25 Nomes de cientistas criacionistas em várias matérias

Isaac Newton
Em algumas conversas com ateus por aí na web e lendo suas publicações e textos, pude perceber que muitos deles, por ignorância ou não, acabam afirmando que a religião atrasa os avanços científicos que fazem bem a humanidade.

Eu presumo que eles estejam falando sobre as pesquisas com células tronco, cirurgias de mudança de sexo e outras mais pautada na Palavra de Deus, a igreja tem se colocado na linha de frente para esclarecer o que há de ruim nisso e do porque Deus não se agrada dessas coisas. Mas não é bem sobre isso que quero falar nesse artigo.

Eles também dizem que somos inocentes quanto a matéria da ciência e que os maiores cientistas foram ateus e como já citei, só atrasamos os avanços em prol da humanidade.

Como sempre indignado com essas conversas permeadas de mentiras, arrogância e superficialidade, resolvi expor a verdade aqui no blog e só por enquanto, mostrar apenas alguns nomes de cientistas que realmente praticaram a boa ciência desprovida das contaminações doutrinárias de Darwin e do evolucionismo e fizeram bem a humanidade.

Cientistas cristãos famosos

Para você que é ateu e já falou o que não devia sem conhecimento, deixo aqui uma lista com alguns nomes de cientistas cristãos e criacionistas de diversas ciências para esclarecer verdades de que não somos tão simples e analfabetos quanto pensam, de que estamos sim fazendo bem a humanidade e que não são todos os cientistas ateus. Saca só:

25 nomes grandes em diversas matérias

Bom, se depois dessa alguém continuar com mentiras que não temos feito progresso alguma para a humanidade e nem temos conhecimento além das Escrituras, já considerarei uma ofensa animal e irracional contra mim e meus irmãos.

Futuramente estaremos falando um pouco sobre estes homens e seus trabalhos e conhecimento se possível. Quer saber mais verdades sobre Deus, a Bíblia, o cristianismo e outros assuntos referentes? Não deixe de acompanhar os artigos do Verdade Urgente e sinta-se a vontade em comentar, criticar, argumentar e complementar os artigos.



Sobre o Autor:
Ricardo F.S é administrador da empresa Ricardo Arts em Valparaíso e dos blogs Blog Ricardo Arts,Dinheiro sem Limite e Processo Blogs na internet. Possui curso completo de informática e internet e possui anos de conhecimento com blogs. Atualmente trabalha como letrista, desenhista e pintor; prestando serviços também na web com design. Para saber mais clique aqui.





Comentários

  1. Quantos cientistas respeitáveis são criacionistas desde que Darwin publicou A Origem das Espécies? Buscar em pessoas anteriores a ele e sua explicação científica da vida pessoas supostamente "criacionistas" é um subterfúgio desonesto que revela a pouca ou nenhuma base sobre a qual edificam suas crenças. É digno de pena, riso e indignação.

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    1. Sério? Acho que não entendeu o foco desse artigo meu amigo... Eu escrevi esse artigo para mostrar que existiram e existem cientistas que sempre acreditaram em Deus com fé ou mesmo desconfiam dessa existência pelos fatos que descobriram no universo e em tudo quanto existe.

      Digno de pena, riso e indignação é seu comentário precipitado e sem base de conhecimento. Por favor, pesquise mais antes de comentar banalmente assim: Cientistas Criacionistas Modernos .

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  2. Assitam o filme uma questão de fé. OS evolucionistas tem muito o que aprender, pq o evolucionismo não prova nada, é apenas uma teoria. Se Eu não posso provar Nada com o estudo do evolucionismo, prefiro ficar com a minha fé na palavra de Deus!

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    1. A paz do Senhor meu irmão Duarte!Obrigado por ler e comentar e como foi sensato e verdadeiro em seu comentário! Resumindo: O evolucionismo não é mais que um caso de fé! E se tratando de provas, temos registros num livro histórico cuja a autenticidade tem sido comprovada a cada ano! Muito contrário a TEORIA da evolução! Deus abençoe sua vida!

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  3. Eu queria que indicassem o nome de 25 cientistas da actualidade que sejam criacionistas, mormente criacionistas da Terra Jovem.

    Agora citar cientistas falecidos há centenas de anos é desonesto, sim..
    Por exemplo colocar Nicolau Copérnico e Galileu entre cientistas criacionistas é totalmente absurdo.

    Estes e outros foram cientistas que formularam hipóteses e teses que iam contra os dogmas da Igreja, por isso foram condenados pela inquisição, como Galileu, Giordano Bruno e outros. E os que não foram eram ostracizados pela sociedade..

