Terra Plana - Existem Satélites Meteorológicos?

Como chegam até nós os resultados meteorológicos? Como o pessoal mede as condições climáticas com certa precisão? Como sabem onde haverá possibilidade de chover ou fazer muito Sol? Tudo isso é feito por satélites orbitadores? Bem, segundo alguns heliocentristas enganadores e seguidores da doutrina das coisas que flutuam sem explicação, sim; as aferições são feitas por satélites. Mas como sempre tenho mostrado aqui; esse negócio de satélites orbitando e principalmente estacionado exercendo qualquer função que seja é mentira e ridículo. Atenção! Relembrando que os satélites existem sim! Mas não da forma como eles nos mostram em suas imagens feitas em Photoshop e softwares de criação de imagens 3D certo? São equipamentos pendurados em balões e o restante de sinais ou aferições que sejam transmitidos ou realizados são por torres e equipamentos que revelarei neste artigo. Pasme, nunca que as previsões foram realizadas por satélites orbitadores! Antes de ler o artigo, recomendo que de uma espiada em outros artigos sobre o assunto:

Satélites da série GOES da NASA
Com essas ilustrações e informações a NASA prega que afere o clima com estes satélites. Imagens: GOES


Satélite meteorológico


Um satélite meteorológico é um tipo de satélite artificial que é primariamente usado para monitorar o tempo e o clima da Terra, embora monitorem também efeitos da atividade humana, como luzes das cidade, queimadas, níveis de poluição, além de auroras polares, tempestades de raios e poeira, superfícies cobertas por neve e gelo, desmatamento e correntes oceânicas, entre outros. As imagens dos satélites meteorológicos ajudam no monitoramento das nuvens liberadas por vulcões como o Monte Santa Helena e da atividade de outros vulcões como o Etna. A fumaça da queimada de florestas também pode ser monitorada.

Outros satélites ambientais podem detectar mudanças na vegetação da Terra, no estado do mar, na cor dos oceanos, e regiões geladas. Por exemplo, o grande vazamento de óleo que ocorreu em 2002 na costa oeste da Espanha foi acompanhado cuidadosamente pelo satélite europeu ENVISAT, o qual, apesar de não ser um satélite meteorológico, possui um instrumento (ASAR) capaz de detectar mudanças na superfície dos mares e oceanos. O El Niño e seu efeito sobre o tempo foi monitorado diariamente por meio de imagens de satélite. O buraco na camada de ozônio é mapeado por meio de dados de satélites meteorológicos. Coletivamente, satélites meteorológicos dos Estados Unidos, Europa, Índia, China, Rússia e Japão permitem observações quase contínuas do tempo sobre todo o planeta. 

Desde 1975, os Satélites Ambientais Operacionais Geoestacionários (GOES) forneceram imagens e dados contínuos sobre as condições atmosféricas e a atividade solar (tempo espacial). Eles até ajudaram na busca e resgate de pessoas em dificuldades. Os produtos de dados GOES levaram a previsões climáticas mais precisas e oportunas e a uma melhor compreensão das condições climáticas a longo prazo. A Administração Nacional de Aeronáutica e do Espaço (NASA) constrói e lança o GOES, e a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) os opera. Em outubro de 2015, a NOAA comemorou o 40º aniversário do lançamento do primeiro satélite GOES. Em outubro de 2015.





Tem muito mais detalhes e versões dos supostos satélites da NASA nas fontes; sinta-se a vontade em conferir pessoalmente cada versão dos mesmos e suas funções.

Verdadeiros Satélites Meteorológicos 

Segundo os enganadores e enganados (até inocentes), dentre tantas mentiras que esses satélites fazem acontecer e pretendo desmentir tudo aos poucos com muita pesquisa; eles são os responsáveis por fazer o acompanhamento e previsão do tempo; mas será que realmente isso é verdade? Ou realmente são um pretexto enorme para tentar comprovar o universo heliocêntrico e suas mentiras e também ganhar muito dinheiro a partir do apoio dos governos? Infelizmente mostrarei mais uma vez a verdade com fatos que não vão agradar a muitos. Na verdade todas as aferições referentes ao clima são feitos por equipamentos convencionais terrestres que não possuem conexão alguma com satélites orbitadores ou geo-estacionários mentirosos. Como são muitos equipamentos e o artigo ficaria muito poluído com as imagens, eu resolvi criar links para que possam conhecer melhor cada equipamento e suas informações técnicas em detalhes em outras páginas; então se quer realmente descobrir a verdade, não seja preguiçoso e tenha paciência de ler tudo! 

A aquisição de conhecimentos relativos ao tempo é um objetivo do ramo da ciência denominada meteorologia. Os fenômenos meteorológicos são estudados a partir das observações, experiências e métodos científicos de análise. A observação meteorológica é uma avaliação ou uma medida de um ou vários parâmetros meteorológicos. As observações são sensoriais quando são adquiridas por um observador sem ajuda de instrumentos de medição, e instrumentais, em geral chamadas medições meteorológicas, quando são realizadas com instrumentos meteorológicos. Portanto, os instrumentos meteorológicos são equipamentos utilizados para adquirir dados meteorológicos  (termômetro/temperatura do ar, pressão atmosférica/barômetro, higrômetro/umidade relativa do ar etc). A reunião desses instrumentos em um mesmo local, é denominada estação meteorológica. E o conjunto dessas estações distribuídas por uma região, é denominado rede de estações meteorológicas.





