Terra Plana - Prova 74 - Profundezas do Mundo Plano

Afinal o que há abaixo de nossos pés em toda a terra? O intuito deste artigo é apresentar mais estudos de Samuel B. Rowbotham contendo provas factuais ou hipóteses interessantes que nos descrevem como pode ser o interior de nosso mundo no profundo da terra. Mas e os defensores da hipótese globular o que dizem? "O núcleo é a camada mais profunda do planeta Terra situada após o manto, sendo a mais quente das camadas terrestres. É dividido em duas partes: núcleo externo e núcleo interno. O núcleo externo é provavelmente composto de ferro metálico e outros elementos (enxofre, silício, oxigénio, potássio e hidrogénio) e o núcleo interno é composto de ferro e níquel, e é sólido porque, apesar das imensas temperaturas, está sujeito a pressões tão elevadas (cerca de 4,5 milhões de atmosferas) que os átomos ficam compactados; as forças de repulsão entre os átomos são vencidas pela pressão externa, e a substância acaba se tornando sólida. A temperatura entre o núcleo e o manto é estimada em cerca de 3700°C, podendo atingir de 4000 a 6000 °C no núcleo interno.

Fenômenos assustadores como este acontecem pelo mundo e na história nos mostrando parte do que há abaixo de nossos pés! Imagem: Sputnik


Em seus primeiros momentos de existência, há cerca de 4,5 bilhões de anos, a Terra era formada por materiais líquidos ou pastosos, e devido à ação da gravidade os objetos muito densos foram sendo atraídos para o interior do planeta (o processo é conhecido como diferenciação planetária), enquanto que materiais menos densos foram trazidos para a superfície. Como resultado, o núcleo é composto em grande parte por elementos mais pesados como o ferro (80%), e de alguma quantidade de níquel e cobre. Outros elementos, como o chumbo e o urânio, são muito raros para serem considerados, ou tendem a se ligar a elementos mais leves, permanecendo então na crosta. A espessura do núcleo é aproximadamente 3400 km de raio."

Segundo a terra globular, assim seria o centro da bola molhada giratória. Mas vamos ver o que Samuel B. Rowbotham conseguiu com mais estes estudos? Recomendo algumas leituras antes:

Terra Plana / Pilares da Terra

O que existe no interior de nosso mundo?

Já se tem mostrado que a Terra é plana, com sua superfície central com suas extremidades cercadas por uma vasta região de gelo e água e massas irregulares de terra, e imediatamente abaixo da estrela chamada "Polaris", que corroboram a evidência de ação e origem incendiária plutônica.

“Na estrutura geológica das extremas regiões ao norte, os estratos sedimentares são abundantes e de vasta extensão, enquanto que a constituição de extrato na Antártica, parece, ao contrário, quanto mais examinado, cada vez mais ígneo. [diz-se de rocha ou mineral formado pela solidificação do magma; magmático.]” (68)

O todo termina em fogo e trevas, onde há neve e granizo, chuva com neve perfurante e ventos violentos, tempestades estrondosas, ondas descomunais, e icebergs se chocando são quase constantes.

“As ondas levantam-se como montanhas em altura, navios são levantados até as nuvens, e aparentemente precipitados por jacuzzis circulantes no leito do oceano. Os ventos são gelados e perfurantes, e tão barulhentos que a voz do piloto é dificilmente ouvida, enquanto as trevas sombrias e contínuas aumentam grandemente o perigo.” (69)