    A Igreja foi culpada pelo atraso da ciência em séculos, e não fora o arrojo de muitos cientistas em fazerem tábua rasa de dogmas e se valerem da razão e da crítica, ainda hoje estaríamos na idade média.

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  4. Valeu pelas dicas. Faz muito tempo que escrevi este artigo e hoje o número aumentou ainda mais e já vou aproveitar e atualizar o mesmo, aproveitando seu comentário. Mas saber quem acredita numa terra jovem é um pouco mais complicado e exigiria um tempo de pesquisa mais intenso e longo. E como você não quer fazer isso, imagino que espera que eu faça ou se não fizer por qualquer motivo, ficará insinuando que não existe mais nomes.

    Citar cientistas falecidos é trazer à memória tais nomes e não tem nada de desonesto nisso se eles existiram mesmo e foram de tais opiniões. E sobre Nicolau Copérnico, ele se formou padre se não estudou afinco:

    https://www.verdadeurgente.com.br/2021/11/nicolau-copernico-heliocentrismo.html

    E Galileu também era cristão católico:

    http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDR85748-8489,00.html#:~:text=O%20CAT%C3%93LICO%3A%20%C3%89%20errado%20pensar,e%20Ptolomeu%20%5Bastr%C3%B4nomo%20grego%5D.

    Suas descobertas realmente foram contra crenças e o modelo vigente de então, e isso hoje para mim já foi um upgrade desastroso no que diz respeito à ciência de verdade. E sobre o que disse da igreja atrasar a ciência, isso é uma acusação que cabe à igreja romana que perseguia mesmo protestantes , ateus, bruxas e os cientistas magos e ocultistas como eram muitos conhecidos a princípio.

    Na verdade, embora admita que a CIÊNCIA nos trouxe muito avanço benéfico; a parasitagem PSEUDOCIENTÍFICA trouxe em suas asas a PREGUIÇA MENTAL, PARALISIA DE PERCEPÇÃO SENSORIAL e mesmo IMBECILIDADE para a humanidade com suas CRENÇAS ATEÍSTAS; COSMOLOGIA IDOLÁTRICA e MUNDO FANTASIOSO IMAGINADO.

    Trocaram uma crença por outra e perigosa. Crenças que esvaziam o homem; o tornam dependente de outros homens e os empurram para matadouros gritando "VIVA A CIÊNCIA! VIVA O SUS!" e aberrações do tipo. Os fazendo crer que vivem por viver; morrerão por morrer e que do NADA vieram e para o NADA tornarão; sem espírito e sem alma, porque não veem o invisível. Só porque alguém lhes ensinou assim. Isso é FÉ CEGA.

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  5. Citar cientistas falecidos é trazer à memória tais nomes e não tem nada de desonesto nisso se eles existiram mesmo e foram de tais opiniões. Quais opiniões?
    Citar cientistas falecidos, como criacionistas, quando na verdade essa nomenclatura nem existia na época é desonesto, sim.
    É desonesto ainda atendendo à época em que viveram, pois ao tempo quem não fosse cristão era perseguido e marginalizado pela sociedade. Vide Galileu, Giordano Bruno e outros.
    O Index Librorum Prohibitorum, em tradução livre o “Índice dos Livros Proibidos”, teve sua primeira versão promulgada pelo Papa Paulo IV em 1559 e estabeleceu uma lista de publicações literárias que eram proibidas pela Igreja Católica e as regras para que um livro entrasse nessa lista eram teorias que a Igreja Católica Apostólica Romana não apoiasse (Cambridge, 1999). Nessa lista estavam livros que iam contra os dogmas da Igreja e que continham conteúdo tido como impróprio.
    Muitos pensadores e cientistas entraram nesta lista: Giordano Bruno, Nicolau Maquiavel, Voltaire, Erasmo de Roterdão, John Locke, Berkeley, Denis Diderot, Blaise Pascal, Thomas Hobbes, René Descartes, Rousseau, Montesquieu, David Hume ou Immanuel Kant, Pascal, Dante de Alighieri (na qual a igreja Católica idealizou a noção actual de inferno, bem caracterizada nos quadros de Botticelli), Descartes, Jean-Jacques Rousseau.
    O Índice dos Livros Proibidos só foi abolido em 1966 pelo Papa Paulo VI.
    Por isso eu disse que a Igreja foi culpada pelo atraso da ciência em séculos, e não fora o arrojo de muitos cientistas em fazerem tábua rasa de dogmas e se valerem da razão e da crítica, ainda hoje estaríamos na idade média.

