode ser usado como prova, já que as águas do mundo destroem esse argumento por completo. Comente o que achou este artigo recheado de informações; se inscreva para receber as atualizações e compartilhe com outras pessoas para que saibam a verdade. E não deixe de conferir nosso canal no YouTube também.

Fontes: 
Astronomia Zetética - A Terra não é um globo (Páginas 49 à 55)
Info Escola - Colimação



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