“O mar rapidamente sobe em uma altura assustadora, quebrando sobre os icebergs mais altos. … Nossos navios foram envolvidos em um oceano de fragmentos de gelo rolando, duros como rochas flutuantes de granito, que eram lançados contra as ondas que, de tão violentas, os mastros tremiam como se fossem cair a cada explosão sucessiva. Os lemes foram destruídos e quase foram arrancados da popa. … Horas seguidas se passaram, sem o menor sinal de atenuação das medonhas circunstâncias em que estávamos. … O estrondoso barulho do convés e madeiras batendo, como se fossem levadas contra algumas das peças mais pesadas, foi suficiente para encher de desalento o coração mais forte. … Nossos navios ainda rolavam e gemiam entre os pesados fragmentos de icebergs quebrados, que sobre o oceano rolava suas ondas montanhosas, arremessando grandes massas uma após a outra, e então novamente enterrando-as abaixo de suas águas espumantes, lançando-os e moendo-os juntamente com uma violência assustadora. O horror aumentou tal qual uma cena possa jamais ser imaginada ou descrita, muito menos serem entendidos os sentimentos daqueles que testemunharam isso. .. Os navios ficaram tão perto que quando o 'Terror' levantou um deles ao topo de uma onda, o 'Erebus' estava no topo do lado do tapa vento dele, o abismo profundo entre eles ficou cheio de massas pesadas rolando e enquanto os navios descem dentro do oco entre as ondas, a vela principal superior de cada um deles podia ser vista apenas a um nível acima da crista das ondas intermitentes do convés do outro. A noite lançou seu manto sombrio sobre a cena, capitulando nossa condição, se possível, mais desesperadora e desamparada do que antes.” (70)





“O frio estava severo, e cada borrifada que tocava o navio era imediatamente convertida em gelo. … A ventania estava assustadora. … Um homem do mar, se esforçando para enrolar, escondeu-se do vento e permaneceu ali por um tempo, e quase congelou até a morte. Muitos dos melhores homens do mar ficaram completamente exauridos com o frio, fadiga e excitamento, e foram enviados para baixo. … tudo agora estava parado, exceto pelo rugido distante da violenta tempestade que estava furiosa atrás, à frente e sobre nós, o mar estava em grande agitação, e ambos, oficiais e homens estavam no maior grau de excitação.” (71)

“A saúde geral de toda a tripulação estava definitivamente afetada. .. Sentíamos-nos obrigados a registrar que, em nossa opinião, alguns dias mais de tal exposição como eles já haviam sofrido, poderiam reduzir o número da tripulação pela enfermidade a tal proporção, que havia o risco da segurança do navio e da vida de todos a bordo.” (72)

Não há evidências até o momento de quão longe se estendeu ao sul o pessimismo das trevas dessa selvagem tempestade e batalha de elementos. Tudo que podemos dizer é que o homem, como todo seu poder de desafio e resistência, só conseguiu atingir o limiar desta inquietante, escura e proibida região do mundo material.

A Terra repousa sobre e dentro das águas da “grande profundeza”. É uma vasta “ilha flutuante”, boiando sobre as águas, e amarrada em seu lugar por longas “esporas” de terra penetradas dentro de barreiras congeladas da circunferência ao sul. Pesquisas geológicas demonstram que isso era originalmente uma estrutura estratificada, definida e regular em forma e extensão, e que toda a formação irregular e confusa observável em quase toda parte é o resultado de convulsões internas.

Análises químicas nos provam o importante fato de que a grande massa da Terra ― significando assim que a Terra, distinta das águas ― é composta de óxidos metálicos ou metais em combinação com o oxigênio. Quando são utilizados meios para retirar o oxigênio, é descoberto que a maioria dessas bases metálicas são altamente combustíveis. Experimentos com eletricidade e outros poderes sutis da natureza, mostram que é óbvio que todos os elementos da terra estavam originalmente em um estado de solução gasosa, ou dissolvidos em um grande dissolvente do mundo material, a eletricidade. Que por uma súbita abstração desse solvente poderoso e universal, os elementos foram liberados e pertencendo a diferentes afinidades e densidades relativas que foram anexadas a eles, combinação, precipitação, estratificação, cristalização, e concretização sucessivamente ocorreram, dando origem a todas às rochas, minerais, minérios, depósitos e extratos, que agora constituem o mundo material habitável. Através da ação de elementos gasosos ou não concretos e não precipitados, e energia elétrica abundante e forças actínias (são um grupo de animais sésseis, predatórios da ordem Actinaria; elas foram nomeadas assim por causa da anêmona, uma flor terrestre.) sobre germes preexistentes, todas as numerosas formas de vida animal e vegetal foram trazidas à existência, e são agora sustentadas.