    A parasitagem pseudocientífica é composta pelos chamados “cientistas” de criação ou criacionistas, mesmo os que professam o “Design Inteligente”, que de cientistas não têm nada.
    Na verdade, uma pseudociência é qualquer tipo de informação que se diz ser baseada em factos científicos, ou mesmo como tendo um alto padrão de conhecimento, MAS QUE NÃO RESULTA DA APLICAÇÃO DE MÉTODOS CIENTÍFICOS.
    É uma reivindicação, crença ou prática que se apresenta como científica, mas não adere a um método científico válido, carece de provas ou plausibilidade, não podendo ser confiavelmente testado, ou de outra forma, não tem estatuto científico.
    A PSEUDOCIÊNCIA É FREQUENTEMENTE CARACTERIZADA PELO USO DE AFIRMAÇÕES VAGAS, EXAGERADAS OU IMPROVÁVEIS, UMA CONFIANÇA EXCESSIVA NA CONFIRMAÇÃO, EM VEZ DE TENTATIVAS RIGOROSAS DE REFUTAÇÃO, A FALTA DE ABERTURA PARA A AVALIAÇÃO DE OUTROS ESPECIALISTAS, E UMA AUSÊNCIA GENERALIZADA DE PROCESSOS SISTEMÁTICOS PARA DESENVOLVER TEORIAS RACIONALMENTE.
    No caso dos “cientistas”criacionistas é que se pode dizer COM TODO O FUNDAMENTO que têm preguiça mental e mesmo imbecilidade.
    Ex.: Adauto Lourenço.
    Por outro lado, a acusação cabe à igreja romana, porque na altura as Igrejas Protestantes (que hoje são milhares) estavam então só a nascer, o que originou conflitos religiosos travados sobretudo na Alemanha entre 1618 e 1648, mas que envolveram boa parte dos países da Europa Ocidental.
    As Igrejas Protestantes só tiveram início em 1517 com Martinho Lutero.
    CONTINUA


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  6. CONTINUAÇÃO
    O que chama de Cosmologia Idolátrica e Mundo Fantasioso Imaginado, faz-me lembrar A AURA EM QUE FORAM ENVOLVIDOS OS CIENTISTAS NA ALTURA DA INQUISIÇÃO.
    Galieu, Nicolau Copérnico, Kepler e tantos, tantos outros, na altura também eram considerados descobridores de uma Cosmologia Idolátrica, pois ia contra os dogmas estabelecidos pela Igreja.
    MAS ESTÁ ENGANADO: A cosmologia, não idolátrica, mas mitológica, é baseada nos mitos da criação, NA CRENÇA DE DEUSES, ou mesmo de um só Deus. Trata-se de uma cosmologia religiosa, NÃO CIENTÍFICA.
    Actualmente Vivemos em uma sociedade onde a ciência e a tecnologia têm um papel fundamental, formando um dos pilares essenciais da civilização moderna. Assim, é natural que as perguntas acima também sejam formuladas dentro de um contexto científico, o que significa que a sociedade moderna também foi capaz de produzir uma cosmologia, porém baseada na ciência e tecnologia.
    Tal cosmologia científica foi gerada após um longo processo de desenvolvimento e amadurecimento da ciência moderna, ocorrido durante séculos, até que esta alcançou um grau de desenvolvimento onde as ciências físicas puderam formular as questões acima dentro de seus próprios critérios científicos e responder, pelo menos parcialmente, essas perguntas. Esse conjunto de respostas e a actividade de responder às perguntas cujas respostas ainda não são inteiramente satisfatórias, dentro dos critérios de qualidade da pesquisa científica moderna, formam actualmente uma área de pesquisa de intensa actividade conhecida como cosmologia científica moderna.

    A crença não configure nada de verdadeiramente real fora dela, apenas consola o espírito (a mente) de quem crê.

    Para lá da crença, porém, é bom que tenhamos bem presente a realidade das coisas naturais, e o fim do ciclo que a vida é, tendo o seu ponto final na irremediável morte. Ciclo que no reino vegetal é sazonalmente renovável até ao definitivo fim da árvore. Todas as Primaveras nos mostram a ressurreição da vida, cuja morte o Outono anuncia e o Inverno confirma.

    Mas no reino animal, ao qual indubitavelmente pertencemos (por muito que a fé dos religiosos afirmadores da Criação, garantam a nossa origem divina separada da Natureza), o ciclo da vida não tem intermitências como no reino vegetal, e não há ressurreição, renovação da vida após a morte.

    O prazo de validade de um animal, seja humano ou besta, está registado nos genes, ninguém lhe foge, e não é renovável anualmente como é o ciclo de uma macieira que “morre” no Outono e “ressuscita” na Primavera... se, entretanto, um machado não lhe decepar o tronco!...