Anemógrafo - Registra continuamente a direção (em graus) e a velocidade instantânea do vento (em m/s), a distância total (em km) percorrida pelo vento com relação ao instrumento e as rajadas (em m/s).

Anemômetro - Mede a velocidade do vento (em m/s) e, em alguns tipos, também a direção (em graus).

Barógrafo - Registra continuamente a pressão atmosférica em milímetros de mercúrio (mm Hg) ou em milibares (mb).

Barômetro de Mercúrio - Mede a pressão atmosférica em coluna de milímetros de mercúrio (mm Hg) e em hecto pascal (hPa).

Evaporímetro de Piche - Mede a evaporação - em mililitro (ml) ou em milímetros de água evaporada - a partir de uma superfície porosa, mantida permanentemente umedecida por água.

Heliógrafo - Registra a insolação ou a duração do brilho solar, em horas e décimos.

Higrógrafo - Registra a umidade do ar, em valores relativos, expressos em porcentagem (%).

Microbarógrafo - Registra continuamente a pressão atmosférica - em milímetros de mercúrio (mm Hg) ou em hecto pascal (hPa), numa escala maior que a do Barógrafo, registrando as menores variações de pressão, o que lhe confere maior precisão.

Microbarógrafo
Alguns instrumentos não encontrei uma ficha completa para direcionar via link; mas todos refutam o tal satélite. Imagem: La Molina


Piranógrafo - Registra continuamente as variações da intensidade da radiação solar global, em cal.cm­².mm­¹.

Piranômetro - Mede a radiação solar global ou difusa, em cal.cm­².mm­¹.

Pluviógrafo - Registra a quantidade de precipitação pluvial (chuva), em milímetros (mm).

Pluviômetro - Mede a quantidade de precipitação pluvial (chuva), em milímetros (mm).

Psicrômetro - Mede a umidade relativa do ar - de modo indireto - em porcentagem (%). Compõe-se de dois termômetros idênticos, um denominado termômetro de bulbo seco, e outro com o bulbo envolvido em gaze ou cadarço de algodão mantido constantemente molhado, denominado termômetro de bulbo úmido.

Tanque Evaporimétrico Classe A - Mede a evaporação - em milímetros (mm) - numa superfície livre de água.

Termógrafo - Registra a temperatura do ar, em graus Celsius (°C).

Termo higrógrafo - Registra, simultaneamente, a temperatura (°C) e a umidade relativa do ar (%).

Termômetros de Máxima e Mínima - Indicam as temperaturas máxima e mínima do ar (°C), ocorridas no dia.

Termômetros de Solo - Indicam as temperaturas do solo, a diversas profundidades, em graus Celsius (°C).




Considerações e Conclusões

Depois ainda tem gente que me xinga, esculacha e zomba nos comentários e por estes motivos e por toda arrogância animal que alguns expressam aqui e nas redes sociais defendendo o indefensável que uso com todo direito meu tom irônico e zombeteiro. Estou a tempos mostrando a verdade com o máximo de fatos necessários que o heliocentrismo é uma farsa e a Terra é plana e ainda tem camaradas que ficam enchendo as paciências feito jegues urrando? Tenha santa paciência! Se você é um curioso de plantão ou alguém que ainda que anonimamente busca tirar suas dúvidas, tenha meu respeito; agora se você é um arrogante doutrinado do sistema que se recusa a ver a verdade por conta do seu diploma de merda pseudo-científico, seu canal, blog ou rede social com anos de mentiras propagados; receba meu escárnio e meus sinceros sentimentos de que seus olhos se abram e se converta dos seus enganosos e maus caminhos... Eu lamento sinceramente combater sua arrogância com a verdade mas não me curvarei diante de nenhum babaca presunçoso que apareça com mentiras seja onde for!

Dada essa deliciosa nota de alerta; quero então ressaltar mais uma vez com muito prazer que retardado é você que depois de tantas provas e verdades documentais e sérias ainda queira acreditar que satélites voadores sem balões ficam girando pelo globo maluco ou estacionados (sabe-se lá como) fazendo essas medições de clima. Deixa de ser alienado inocente! Não existem satélites orbitadores e muito menos estacionários! Será que todos estes aparelhos mostrados aqui com todas as suas funções e especificações não te despertaram dessa crença vã? Eles querem que pense que é possível qualquer lixo deles ficar lá em cima "livre da gravidade caindo para sempre". Conversa fiada! Não existe nada que pare lá em cima sem asas, hélices ou sem balões! E se quiser manter sua devoção à NASA com seus satélites GOES da imaginação; é seu direito; mas não banque o inteligente por aqui. Deixe sua refutação, complementação e opinião sincero sobre o artigo; compartilhe a verdade com outras pessoas e se inscreva para saber mais sobre os supostos satélites.  

"Pois nada há de oculto que não venha a ser revelado, e nada em segredo que não seja trazido à luz do dia." Mateus 4.22

Fontes: 

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