Terra Plana - Prova 86 - Esfericidade Inevitável da Semi-Fluidez

Desde os tempos de Samuel Birley Rowbotham os camaradas que defendem a hipótese de uma terra globular tentam usar dos mesmos argumentos falaciosos e teimando arrogantemente como se isso fosse tornar essas mentiras em verdades. Um deles é o famoso argumento de que se as gostas de água naturalmente possuem a tendência de se agruparem formando em sua maioria gotas esféricas; isso comprovaria que nosso mundo também seria como uma enorme gota de água viajando pelo espaço! Mas a realidade não é bem assim e a ciência genuína sempre se manisfesta para desmentir falácias como essa desde muito tempo na história da humanidade. Antes de prosseguir com mais esse maravilhoso artigo destruidor de fantasias, recomendo que leia alguns artigos essenciais:

Terra Plana / Curvatura / Samuel Birley Rowbotham

Segundo os globoloides as gostas de chuva e outros elementos da natureza que sejam líquidos comprovam a teoria da gravidade e da terra globular. Imagem: Você fez a diferença


É imaginado por muitos que um argumento para a redondeza da terra é encontrado nos seguintes fatos:

“Substâncias líquidas ou semilíquidas em movimento invariavelmente toma a forma globular, como exemplo na chuva, neve, orvalho, mercúrio e chumbo derretido, quando derramado de grandes alturas, como na fabricação de balas pequenas, se dividem em massas esféricas.”

“Há evidências abundantes, na geologia, que a terra tem uma massa líquida ou semilíquida, e não poderia, portanto, continuar se movendo pelo espaço sem se tornar esférica.”

Em primeiro lugar, respondendo às afirmações acima, o granizo não é sempre globular. Nas observações imediatas ou depois de uma chuva de granizo, as massas presentes sempre variam de forma, e são poucas encontradas em formato perfeitamente globular. A chuva e o granizo não podem ser bem examinados durante sua queda, mas quando caem em superfícies duras, elas geralmente parecem esféricas, um resultado simples de “atração da coesão” (são forças moleculares de atração que fazem com que as moléculas do próprio líquido fiquem unidas) O mesmo se da com o mercúrio, e em referência à formação das balas, ao derramar chumbo derretido do topo de uma torre em água gelada, é um erro supor que, afinal, ou mesmo em grandes proporções, é convertido em massas esféricas reais. De vinte a cinquenta por cento das massas formadas são irregulares em forma, e têm de serem derretidas novamente. Somado a isso, pode ser dito que a tendencia de líquidos em queda se tornarem globulares é devido ao fato que, nos trabalhos químicos, é chamado de “atração de coesão” (não "atração da gravidade"), que é muito limitada em suas operações. Essa ação está confinada a pequenas quantidades de matéria.





Se, na produção de balas, o metal fundido for derrubado em grandes quantidades de material, ao invés de pequenas quantidades (através de peneiras ou coadores com buracos pequenos) em pequenos grãos leves, nunca tomará uma forma esférica. Balas de uma polegada de diâmetro não pode ser feitas por esse processo. Balas de meia polegada de diâmetro só podem ser feiras em moldes de metais de formato esférico. Em países tropicais a chuva, ao invés de caírem em gotas, ou pequenos globos, frequentemente caem em grandes massas irregulares ou enxurradas, que não se aproximam nem um pouco do formato esférico. Então, é totalmente injusto atribuir a grandes quantidades de massa como a terra, fenômenos que ocorrem apenas com pequenas quantidades, ou mesmo a materiais granulados.

Sem negar que a terra tinha, em seu período de formação, ou na sua existência primária, uma forma semilíquida, é muito ilógico e prematuro dizer que isso seja um requisito para provar acima de toda dúvida que ela tem um movimento através do espaço, ou chegar à conclusão de que ela tem um formato esférico. deveria também ser provado que ela tem um movimento em seus eixos, ou que é igualmente contrária a cada princípio racional afirmar que a linha equatorial é maior que o diâmetro dos polos, como é inevitável o resultado da força centrífuga produzida por seu movimento axial ou rotação diária. A dedução de tais condições por Sir Isaac Newton, como temos visto quando falamos das medidas dos arcos dos meridianos, foi contrária à evidência, e nos leva a uma “confusão matemática” da qual os filósofos irão, cedo ou tarde, se envergonhar. Quando o assunto é tratado com um todo, fracassa totalmente como argumento para a redondeza da terra. Já tem sido demonstrado que o movimento axial e orbital não existe, e, portanto, qualquer argumento baseado sobre e os incluindo como fato, é necessariamente falacioso.





Considerações e Conclusão

Infelizmente Samuel B. Rowbotham errou em uma previsão... De que cientistas um dia olhariam para certos argumentos como este e sentiriam vergonha de os haver utilizado para manter uma tão grande mentira; mas infelizmente não foi isso que aconteceu e mais e mais mentes tem sido contaminadas e doutrinadas desde as escolas para acreditarem nas alegações e ilustrações mais toscas e superficiais que existem e como em nosso país temos um sério problema com a educação, onde as pessoas aprendem de tudo que colocam diante deles sem questionar nada pelo meno de represálias, vivemos em meio a tantos "cientistas" se utilizando dos argumentos mais sem lógica possíveis e disseminando as mentiras mais profundas que ninguém consegue conferir ou mensurar e as pessoas seguem divulgando isso sem nunca encontrar na dúvida a libertação! Mas graças a Deus e a homens como ele que estou aqui sempre lutando contra essas fantasias e disseminando este conhecimento e libertando vidas do engano e do vazio espiritual. Comente se também já ouvir este argumento falacioso por aí; se inscreva para receber novos artigos e compartilhe para que mais pessoas possam entender a falseabilidade dessa comparação e fique de olho também em nosso canal de mesmo nome no YouTube.

Fontes: 
Astronomia Zetética - A terra não é um globo (Páginas 252 e 253)
Brasil Escola - Forças de Coesão e de Aderência



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