    A CONSCIÊNCIA DE UM ATEU É BALIZADA POR ESTA ORDEM NATURAL QUE DIZ SER A MORTE IRREMEDIÁVEL E PERENE... MAS ENCARANDO, SEMPRE COM ALEGRIA, O USUFRUTO DA VIDA QUE MERECE, E DEVE, SER VIVIDA EM PAZ E HARMONIA, E COM “ESPÍRITO DE MISSÃO” NA CONSTRUÇÃO DA SOCIEDADE.

    A vida de quem morre é como a chama da vela que consumiu a estearina até ao fim e não tem mais matéria combustível para que possa continuar a arder.

    Extinta a chama, ela não se traslada para outro lugar. Apagou. Morreu irremediavelmente. Nós, seres humanos, temos um cérebro maravilhoso... ele é um verdadeiro manual de instruções para todas as ocasiões. Por isso idealizamos, para nosso consolo, que a morte não tem fim, sobrepondo-se-lhe a eternidade!

    Mas a eternidade só é real na História. Na nossa memória.

    Depois da minha morte eu continuarei vivo na memória de quem me recorda. Quando morrer a última pessoa que tem memória de mim... aí acontecerá a minha segunda e derradeira morte.

    Conseguirei a "eternidade" se os factos que fizeram a minha vida estiverem registados em documentos para memória futura... mas mesmo essa "eternidade" só o será para um ou outro estudioso de biografias... e também terá o seu fim.


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  7. Só para constar: Álvaro e Marques é a mesma pessoa.

    Hoje mais de um bilião (à volta de 16% da popilação mundial) de pessoas são consideradas não-religiosas, onde se incluem os Ateus.
    É um número superior à população mundial do ano 1571 (quando nasceram os movimentos protestantes) pois que só por volta de 1800 a população mundial chegou a um bilião de passoas.
    Assim sendo, não interessa denegrir os Ateus, porque eles serão tantos mais quanto menos for a falta de cultura científica das pessoas.
    Porque é que quanto mais educação científica e mais modernas se tornam as sociedades, menos espaço ocupa a religião na cultura, na sociedade e na consciência individual?
    Será porque a fé é a crença ilógica na existência do improvável? ou porque duas mãos trabalhando fazem mais que milhares unidas rezando?
    O objetivo magno da educação é formar pensadores criativos, com mentalidade crítica, capazes de tomar decisões adequadas, de exercerem a sua cidadania de forma ativa, que possam verificar, ao invés de aceitar tudo o que lhes é oferecido.

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    1. Bom, vou tentar ser menos filosófico, extenso e cansativo e resumir todos os seus comentários aqui. Sem ofensas quanto às descrições dos mesmos ok?

      1. "CRIACIONISTA" pode ser um termo recente, mas a essência do que defendia cada cientista se encaixa no todo ou em parte no conjunto de crenças e pesquisas.

      2. Filosofia, Bruxaria, Magia, Esoterismo, Alquimia ou mesmo Protestantismo tiveram suas parcelas na construção dessa pseudociência parasita que implantou o ateísmo misturado com idolatria no que recebemos nas escolas misturado com ciência real, empírica e aplicável. Infelizmente é necessário separar as coisas.

      3. A idade das trevas convém a igreja romana e não sou contra a ciência benéfica e advinda do Deus de toda sabedoria que não se alinha com a vinda das mentes corrompidas no delírio e filosofia vazia. Mas abomino delírios, animações infundadas e hipóteses matemáticas enganosas.

      4. Chamar quem quer que seja de preguiçoso mental ou outras etiquetas por discordar deles não altera nada. O negócio é REFUTAR ou DESMENTIR os argumentos, provas e lógicas propostas. Isso sim é debater com sensatez.

      5. Falar de fatos científicos e não científicos é falar, por exemplo sobre te fazerem acreditar que TUDO surgiu e evoluiu do NADA ABSOLUTO; que VIDA surgiu a partir da NÃO VIDA; que água se molda ilogicamente numa esfera rotacionando; onde magicamente uma força NUNCA EVIDENCIADA mantém tudo preso a ela e assim por diante. Isso é ciência? Pode ter sido construída por centenas de anos; mas não se sustenta...

      6. Vida após a morte não é assunto para a pseudociência que descarta e trabalha apenas no campo da obscuridade. Já existem ramos de ciência naturais que estudam experiências de quase morte e coletam relatos de pacientes pesquisando sobre o assunto. Sobre suas CRENÇAS de vida eterna em memória de vivos que ficam; concordo e respeito seus limites de entendimento. Eu abraço nesse além, tanto as revelações espirituais nas Escrituras quanto aguardo crente as promessas do Salvador Jesus Cristo, a maior evidência de ressurreição e eternidade da história dos homens; crentes ou não. Mas respeito sua fé.