De fato as afirmações de Samuel B. Rowbotham se mostram ainda em nossos dias na assustadora interação da natureza em sua essência eletromagnética! Imagem: HypeScience


Embora essas operações pareçam tão grandiosas à mente do homem natural, e toda a vasta estrutura do mundo físico, e suas inumeráveis miríades de seres orgânicos, tais operações foram o trabalho de apenas umas poucas horas. É facilmente demonstrável o quão rápido e intenso foi o processo e as mudanças químicas que, alguns poucos dias.-- tal como agora é entendido pelo mundo -- foi um tempo suficiente para trazer do invisível, do caos imponderável, todos os variados elementos tangíveis que agora existem, e desenvolver toda forma possível de beleza e elegância, e toda condição de felicidade e sabedoria. Todas as opiniões contrárias ao que é sustentado pelos filósofos de hoje em dia, são o resultado de uma percepção insuficiente de todo o assunto, e tal percepção insuficiente é novamente o resultado de hipóteses auto impostas, em que o julgamento é de entendimento confuso.
Nenhum homem, entretanto, por mais estudado e formado que seja, é capaz de entender o simples processo de esforço criativo, ao menos que ele seja um simples e humilde observador de fenômenos, livres dos preconceitos da educação, e ansioso somente por um conhecimento da verdade como ela existe realmente, e não no desejo da imaginação.

Não apenas é facilmente demonstrável que o mundo material tenha sido trazido à existência rapidamente, perfeito em estrutura, e completo o suficiente em todas suas condições, mas também que somente uns poucos milhares de anos se passaram desde que esse mundo começou a mudar em forma e características. Confusão mental e moral, seguidas por decomposição química e ações elétricas, suficientes para dar ignição a grandes porções de terra, e reduzi-la a um estado fundido e incandescente. A partir desse momento, por eras a terra tem estado em chamas. Os produtos voláteis de sua chama interior estão sendo forçosamente eliminados, e ocasionalmente acumulando-se e explodindo, têm quebrado as formações estratificadas, e produzido a condição irregular e confusa que agora observamos. Disso surgem os terremotos, vulcões e outras convulsões da natureza. Os resultados de ação vulcânica nos permitem definir o caráter das chamas internas e quais são os elementos envolvidos na combustão. Alguns desses resultados são de um caráter venenoso, e sendo lançados em imensos volumes de crateras em várias partes da terra, são dispersos pelos ventos, e misturados com a atmosfera, frequentemente em tamanhas proporções capazes de agir como venenos mortais tanto na vida animal, como na vegetal. Assim, males e pestilências de várias formas destroem plantações e animais inferiores, afetando inúmeros seres humanos levando-os à dor e a morte.

Que as partes internas da terra estão ainda em chamas é evidente a partir dos seguintes fatos:

“à profundidade de 50 pés (15,24 metros) (do nível do mar) a temperatura da terra é a mesma no verão e inverno.” … “A mais profunda mina de carvão na Inglaterra é a de Killingworth, próxima a Newcastle-upon-Tyne, e a temperatura média anual à 400 jardas (365,76 mt) abaixo da superfície é de 77º, à 300 jardas (274,32 mt), 70º, enquanto que, na superfície, é de aproximadamente 48º, sendo aproximadamente um grau de aumento a cada 15 jardas (13,71 mt). Consequentemente, à 3300 jardas (3,0175 km), o calor poderia ser igual ao da água fervente, sendo um grau a cada 20 jardas (18,28 mt). Isto explica a origem das primaveras quentes. O calor das águas termais é de 116º, assim, elas poderiam aparentemente aumentar a partir de uma profundidade de 1320 jardas (1,207 km). Através de experimentos feitos no Observatório de Paris para certificação do crescimento da temperatura a partir da superfície da Terra para o seu interior, 51 pés (15,54 mt), ou 17 jardas (5,18 mt), correspondem ao aumento de um grau em um termômetro de Fahrenheit. Consequentemente, a temperatura de água fervente seria a 8212 pés (2,503 km), ou aproximadamente 1 ½ milhas inglesas abaixo de Paris.” (73)

