Terra Plana - Prova 61 - Incidência Solar no Ártico e na Antártida

Como acontecem os dias e noites longos no norte e no sul na Terra Plana? Muitas pessoas por não entenderem pontos do tema, fazem tais perguntas achando até mesmo que não existem explicações para tais fenômenos na Terra Plana, mas estão enganados os que assim pensam. Sabemos que no globo, tentam alegar que os 6 meses de dia e noite são consequência da inclinação da bola em seu eixo somada aos movimentos da Terra ao redor do sol; mas com todas as observações, testemunhos, dados e detalhes até aqui; fica claramente entendido que nosso mundo é plano e que o sol é que se movimenta em órbitas diferenciadas como constatou Samuel B. Rowbotham. O todo dessas explanações faz referência somente às regiões entre o sol e o centro norte. É evidente que no grande cercado de oceanos do sul, e as numerosas ilhas e partes de continentes que existem além daquela parte da terra onde o sol é vertical, não podem ter seus dias e noites, estações e etc, precisamente iguais àqueles da região norte.

O sol no verão nunca se põe na Antártida e no inverno pouco é visto conforme demonstrado numa terra plana. Imagem: GAEA HABITAT


Incidência Solar no Centro Norte (Ártico)

O norte é um centro, e o sul é aquela parte em que o centro irradia ou lança a uma vasta circunferência oceânica, terminada em um grande círculo de paredes de gelo, no qual se forma uma impenetrável barreira congelada. Consequentemente o fenômeno existente no norte tem de ser consideravelmente modificado no sul. Por exemplo, sendo o norte o centro, a luz do sol avançando e recuando, fornece longos períodos de luz alternada e trevas nesse local, mas à distância, no sul, o sol, mesmo quando se move no percurso mais longo, pode lançar luz apenas a certa distância, além da qual deve ser escuridão perpétua. No sul não existe evidência de haver longos períodos de trevas e luz alternando regularmente, como há no norte. No norte, no período de verão, quando o sol está se movendo no seu círculo interior, a luz brilha por meses seguidos na região central e rapidamente se desenvolvem numerosas formas de vida animal e vegetal.

“Além dos 70 graus de latitude nem uma árvore pode ser vista, enfadado pelo excesso de neve branca; florestas, bosques, mesmo os arbustos desapareceram e deram lugar a poucos líquenes e plantas rastejantes, que escassamente vestem o solo endurecido. Ainda, mais distante ao norte, a natureza reclama sua primazia da beleza; e no breve e rápido verão ela traz para fora numerosas flores e gramíneas, que explodem em uns poucos dias, para ser novamente amaldiçoada pelo rápido inverno recorrente.” (15)

“O rápido fervor do verão ártico (21 de junho) já converteu a vastidão de neve em uma exuberante pastagem, rica em flores e relva, com quase a mesma aparência viva como os prados ingleses.” (16)

Wrangel nos diz que “rebanhos incontáveis de renas, alces, ursos negros, raposas, martas, esquilos cinza enchem as florestas acima. Raposas da rocha e lobos vagueiam sobre os solos abaixo. Enormes revoadas de cisnes, gansos e patos chegam na primavera, e procuram desertos onde eles possam mudar as penas, e construir seus ninhos em segurança. Águias, corujas e gaivotas, perseguem suas presas ao longo da costa, ptármigas correm em tropas ao longo dos arbustos, pequenas narcejas estão ocupadas entre os ribeiros e pântanos, os simpáticos corvos procuram a vizinhança da habitação dos homens e quando o sol brilha na primavera, pode-se ouvir mesmo algumas vezes a nota alegre do canto do passarinho, e no outono, o do sapo.”





Incidência Solar nas Extremidades Sul (Antártida)

Assim é um fato que o brilho constante do sol desenvolve, com a máxima rapidez, numerosas formas de vida vegetal, e fornece subsistência para milhões de criaturas vivas. Mas no sul, onde a luz do sol nunca habita, ou se demora como na região central, mas rapidamente varre sobre o mar e terra, para completar em vinte e quatro horas o grande círculo da circunferência do sul, sem tempo suficiente para excitar e estimular a superfície. Portanto, mesmo nas latitudes comparativas mais baixas, tudo se veste com um aspecto de desolação.