      7. Sobre denegrir ateus, não entendeu minha fala. Eu combato veementemente qualquer erro, ensinamento, heresia e crenças que aprisionem os homens cegamente e os façam se distanciar dos propósitos maravilhosos de Deus para os quais eles foram criados e não atacar pessoas. Pessoas são valiosas e preciosas. Deus ama cada uma delas e fui ensinado assim também a amá-los.

      8. Devo concordar contigo sobre a lógico de a pseudociência avançar na mente dos homens incautos ou mal instruídos e assim abandonarem suas crenças no espiritual; já que existem muitos cristãos religiosos e nominais por aí que mal sabem usar os capítulos e versículos das Escrituras. O diferencial de uma fé superficial e genuína é o PODER DO ESPÍRITO SANTO. Uma pessoa como eu, JAMAIS abraçará quaisquer crenças ateístas ou heréticas; porque sei quem sou, porque estou aqui e qual o meu propósito; mesmo gozando te todas as ciências legítimas que Deus deu aos homens: Conhecimentos Proveitosos. O resto é vaidade, delírio e fantasias mentais infundadas e impossíveis de comprovar e sem utilidade considerável para a humanidade. Por outro lado, o contato com a Palavra de Deus, mesmo por ateus ferrenhos como Augusto Cury tem levado a muitos a se converterem ao poder nela contido.

      9. Adalto Lourenço é genial e muito entendido em muita coisa; mas não concordo com tudo que ele acredita e levanta hipóteses também não. Viu? A generalização é inconveniente; e a consideração e respeito eficientes!

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    2. Na Antiguidade, os indivíduos basearam suas opiniões e crenças NO E ATRAVÉS DO MITO na tentativa de explicar a realidade. Nessas primeiras civilizações, grande parte das religiões acreditava que a origem do universo estava ligada à criação divina.
      Na Grécia Antiga, por exemplo, existia a teoria de que a Terra tinha surgido do feito dos titãs Epimeteu e Prometeu.
      Entretanto, na Idade Moderna, esse tipo de ideia foi fortemente combatido, uma vez que os estudos científicos defenderam a teoria de que a humanidade havia surgido em decorrência da evolução das espécies.
      O desenvolvimento da ciência a partir do século XVIII e XIX contribuiu para uma polêmica discussão entre as teorias criacionistas e evolucionistas quanto à origem do universo.
      A diferença entre essas duas perspectivas É QUE O CRIACIONISMO FOI CRIADO SEM MÉTODOS EMPÍRICOS DE ESTUDOS E SUAS IDEIAS ESTÃO NO CAMPO DA RELIGIÃO, enquanto o evolucionismo baseou suas teses em métodos científicos e racionais que não interpretam a realidade por meio do mito ou de crenças religiosas.
      A partir da revolução científica (Renascimento, Iluminismo, a Idade da Razão) cada vez mais foi deixado de parte o “CRIACIONISMO”, pois que não tem qualquer base científica ou empírica.
      Por isso, o que os cientistas na Idade Média professavam tem pouco ou nenhum interesse nos dias de hoje.
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      Filosofia, Bruxaria, Magia, Esoterismo, Alquimia ou mesmo Protestantismo (se queres incluir o protestantismo no mesmo saco) são coisas muito diferentes.
      Não podes misturar a filosofia com bruxaria, magia, esoterismo ou alquimia.
      Se tiveram, ou não, influência na pseudociência (considerando que esta é um conjunto de teses, afirmações, etc., apresentado como científico, mas que é baseado em equívocos – dogmas religiosos e teses criacionistas cabem perfeitamente nesta tipo) não sei. Agora que nada têm a ver com o ateísmo, não têm, pelo menos com o Ateismo fundamentado na ciência.
      Hás-de explicar-me o que entes por ciênccia real, empírica e aplicável
      O realismo científico descreve a ciência a partir do seu objetivo e de suas conquistas. Ele interpreta que a ciência cria teorias científicas que visam descrever com veracidade as entidades (observáveis e inobserváveis) e os fenómenos que ocorrem no universo, considerando que eles são independentes da nossa capacidade de descobri-los. Além disso, a ciência seria capaz de construir conhecimento. De acordo com os realistas, as teorias científicas não são apenas instrumentos, mas também são descrições do mundo ou de certos aspectos do mundo.
      O processo da ciência é uma forma de acumular conhecimentos sobre o universo — construindo novas ideias que nos ajudam a compreender o mundo à nossa volta.
      Estas ideias são inerentemente provisórias mas, à medida que passam pelo processo da ciência uma e outra vez, e são testadas e reavaliadas de diferentes maneiras, aumenta o grau de confiança que nelas temos.
      Além disso, através deste mesmo processo iterativo, as ideias são modificadas, expandidas e recombinadas em explicações cada vez mais poderosas.
      Por exemplo, observações iniciais dos padrões hereditários das ervilhas de jardim puderam — ao longo de muitos anos e através do trabalho de muitos cientistas — levar ao vasto conhecimento que hoje possuímos no campo da genética.
      POR CONSEGUINTE, APESAR DO PROCESSO DA CIÊNCIA SER ITERATIVO, TAL NÃO QUER DIZER QUE UMA IDEIA ESTEJA PARA ALI A RODOPIAR CONTINUAMENTE. EM VEZ DISSO, ESTE PROCESSO É USADO DE MODO ATIVO PARA CONSTRUIR E INTEGRAR CONHECIMENTO CIENTÍFICO.
      A curiosidade é a mãe da ciência. Perguntar é o modo como nós, seres humanos, nos informamos sobre o estado momentâneo da nossa curiosidade. Sem perguntas, dúvidas e questionamentos sistemáticos nós simplesmente não teríamos inventado a pesquisa científica.
      CONTINUA

