Terra Plana - Prova 60 - Ocorrência do Dia e da Noite



Quais seriam as causas do dia e noite? É uma questão considerada como já respondida satisfatoriamente pelo modelo globular de mundo no heliocentrismo mas quando examinamos com mais paciência e analisamos todas as informações e ilustrações percebemos que esse modelo não passa de hipóteses e recursos visuais midiáticos que querem demonstrar uma realidade que não se encaixa no modelo aceito por muitos. Graças a Deus esse tabu maldito e o medo foram vencidos por homens de coragem que não só colocaram sob suspeita as fantasia globular e seus supostos movimentos, como também foram a campo fazer experimentos e batendo de frente com os que defendem essas ideias, calaram a muitos e despertaram muitos em gerações que se seguiram conhecendo sobre a Terra plana. Um desses homens corajosos foi Samuel B. Rowbotham e depois de muitos experimentos, ele resolveu tentar responder a mais essa pergunta e como esse fenômeno ocorre no mundo real.



É um fato estabelecido que a luz e o calor irradiam igualmente em todas as direções. Quando o sol está no círculo exterior B na figura 60, representando o dia 21 de dezembro, é sabido que a luz vai diminuindo gradualmente, até que, ou por volta de 20 graus do centro norte, sua tonalidade fica quase imperceptível nas penumbras e nas trevas. Se então, partirmos de B (fig. 60), ao círculo ártico, 1, 2 e 3, como raio, e descrever o círculo 4, 5 e 6, nós temos representada toda a extensão do sol ou luz do dia em um dado momento do dia mais curto. Quando, como no dia 21 de junho, o sol ao contrair gradualmente seu percurso, chega ao círculo interior, A, a mesma distância de raio produzirá o círculo 7, 8 e 9, que representa a extensão da luz do dia no dia mais longo.



Isso pode ser observado no diagrama que, no dia mais curto, a luz acaba no círculo ártico 1, 2 e 3, deixando tudo além em trevas; e como o sol se move em direção das setas, a borda do círculo de luz contínua, durante todo o seu curso, aquém de seu círculo. Consequentemente, embora sua luz ilumine sobre todo o resto da terra em 24 horas, o centro, N, é deixado em treva contínua. Mas quando, seis meses depois, o sol está no círculo interior, B, a luz se estende além do círculo ártico, 1, 2 e 3; e como se move em seu curso, o centro, N, está continuamente iluminado. Essas mudanças serão mais bem entendidas pela referência no diagrama, figas. 61 e 62.



Na figura 61, o círculo AAA representa o caminho diário do sol em 21 de dezembro e BBB, o mesmo no dia 21 de junho. A letra N representa o centro norte e a letra S, o sol e E, a posição da Grã Bretanha. As figuras 1, 2 e 3, o círculo ártico, e 4, 5 e 6, a extensão da luz do sol ao meio dia daquele dia. O sol, S, traça o círculo AAA no dia 21 de dezembro em um dia ou em 24 horas. Consequentemente, naquele período, meio dia e meia noite, e o amanhecer e o anoitecer acontecem em toda parte da terra, exceto dentro do círculo ártico 1, 2 e 3. Haverá mais ou menos escuridão por muitos meses sucessivamente, até que o sol, pela sua aproximação gradual ao círculo menor, traga sua luz mais ou menos sobre o centro. O arco de luz em 4, está avançando no crepúsculo da manhã, e 6, o recuo ou crepúsculo da noite. Em cada lugar abaixo de uma linha desenhada através do círculo da luz do sol, 4, 5 e 6, cruzando S, a N, é meio dia e além do centro norte, na mesma linha, é meia noite.

Será facilmente compreendido que como o sol se move na direção das setas, ou da direita para a esquerda, e completa o círculo AAA em vinte e quatro horas, ele produzirá, naquele período, e onde sua luz alcança, manhã, meio dia, tarde e noite, em todas as partes da terra sucessivamente. Assim como o caminho do sol começa agora a se contrair todo dia por seis meses, ou até o dia 21 de junho, quando ele se torna o círculo BBB. É evidente que a mesma extensão de luz do sol que irradia do círculo externo AAA alcançará sobre ou além do centro norte, N, como mostrado no diagrama, da figura 62. Quando manhã, meio dia, tarde e noite, ocorrerão como antes. mas a luz continuando, durante o movimento diário do sol, ao chegar sobre o centro norte, aquele centro será continuamente iluminado por muitos meses consecutivos, como antes, ficou em escuridão constante. Será visto também pela referência no diagrama, que quando o sol está no percurso externo, A, a parte do disco de luz que passa sobre a Inglaterra, é muito mais intensa do que no percurso interno B. Logo, os dias mais curtos no inverno partem da primeira posição e os dias mais longos no verão, da segunda. Assim, dia e noite, dias e noites longos e curtos, crepúsculo da manhã e da tarde, verão e inverno, os longos períodos de alternação de luz e trevas no norte ou centro polar da terra, acontecem a partir da expansão e contração do percurso do sol, e são todos parte de um mesmo fenômeno geral.




Considerações e Conclusões

Eu bem sei que além dos gráficos, desenhos e números que Samuel B. Rowbotham utilizou para demonstrar como nosso mundo real funciona não serão suficientes para os mais "crentes" numa bola giratória iluminada por um sol enorme e inclinada sobre o seu eixo; mas se precisar desenho também para reforçar as ilustrações aqui apresentadas. Este trecho do livro de Rowbotham na verdade é bem extenso e complexo, mas resolvi dividir os sub-temas em artigos diferentes para melhor compreensão das verdades envolvendo nosso sol. Como pode ver, assim ocorrem nossos dias, noites, crepúsculos, alvoreceres, estações e seus climas respectivos. Uma observação a ser feita de minha parte com base na revelação das Santas Escrituras é que Deus realmente criou o ambiente "luz" sobre a face da terra independente do sol que só veio a existência no quarto dia da criação e sobre isso quero tratar mais minuciosamente quando tratar da Terra Plana Bíblica. Mas creio que o sol sempre orbita dentro dessa área de luz e por isso ele ilumina de forma tão abrangente nosso mundo. Porque não totalmente? Aguarde que publicarei um artigo respondendo essa pergunta feita por muitos. Você pode deixar seu comentário complementando ou expressando sua opinião e compartilhar este artigo também. Se inscreva aqui e no canal no YouTube de mesmo nome e receba todas as novidades publicadas. Deus abençoe e até a próxima!

Fontes: 
Astronomia Zetética - A Terra não é um Globo (Páginas 116 à 121)
(15) "Arctic Explorations." (Explorações no Ártico) por W. & R. Chambers. Edinburgh.
(16) Ibid
(17) "Polar Explorations." (Explorações Polares) Read before the Royal Dublin Society. Lida diante da Sociedade Real de Dubin.



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