“Ao sul da Georgia, na mesma latitude de Yorkshire no norte, Cook não encontrou um arbusto grande o suficiente para fazer um palito. Capitão Cook descreve o lugar como "inóspito e horrível". As rochas selvagens levantam seus altos picos até perderem-se nas nuvens, e os vales repousam cobertos com neve eterna. Nem uma árvore pode ser vista, nem um graveto grande o suficiente para fazer um palito. Quem poderia imaginar que uma ilha de extensão não maior do que essa (Ilha da Georgia), situada entre a latitude de 54 e 55 graus, poderia, no "verão mais quente", ser de tal maneira coberta com tantas braças de neve congeladas? As terras que se estendem ao sul estão condenadas pela natureza ao congelamento perpétuo, nunca sentindo o calor dos raios do sol, cujo aspecto é horrível e selvagem para o qual não tenho palavras para descrever. O Shetlands Sul, ocupando uma latitude correspondente a seu homônimo ao norte, mal apresenta vestígio de vegetação. Kerguelen, a uma altitude tão baixa quanto 50 graus ao sul, ostenta dezoito espécies de plantas, das quais apenas uma espécie útil foi encontrada, um tipo peculiar de repolho, como atenuante da miséria. Enquanto Iceland, 15 graus mais próxima do pólo norte, ostenta 870 espécies. Até mesmo a vida marinha é esparsa em áreas de grande extensão, e as aves marinhas raramente são vistas voando sobre tal vastidão solitária. O contraste entre os limites da vida orgânica na zona ártica e na antártica é muito marcante e significativa. A vegetação e os animais de terra são encontrados até aproximadamente 80 graus ao norte, ao passo que no paralelo 58 do sul, o líquen, e plantas tais como ele apenas cobrem as rochas, e os pássaros marinhos e tribos de cetáceos são vistas sozinhas nas praias desoladas.”

Mr. Clintoch descreve as chefes de renas ― "uma perfeita floresta de galhadas, movem-se ao norte no verão. … O pato êider e o ganso brent pelo ar, a incontrolável família de cetáceos pelas águas, o urso ártico sobre o gelo, o boi de almíscar e renas ao longo da terra ― todos traçam seus caminhos ao norte em certas estações. Agora estas situações não existem na zona sul, assim como é inabitável pelo homem*. As ossadas de boi de almíscar, mortos pelos esquimós, são encontradas ao norte no paralelo de 79 graus, enquanto que no sul, o homem não é encontrado no paralelo de 56 graus de latitude.” (17)

* Neste tempo ainda não haviam nem pesquisadores como hoje se vê na Antártida.




Considerações e Conclusão

Essas diferenças no norte e sul não existiriam se a terra fosse um globo, girando sobre seu eixo abaixo de um sol imóvel. Os dois hemisférios às mesmas latitudes deveriam ter as mesmas quantidades de luz e calor, e os mesmos fenômenos, em geral, ambos em tipo e grau. As peculiaridades que são encontradas no sul, ao serem comparadas com o norte, somente poderiam existir em uma superfície plana e parada, tendo um centro norte, concêntrico com o percurso do sol móvel. O assunto poderia ser colocado da seguinte forma silogística.

As peculiaridades observadas no sul quando comparadas com o norte, não poderiam existir em um globo. Elas não existem, portanto a Terra não é um globo. Elas são tais como obrigatoriamente existiriam sobre uma superfície plana. Elas existem, portanto a Terra é plana.

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Fontes: 
Astronomia Zetética - A Terra não é um Globo (Páginas 116 à 121)
(15) "Arctic Explorations." (Explorações no Ártico) por W. & R. Chambers. Edinburgh.
(16) Ibid
(17) "Polar Explorations." (Explorações Polares) Read before the Royal Dublin Society. Lida diante da Sociedade Real de Dubin.




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