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    3. CONTINUAÇÃO
      O ensino de Ciências nas nossas escolas e universidades deveria levar isso em conta e ser então mais frequentemente pautado pela efervescência dos debates.
      Formular perguntas é, por si só, uma etapa fundamental em toda e qualquer pesquisa científica. Basta ver que algumas perguntas essenciais da ciência contemporânea foram originalmente formuladas há uma, duas ou mais gerações. As respostas é que de tempos em tempos são substituídas. Curiosamente, portanto, muitos cientistas são lembrados mais pelas questões que formulam do que pelas respostas que propõem.
      Fazer e refazer a mesma pergunta ao longo de gerações não significa que estejamos presos ou atolados num mesmo lugar.
      Na verdade, esse processo conduz-nos cada vez mais para o alto, como se estivéssemos a subir os degraus de uma escada em espiral.
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      A idade das trevas conviu à igreja romana e actualmente convém ao criacionismo, que GOSTA DE VIVER na era DOS MITOS.
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      Podemos nos perguntar: o que diferencia um saber científico de um saber não científico? Há um método por trás de tudo aquilo que se denomina como ciência e pelo qual conseguimos determinar se algo é ciência ou não? Há uma modalidade única de ciência ou podemos dizer que são ciências?
      Todas essas investigações – e outras mais – foram feitas por filósofos desde a Antiguidade, como Aristóteles, e principalmente após o século XVII, tendo grande expressão a partir do século XX com os pensamentos de Carnap, Popper e Quine, por exemplo. Os pensamentos de filósofos em torno de questões relacionadas com a ciência foram denominados como “Filosofia da Ciência”.
      As diferenças entre o método científico e o senso comum.

      Na Antiguidade, os indivíduos basearam suas opiniões e crenças NO E ATRAVÉS DO MITO na tentativa de explicar a realidade. Nessas primeiras civilizações, grande parte das religiões acreditava que a origem do universo estava ligada à criação divina.
      Na Grécia Antiga, por exemplo, existia a teoria de que a Terra tinha surgido do feito dos titãs Epimeteu e Prometeu.
      Entretanto, na Idade Moderna, esse tipo de ideia foi fortemente combatido, uma vez que os estudos científicos defenderam a teoria de que a humanidade havia surgido em decorrência da evolução das espécies.
      O desenvolvimento da ciência a partir do século XVIII e XIX contribuiu para uma polêmica discussão entre as teorias criacionistas e evolucionistas quanto à origem do universo.
      CONTINUA