“A maior profundidade abaixo da superfície do mar que se alcançou é provavelmente a das salinas em New Salzer, próximo a Minden, na Prússia. Era abaixo de 1993 pés (607,46 mt) … A temperatura da água no fundo era de 90,8º Fahrenheit, aumentando em um grau fahrenheit a cada 53,8 pés (16,39 mt)” (74)





A mina de carvão em Rosegridge, próximo a Wigan, é a mais profunda na Inglaterra agora, tendo uma profundidade de 808 jardas (738,83mt). E foi dito pelo senhor Hall, antes da Sociedade Real, em janeiro de 1870, que a média da temperatura no fundo era de 93 ½ graus.”

Sir Charles Lyell, em sua carta para a British Association em Bath, em setembro de 1864, falando das primaveras quentes geralmente, disse:

“Um aumento de calor é sempre experimentando enquanto descemos ao interior da terra. ... A estimativa deduzida pelo senhor Hopkins a partir de uma minuciosa série de observações feitas no eixo de Monkwearmouth, próximo a Durham, e ao eixo Dukenfield, próximo a Manchester, cada um deles com 2000 pés (1,828 km) de profundidade. Nesses eixos a temperatura subia à taxa de 1º Fahrenheit para cada 65 a 70 metros de profundidade.”

As observações feitas por M. Arago, em 1821, que os mais profundos poços artesianos são os mais quentes, borrifam grande luz que saem das fontes termais da primavera, e ao estabelecer a lei que o calor terrestre aumenta com o aumento da profundidade. Esse foi um fato marcante, que tinha sido recentemente noticiado, que próximo ao terceiro século, St. Patrícios, provavelmente Bispo de Partusa, foi levado a adotar uma visão muito correta com respeito ao fenômeno das primaveras quentes em Carthage. Ao ser questionado qual era a causa da fervura da água ao sair da terra, ele respondeu: “O fogo é nutrido nas nuvens, e no interior da terra, como o Etna e outras montanhas próximo a Naples podem tocá-lo. As águas subterrâneas sobem como através de sifões. A causa das primaveras quentes é esta: as águas que estão mais longe do subterrâneo são mais frias, enquanto aqueles que estão próximas do fogo são aquecidas por ele, e trazendo com elas para a superfície onde habitamos um insuportável grau de calor.” (75)

O professor Silliman, no “Journal of Science” Americano, diz que “ao furar os poços artesianos em Paris, a temperatura aumentou à taxa de um grau a cada 50 pés de profundidade e, arrazoando a partir de causas conhecidas, toda a parte interior da Terra, ou, pelo menos, grande parte disso, é um oceano de rocha derretida agitada por ventos violentos.”

