Terra Plana - Prova 42 - Experimentos com Teodolito

Seguindo com mais uma série de provas da horizontalidade da terra e principalmente das águas em nosso mundo; dessa vez trago o experimento de Samuel Rowbotham com um teodolito à beira do rio Old Bedford e mais uma vez foi desbancada a suposta curvatura da terra. Esse rio foi muito explorado por ele por ser muito manso e bem niveladas as suas águas e assim se tornando um excelente lugar para testar a curvatura hipotética da terra bola molhada giratória. Antes de mais nada, vamos conhecer o que é um teodolito? O teodolito é um instrumento utilizado para medir ângulos em planos verticais e horizontais, sendo aplicado em trabalhos de geodesia, topografia, navegação e meteorologia.

Funciona com uma ótica montada num tripé, que permite liberdade de rotação horizontal ou vertical, e apresenta dois eixos equipados com círculos graduados, que podem ser lidos através de lentes de aumento, sendo que o círculo vertical que se move sobre o eixo horizontal deve estar a 90º quando o eixo horizontal é visto. No seu interior, possui prismas e lentes que ao desviarem o raio de luz permitem uma rápida leitura dos limbos graduados em graus, minutos e segundos.

Teodolito Antigo
Possivelmente Samuel Rowbotham tenha usado um desses para realizar este experimento. Imagem: 


Um excelente teodolito foi colocado na bancada norte do canal, no meio do caminho entre a Ponte Welney e a Velha Pont Bedford, que distam uma da outra 6 milhas (9,65 km), como mostrado no diagrama, fig. 7.


A linha de visão do teodolito nivelado demarcou os pontos BB, à mesma altura, dados os devidos descontos à refração, igual à altura do observador em T. Agora os pontos BB, estando três milhas (4,82 km) do ponto T, poderiam estar ao quadrado de três, ou nove vezes 8 polegadas (1,82 mt), ou 6 pés abaixo da linha de visão, C, T, C, como é visto no seguinte diagrama na figura 8.



Em várias ocasiões as seis milhas de água do Canal Old Bedford foi pesquisada pelo então chamado processo de adiantamento de nível, o qual consiste em simplesmente pegar uma vista, digo 20 séries, ou 440 jardas (402,33 mt), anotar o ponto observado, movendo o instrumento para frente àquele ponto, e tomando uma segunda observação; novamente movendo o instrumento para frente, uma vez mais 20 séries adiante, e assim sucessivamente por todo o percurso. Através desse processo, sem dar o desconto da convexidade, a superfície da água foi achada perfeitamente horizontal. Mas quando o resultado foi feito por muitos pesquisadores, houve uma controvérsia “que quando o teodolito era nivelado, ele era colocado em ângulos retos com raio da terra ー sendo a linha de visão uma tangente; e que quando era movido entre cada série e novamente nivelado, tornava-se uma segunda e diferente tangente e que a cada nova posição era realmente uma tangente nova" ー como mostrado no diagrama na figura 9, T1, T2 e T3, representando o teodolito nivelado em três posições diferentes, e portanto alinhado ao raio 1, 2, 3.



Consequentemente, nivelando para frente dessa maneira, dando completo abono para a redondeza, a redondeza ou abono para isso estará envolvida no processo. Este é um argumento muito engenhoso e plausível, pelo qual a visível contradição entre a teoria da redondeza e os resultados de nivelamento prático que tem enganado muitos matemáticos e geodesistas excelentes são explicados. Logicamente, entretanto, será visto que isso não é uma “prova” de redondeza e é apenas uma explanação ou conciliação de resultados com a “suposição” de redondeza, contudo não prova que exista.





A seguinte modificação foi portanto adotada pelo autor, de maneira que a convexidade, se existente, possa ser demonstrada. Um teodolito foi colocado no ponto A, na figura. 10, e nivelado. Ele foi direcionado sobre a bandeirola fixada em B até a cruz fixada em C 一 o instrumento A, a bandeirola fixada B, e a cruz fixada C, tendo exatamente a mesma altura.



O teodolito foi então levado até B, da bandeirola até C, e da cruz até D, os quais estavam seguramente como uma continuação da mesma linha de visão A, B, C, prolongados até D, a altura de D sendo a mesma A, B, e C. O teodolito foi novamente movido para frente até a posição C, da bandeirola para D e da Cruz ao ponto E 一a linha de visão à qual era seguramente um prolongamento de A, B, C, D até E. O processo foi repetido até F, e avançou por mais 20 séries até o fim das seis milhas do canal, paralelamente. Tendo assim entre o teodolito e a cruz de base, um objeto, que se tornou uma prova, ou guia pelo qual a mesma linha era continuada por toda a extensão pesquisada. O argumento ou explicação dependia da suposição da redondeza que dizia que a cada posição do teodolito era uma tangente diferente, foi completamente destruído. O resultado dessa pesquisa peculiar ou modificada e que foi repetida inúmeras vezes, foi de que a linha de visão e que a superfície da água corriam paralelas uma à outra e que, a linha de visão era, nessa instância, uma linha reta.

A superfície da água por seis milhas estava comprovadamente horizontal. Esse jeito de nivelamento para frente é muito exato e satisfatório, o que a ilustração extra possa mostrar claramente.

Na figura 11, A B C representam a primeira posição respectivamente do teodolito. A bandeirola, e a cruz de base, B C D a segunda posição; C D E, a terceira posição, e D E F a quarta, similarmente repetida através de toda a distância pesquisada.



As anotações aqui feitas em referência a um simples nivelamento para frente, aplicado com igual força ao que é chamado por pesquisadores de processo de visão de frente e trás, o qual consiste leitura da mesma distância tanto para trás, quanto para frente. Esse plano é adotado por necessidades óbvias de cálculo, ou descontos por causa da suposta convexidade da terra. Aplica-se, entretanto, exatamente a mesma prática, se a base ou linha de pesquisa for horizontal ou convexa. Mas assim a forma foi provada, fica evidente que o nivelamento de visão de frente e trás é algo completamente desnecessário, além de ser uma perca de tempo e trabalho. Nivelar para frente sobre um bastão ou objeto de prova, como explicado no diagrama na figura 11, é um método muito mais eficiente do que qualquer outro método, e tem a grande vantagem de ser puramente prático e não envolver qualquer consideração teórica. Sua adoção ao longo da bancada de qualquer canal, ou lago, ou água parada de qualquer espécie, ou mesmo ao longo da beira da praia de qualquer mar aberto, mostrará de maneira completamente satisfatória que a água é sempre horizontal.

Considerações e Conclusões

E como sempre na história da humanidade desde os gregos com suas fantasias não constatadas, lá estavam os contradizentes alegando coisas sem nexo que logo foram desbancadas. Mas isso sempre foi assim e sempre será; visto que a mentira não prevalece sobre a verdade e nem a fantasia sobre o óbvio. Mintam! Xinguem! Expliquem teoricamente! Montem muitas imagens digitais e animações! Mas a realidade clama contra vocês! Deixe seu comentário sobre esse experimento emudecedor de globolóides e compartilhe para que mais pessoas conheçam ele. Inscreva seu email para receber novos artigos e conheça também nosso canal no YouTube pelo mesmo nome: Verdade Urgente.

Fontes: 
Astronomia Zetética - A terra não é um globo (Páginas 26 - 30)
Teodolito



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