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    4. CONTINUAÇÃO
      A diferença entre essas duas perspectivas É QUE O CRIACIONISMO FOI CRIADO SEM MÉTODOS EMPÍRICOS DE ESTUDOS E SUAS IDEIAS ESTÃO NO CAMPO DA RELIGIÃO, enquanto o evolucionismo baseou suas teses em métodos científicos e racionais que não interpretam a realidade por meio do mito ou de crenças religiosas.
      A partir da revolução científica (Renascimento, Iluminismo, a Idade da Razão) cada vez mais foi deixado de parte o “CRIACIONISMO”, pois que não tem qualquer base científica ou empírica.
      Por isso, o que os cientistas na Idade Média professavam tem pouco ou nenhum interesse nos dias de hoje.
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      Filosofia, Bruxaria, Magia, Esoterismo, Alquimia ou mesmo Protestantismo (se queres incluir o protestantismo no mesmo saco) são coisas muito diferentes.
      Não podes misturar a filosofia com bruxaria, magia, esoterismo ou alquimia.
      Se tiveram, ou não, influência na pseudociência (considerando que esta é um conjunto de teses, afirmações, etc., apresentado como científico, mas que é baseado em equívocos – dogmas religiosos e teses criacionistas cabem perfeitamente nesta tipo) não sei. Agora que nada têm a ver com o ateísmo, não têm, pelo menos com o Ateismo fundamentado na ciência.
      Hás-de explicar-me o que entes por ciênccia real, empírica e aplicável
      O realismo científico descreve a ciência a partir do seu objetivo e de suas conquistas. Ele interpreta que a ciência cria teorias científicas que visam descrever com veracidade as entidades (observáveis e inobserváveis) e os fenómenos que ocorrem no universo, considerando que eles são independentes da nossa capacidade de descobri-los. Além disso, a ciência seria capaz de construir conhecimento. De acordo com os realistas, as teorias científicas não são apenas instrumentos, mas também são descrições do mundo ou de certos aspectos do mundo.
      O processo da ciência é uma forma de acumular conhecimentos sobre o universo — construindo novas ideias que nos ajudam a compreender o mundo à nossa volta.
      Estas ideias são inerentemente provisórias mas, à medida que passam pelo processo da ciência uma e outra vez, e são testadas e reavaliadas de diferentes maneiras, aumenta o grau de confiança que nelas temos.
      Além disso, através deste mesmo processo iterativo, as ideias são modificadas, expandidas e recombinadas em explicações cada vez mais poderosas.
      Por exemplo, observações iniciais dos padrões hereditários das ervilhas de jardim puderam — ao longo de muitos anos e através do trabalho de muitos cientistas — levar ao vasto conhecimento que hoje possuímos no campo da genética.
      POR CONSEGUINTE, APESAR DO PROCESSO DA CIÊNCIA SER ITERATIVO, TAL NÃO QUER DIZER QUE UMA IDEIA ESTEJA PARA ALI A RODOPIAR CONTINUAMENTE. EM VEZ DISSO, ESTE PROCESSO É USADO DE MODO ATIVO PARA CONSTRUIR E INTEGRAR CONHECIMENTO CIENTÍFICO.
      A curiosidade é a mãe da ciência. Perguntar é o modo como nós, seres humanos, nos informamos sobre o estado momentâneo da nossa curiosidade. Sem perguntas, dúvidas e questionamentos sistemáticos nós simplesmente não teríamos inventado a pesquisa científica.
      CONTINUA

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    5. CONTINUAÇÃO
      O Senso Comum pode ser definido como um conjunto dos conhecimentos que recebemos a partir da transmissão da experiência de uma pessoa ou de um grupo social. As afirmações que são classificadas por senso comum, embora não tenham vínculo necessário com a expressão religiosa, podem ser comparadas com crenças. Muitas dessas crenças, se submetidas a uma análise mais profunda, vão mostrar-se falíveis, mesmo que aceitas e compartilhadas amplamente.
      Enquanto as afirmações do senso comum partem de um conhecimento particular, que muitas vezes não pode ser validado se relacionado com outras pessoas, e estão vinculadas ao ponto de vista individual, A CIÊNCIA PRETENDE ESTABELECER UM CONHECIMENTO GERAL A PARTIR DE EXPERIMENTOS QUE POSSAM SER COMPROVADOS.
      As conclusões científicas podem ser testadas, pois uma pesquisa deve registar e tornar públicos os métodos que foram utilizados e os procedimentos realizados a fim de que qualquer pesquisador possa repetir seus passos.
      A linguagem das afirmações de senso comum tende a ser subjetiva, e os sentimentos da pessoa que faz alguma afirmação são levados em conta.
      A LINGUAGEM CIENTÍFICA, PELO CONTRÁRIO, PROCURA UMA LINGUAGEM RIGOROSA E OBJETIVA E INDEPENDE DE PREFERÊNCIAS INDIVIDUAIS.
      A mim não me fizera acreditar em nada.
      Foi através de muito estudo que cheguei às conclusão que cheguei.
      MUITO GOSTAM OS CRIACIONISTAS DE FALAR NA ORIGEM DA VIDA.
      Os muitos estudos científicos da origem da vida, ocasionalmente também denominados evolução química, constituem um ramo pluridisciplinar da ciência, que envolve, além da Química e da Biologia, conhecimentos de Física, Astronomia e Geologia. Seu objeto de interesse são os processos que teriam permitido aos elementos químicos que compõem os organismos atingirem o grau de organização estrutural e funcional que caracteriza a matéria viva. O fato de que estes processos requerem condições determinadas, que só podem ocorrer em locais específicos do universo, conecta o estudo da origem da vida à Astrobiologia.
      Os modelos propostos para a origem da vida são tentativas de recriar a história desta evolução e é importante destacar que não existe, na maioria das etapas deste processo, nenhum consenso entre os cientistas.
      OU SEJA, AINDA NÃO HÁ RESPOSTAS SATISFATÓTIAS SOBRE O ORIGEM DA VIDA.
      É uma situação inteiramente distinta da evolução biológica onde o modelo evolucionista darwiniano encontra-se bem estabelecido há mais de um século.
      Evolução (também conhecida como evolução biológica, genética ou orgânica) é a mudança das características hereditárias de uma população de seres vivos de uma geração para outra.
      Este processo faz com que as populações de organismos mudem e se diversifiquem ao longo do tempo. O termo "evolução" pode referir-se à evidência observacional que constitui o fato científico intrínseco à teoria da evolução biológica, ou, em acepção completa, à teoria em sua completude. Uma teoria científica é por definição um conjunto indissociável de todas as evidências verificáveis conhecidas e das ideias testáveis e testadas àquelas atreladas.
      Para a evolução acontecer, é necessário apenas haver vida, não importando como ela se originou.
      CONTINUA