“O estrato mais alto do solo mostra que depende das estações em todas as variações de temperatura e esta influência é exercida a uma profundeza que, embora varie com a latitude, nunca é muito grande. Além deste ponto a temperatura sobe em proporção enquanto descemos a grandes profundidades, e isso tem sido mostrado, através de numerosos e repetidos experimentos, que o aumento da temperatura é em média de um grau (Fahrenheit) a cada 545 pés (166,11 mt). Consequentemente resulta que a uma profundidade de aproximadamente doze milhas (19,312 km) da superfície, nós poderíamos estar à borda de uma massa incandescente.” (76)


Há em todo mundo evidências de que no interior da terra em que pisamos, existem temperaturas absurdas que na superfície fluem em maior ou menor calor. Imagem: Luz Calar Som

“Tão grande é o calor dentro da Terra, que na Suíça, e em outras nações onde a primavera de água é muito profunda, elas trazem à superfície águas minerais quentes então muito usadas para banhos e remédio para os enfermos e é dito que se você cavasse muito profundamente na Terra, a temperatura poderia aumentar a taxa de um grau do termômetro a cada 100 pés (30,48 mt) então, à profundidade de 7000 pés (2,133 km), ou uma milha e meia, toda a água que você encontrar poderia estar fervendo e à profundidade de aproximadamente 10 milhas (16,093 km) todas as rochas estariam fundidas....Chegará um dia ainda, quando esta terra será queimada pelo fogo. Há fogo, como você tem ouvido, dentro dela, pronto para irromper a qualquer momento. ... Esta terra, embora toda coberta com uma crosta sólida, está completamente em chamas por dentro. Seu interior é supostamente de massa flamejante ou fundida, metais incandescentes, gases inflamáveis e lava fervente. … A crosta sólida que envolve o interior em chamas é supostamente não muito maior do que de 9 a 12 milhas (19,312 km) de espessura. Sempre que esta crosta se abre, ou há uma fenda em qualquer lugar, sai lava, fogo, rochas derretidas, gases flamejantes, e cinza, em alguns casos inundam e enterram cidades inteiras. De tempo em tempo lemos que terremotos, tremores e algumas aberturas, e de montanhas, e pequenas ilhas (que são montanhas no mar) são vomitadas em um dia.” (77)

“A conclusão é inevitável de que a distribuição geral de toda abertura vulcânica da Terra, suas similaridades de ação e produtos, seu enorme poder e inesgotabilidade, sua intensidade de ação em seus respectivos sítios, a continuidade de sua energia durante incontáveis anos, e a queima incessante dia e noite, ano a ano, de tais crateras como Stromboli, e ultimamente, a aparente ineficiência de circunstâncias externas de controlar suas operações, erupções acontecendo abaixo da terra e do mar, nas zonas frígidas ou tórridas, por esses e muitos outros fenômenos impressionantes, temos de procurar por alguma causa grande e geral, até onde o centro de calor da terra nos permita.” (78)

É um fato bem definido por pesquisas científicas que todo o interior da terra é uma massa em chamas, e que o que chamamos de terra firma não é nada mais do que uma crosta ou uma casca dentro da qual uma massa de fogo está enclausurada. É certo que pela ação desse fogo central a crosta da terra é perfurada em muitos lugares com grandes canais, que agem como chaminés internas desse forno. Foram contadas atualmente mais de setecentas, e além dessas, trezentas estão neste momento em operação ativa, emitindo não apenas fumaça e vapor, mas em intervalos massas de matéria incandescente e liquefeita. Quantas mais dessas massas podem haver em regiões inexploradas da terra seca, e quantas mais abaixo das cento e onze milhões de milhas quadradas (178.637,184 km) que forma o oceano, é impossível dizer.

Além dessas saídas irregulares, o número e condição delas estão em mudança constante. Algumas se apagando e cessando suas atividades, enquanto novas se formam em outro lugar. A ação do fogo interno manifesta-se no movimento das rochas de tempo em tempo com grandes porções da crosta, que são expelidas de cima, como foram, pelas furiosas ondas de oceano fundido abaixo delas. Em numerosos casos a crosta é quebrada completamente, grandes fissuras são feitas em sua superfície. Enquanto que, em outras vezes, grandes extensões são literalmente engolidas pelos abismos bocejantes, a superfície se fecha sobre eles depois de seu desaparecimento, ou submergidos pelo mar que avança para cobrir o vazio que foi gerado.” (79)

Ilha vulcânica Japonesa formada por séculos de erupções e resfriamento da massa lançada para a camada superior da terra. Imagem: Veja


“A Terra contém internamente uma massa de material aquecido ou melhor, um corpo aquecido e incandescente, habitável somente porque é cercado com uma crosta fria, sendo a crosta apenas uma mera concha, dentro da qual está um vasto fogo interno seguramente enclausurado e ainda não seguramente, talvez, a menos que tais respiradouros existam como aqueles aos quais aplicamos o termo 'vulcão'. Todo vulcão é uma válvula de segurança pronto para liberar a pressão interna quando tal pressão aumenta a certo grau de intensidade ou permanentemente servindo como escape de conflagrações, as quais, se não houver um escape, podem despedaçar o mundo habitável em pedaços.” (80)

“As investigações que têm sido feitas, e as evidências que nascem com elas, afirmam que as partes mais baixas da Terra estão inegavelmente em chamas. Com respeito à intensidade da combustão, não se pode formar uma ideia prática. O terror é além da compreensão. A lava que foi expelida de um vulcão no México, 'estava tão quente que continuou fumando por vinte anos e após três anos e meio, um pedaço de madeira pegou fogo à uma distância de cinco milhas (8,046 km) da cratera.'  Em várias partes do mundo, grandes ilhas têm expelido do mar, em uma condição vermelha quente, e tão intensamente quente, que após serem lançadas a muitas braças de água salgada, e permanecendo no meio disso, exposto ao vento e chuva por muitos meses, elas esfriarem o suficiente para que as pessoas pudessem ficar sobre elas. 'Um fato notável, na força da ação vulcânica, aconteceu em Cotopaxi, no ano de 1738, que lançou seus foguetes flamejantes 3000 pés (914,40 mt) acima de sua cratera. Quando em 1744 a massa em chamas, esforçando-se para uma retomada, rugiu como um forno. Sua voz apavorante foi ouvida a uma distância de mais de seiscentas milhas (965,606 km). Em 1797, a cratera de Tungurahua, um dos maiores picos dos Andes, arremessou para fora torrentes de lama, que represaram rios, abriram novos lagos, e em vales de milhares de pés de amplitude fizeram depósitos de seiscentos metros de profundidade. A corrente do Vesúvio, que, em 1737, passou pela Torre del Greco, continha trinta e três pés cúbicos (10,058 mt) de matéria sólida e, em 1794, quando a Torre del Greco foi destruída uma segunda vez, a massa de lava acumulada era de quarenta e cinco milhões de metros cúbicos. Em 1669 o vulcão Etna derramou uma inundação que cobriu 84 milhas quadradas (135,185 km) de superfície, e mediu aproximadamente 100.000.000 de metros cúbicos. Nessa ocasião a areia e detritos formados no Monte Rossi, próximo a Nicolosi, um cone de duas milhas (3,218 km) de circunferência e quatrocentos e cinquenta pés (137,16 mt) acima. A corrente trazida pelo Etna, em 1819, ficou em movimento, a velocidade de uma jarda (0,914 mt) por dia, por nove meses após a erupção, e este foi um recorde das lavas da mesma montanha que após uma terrível erupção, não estava completamente fria e consolidada dez anos após o evento. Na erupção do Vesúvio, em A.D. 79, os detritos e cinzas expelidas excederam a massa total da montanha quando, em 1660, o Etna desaguou mais de vinte vezes sua própria massa. … O Vesúvio lançou suas cinzas tão longe quanto Constantinopla, Síria e Egito. Ele arremessou pedras de oito libras (3,628 kg) de peso até Pompéia, a uma distância de seis milhas (9,656 km), enquanto massas similares eram tossidas 2000 pés (609,6 mt) acima de seu topo. Cotopaxi projetou um bloco de cem jardas cúbicas (91,44 mt) de volume a uma distância de nove milhas (14,484 km) , ao passo que Sumbawa, em 1815, durante a mais terrível erupção registrada, lançou suas cinzas tão longe quanto Java, a uma distância de trezentas milhas (482,803 km).” (81)