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  8. CONTINUAÇÃO
    E A EVOLUÇÃO BIOLÓGICA ESTÁ BEM ESTUDADA A PARTIR DO MOMENTO QUE SE SOUBE HAVER VIDA.
    A biologia, a genética, a paleontologia, e outras ciências, não têm dúvidas de que a evolução aconteceu.
    A extinção de milhares de espécies de seres vivos, o surgimento de novas espécies ao longo de milhares e milhões de anos é um indício bem claro da evolução.
    Portanto, falar de fatos científicos e não científicos NÃO É ACREDITAR QUE TUDO SURGIU E EVOLUIU DO NADA ABSOLUTO.
    O CRIACIONISMO É QUE CRÊ QUE TUDO SURGIU DO NADA ABSOLUTO.
    ----------------------
    A pseudociência (sempre ligada ao criacionismo) é que trata de assuntos da vida pós-mortem, pois que não há nenhuma ciência credível que se ocupe de tais metérias.
    Mas se quiser ter uma crença consolacionista é livre de a ter.
    Eu fico-me por aquilo que é do conhecimento real.
    Como já disse: A crença não configura nada de verdadeiramente real fora dela, apenas consola o espírito (a mente) de quem crê.
    -----------------------
    No caso dos Ateus, que o são com fundamento, não há nada que combater.
    Na verdade não laboro em qualquer erro.
    A haver erro, é da parte dos criacionistas que “vivem no undo da lua”.
    Acreditam em mitos e lendas e pensam que quando morreram se transformam en anjinhos …. Só que em tantos milhares e milhões de anos ainda não apareceu nenhum, a contar como é que foi, ou como é que é.
    Como já disse: Se quiser ter uma crença consolacionista é livre de a ter.
    Mas peco-lhe encarecidamente, que não queira que eu também a tenha, pois sei que não me vale de nada.
    ------------------------------------
    Quando fala de gozar todas as ciências legítimas não sei a que se refere.
    Pois todas as ciências são legítimas.
    Ciência (do latim scientia, traduzido por "conhecimento") refere-se a qualquer conhecimento ou prática sistemáticos. Em sentido estrito, ciência refere-se ao sistema de adquirir conhecimento baseado no método científico bem como ao corpo organizado de conhecimento conseguido através de tais pesquisas.
    Se se refere ao proveito das ciências, todas têm conhecimentos proveitosos.
    A biologia, a genética, a fisiologia, a física, astronomia, a anatomia, a astrobiologia, etc., todas elas, trazem conhecimentos proveitosos ao homem.
    Hoje o nosso dia-a-dia está ligado aos vastos conhecimentos adquiridos em tods estas áreas e mais algumas.
    Não se pode, nem deve, descartar conhecimentos pois todos são proveitosos.
    Como já disse: A curiosidade é a mãe da ciência. Sem perguntas, dúvidas e questionamentos sistemáticos nós simplesmente não teríamos inventado a pesquisa científica.
    ----------------------------------------
    Falei no Adalto Lourenço por ele ser em exemplo acabado de um PSEUDO-CIENTISTA.

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    1. Peço desculpa pelas gralhas e lapsos cometidos, mas não me dei ao trabalho de corrigir os textos. Contudo, penso serem todos os lapsos entendíveis.

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