“Durante a erupção da Montanha Timboro, em 1814, o Sr. Crawford testemunhou alguns de seus efeitos. A uma distância de 300 milhas (482,803 km) ficou escuro como breu por três dias. As cinzas foram carregadas por uma menção a uma distância de 1220 milhas (1.963,40 km) da montanha, e por dez dias ele foi obrigado a escrever a luz de velas.” (82)

Dessa forma é certo que a partir dos fenômenos conectados com terremotos, vulcões submarinos e internos que existem em toda parte da Terra desde as regiões congeladas até os trópicos, primaveras quentes e borbulhantes, fontes de lama e vapor, lagos de enxofre ardente e outras substâncias, jatos e explosões de gases destrutivos, e o estrangulamento e sufoco de nossas minas de carvão, que estão apenas algumas milhas abaixo da superfície da Terra onde há uma vasta região de combustão, um grande golfo que se estende em todas as direções por milhares de milhas e a intensidade e poder das reações elétricas e químicas quase ilimitadas acontecendo nessa fornalha subterrânea são completamente indescritíveis e não podem ser comparadas a nada dentro do alcance da experiência humana.

Essa condição da terra é representada no diagrama 69, que pode ser chamada de uma vista seccional, supondo que seja o corte através do centro de toda sua extensão, e a água na frente clareada.



O centro norte é representado por N, e S S. o nível normal do mar, e as figuras 1, 2, 3, 4, 5 e 6 representam as crateras vulcânicas, ou saídas de grandes vórtices flamejantes abaixo.

Considerações e Conclusões

Como podemos ver segundo os dados científicos dos tempos de Samuel B. Rowbotham e mesmo fatos e eventos posteriores é que de fato nosso mundo possui no seu interior um fenômeno que nomeamos de "lava" e "magma". Não é nada como ilustram os "gênios" da hipótese globular como o núcleo da terra onde eles jamais estiveram mas até filmes empresas de cinema já fizeram cheios de mentiras e ilusões. Lembrando convenientemente que já escrevi aqui um artigo denunciando o buraco mais profundo já cavado pelo homem e como ele de forma alguma atesta essa fantasia de um núcleo como nas ilustrações. O "centro" de nosso mundo, por assim dizer é de todo insondável, porém cientificamente observável pelos fenômenos inegáveis que podemos ver e sentir externamente. E você concorda com os estudos que Samuel B. Rowbotham realizou e suas observações? Deixe sua opinião nos comentários; se inscreva para receber novos artigos e compartilhe este artigos com outras pessoas. E fique ligado também no canal Verdade Urgente no YouTube. Deus abençoe a todos.


Fontes:
Astronomia Zetética - A terra não é um globo (Páginas 183 à 192)
(68) "Polar Exploration;" p. 2. By W. Locke, da Royal Dublin Society.
(69) "Voyage to the South." por Vasco de Gama.
(70) "Antarctic Voyages." By Sir James Clarke Ross.
(71) "Exploring Expedition." By Commander Wilkes, U.S.N..
(72) Ibid, p. 142.
(73) "Million of Facts." By Sir Richard Phillips.
(74) "Analysis of Newton's Principia," p. 175. By Henry Lord Brougham, F.R.S.
(75) Humboldt's "Cosmos," p. 220.
(76) "Rambles of a Naturalist." By M. de Quatrefages.
(77) "The World's Birthday," p. 42. Ppelo Professor Gaussen. Geneva.
(78) "Recreative Science," article "Volcanoes."
(79) "The Quiver," de October 5, 1861.
(80) "Recreative Science," article "Volcanoes."
(81) "Recreative Science," article "Volcanoes."
(82) "Recreative Science," article "Volcanoes."



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