Terra Plana - Prova 94 - Amanhecer Contínuo no Extremo Sul

Um dos pontos complicados das pessoas entenderem justamente por falta de material e informações mais refinadas é o comportamento do sol nos extremos ao sul e infelizmente os globolóides acham que isso desabona a terra plana; quando na verdade eles propositalmente ignoram as provas todas e se agarram a explicações inúteis e sem base firme para tentar "sepultar" a terra plana com achismos e interpretações imaginadas em uma esfera como aconteceu em meados de 2020, quando um cidadão na Antártida achou refutar a terra plana baseado em observações confusas, uma bussola duvidosa e uma filmagem de menos de 5 minutos onde qualquer terraplanista que assista desconfia da autenticidade do fato como interpretado e neste caso falo do suposto sol da meia noite na Antártida. Um fenômeno que só acontece de fato ao norte e pode ser visto e filmado por qualquer pessoas em regiões próximas ao círculo ártico. Neste artigo trago um exemplo de confusão interpretativa da parte de navegadores que da mesma forma tentavam encaixar a realidade a um globo e devido o uso terminológico errôneo acabavam deixando globolóides emocionados e tentando se utilizar de tais termos como prova da esfericidade da terra. Mas Samuel Birley Rowbotham, brilhantemente explica que os fatos e a terminologia usada pelos capitães daquele tempo.

Se a terra fosse um globo girando, movendo-se rapidamente numa órbita ao redor do sol, com seus eixos inclinados a um plano elíptico, como as hipóteses newtonianas afirmam, deveria haver seis meses de luz continua alternando com seis meses de trevas continuas em ambos os polos. Isso certamente ocorre no norte, mas que isso acontece no sul, não há evidencia positiva. Umas poucas afirmações irregulares tem sido encontradas em registros de marinheiros que tem se aventurado a navegar o "círculo ártico", que se baseiam sobre isso como prova, mas ao fazer um exame cuidadoso eles chegam à conclusão de que não são suficientes como evidência e nem pertinentes ao assunto em questão. No apêndice da narrativa do Comandante Wilkes, da Marinha dos Estados Unidos, ocorre a seguinte afirmação:

"Minha ocupação por seis meses se passaram na proa, e tendo toda a luz do dia, eu certamente tive toda a diligência, etc, etc."




A sentença acima foi tomada para dizer que o Capitão Wilkes teve seis meses ininterruptos de luz do dia. E as palavras irão fatalmente embasar tal interpretação. Mas as várias afirmações no corpo dessa narrativa mostra que não era isso que ele queria dizer, pois tal não era o caso. Seus navios saíram de Sidney em dezembro e retornaram lá pelo fim de fevereiro. Mas chegou apenas à latitude 61º S no dia 10 de janeiro e no dia 19 de fevereiro ele retornou à latitude 63º11‟0‟‟ S, quando ele reporta como segue:

"11 de janeiro, em 101 p.m., ainda temos luz. A noite foi linda, e tudo parecia estar em profundo sono. Descansamos até as 4 horas. E como a luz aumentava às 12 horas imersa em uma nevoa." etc, etc.

Novamente, no dia 16 de janeiro, quando ele alcançou a latitude 65º8‟0‟‟S. longitude 157º46‟0‟‟ L, ele registra:

"O sol se pôs uns poucos minutos antes das 10 horas. Estávamos chegando na noite, com tachas frequentes, para chegar ao mais extremo sul. Antes de que a luz do dia se tornasse em uma névoa que onde tudo ficasse obscuro."

"22 de janeiro, o efeito do nascer do sol, um pouco depois das duas da manhã, no dia 23, foi glorioso."

"Na manhã do dia 30, na latitude 63º30‟1‟ S, o sol se pôs vermelho e incandescente."

"2 de fevereiro, latitude 66º12‟0‟‟ S, essa manhã foi perceptível que os dias estavam ficando mais curtos, o que nos trouxe uma nova fonte de ansiedade, pois estávamos cercados por numerosas ilhas de gelo, o que com as trevas da noite, traziam mais perigo."

"6 de fevereiro, latitude 64º6‟0‟‟ S, desejando examinar a terra próximo a ela, eu tive de navegar em ampla luz do dia."

"7 de fevereiro, latitude 64º49‟0‟‟ S, às 6 horas da tarde, de repente encontramos uma barreira estendendo para o sul. Agora arrastado até a luz do dia, para definir com mais exatidão a tendência da terra."

"No dia 8, latitude 65º3‟0‟‟S, à luz do dia, uma vez mais navegamos para o sul. E às 8 horas da noite fomos mais uma vez levados. A noite estava muito negra e desagradável."

"11 de fevereiro, às 10 horas da noite, estava escuro demais para correr, e eu precisava."

"12 de fevereiro, latitude 64º57‟0‟‟ S, às 2 da manhã, muito distante. Ás 8 da manhã, estávamos a 3 milhas da barreira, um pouquinho depois eu tive que esperar a luz do dia para continuar nossas observações da terra."

"14 de fevereiro, à luz do dia, navegamos novamente para a terra."





Capitão Sir J. C. Ross, em seu livro "South Sea Voyages," (Viagens aos Marés do sul), p. 252, vol. 1, diz:

"No dia 21 de fevereiro, na latitude 71º S, longitude 171 Leste, como a noite estava ficando muito escura, às 9 da noite, nós ancoramos até o dia clarear."

As citações da narrativa acima mostram que das seis semanas, de 10 de janeiro a 10 de fevereiro, estava noite no dia 11, no dia 16, no dia 22 e no dia 30 de janeiro. E nos dias, 2, 6, 7, 8, 11, 12 e 14 de fevereiro. então, deve haver uma dúvida possível no que quis dizer o apêndice que "o período de seis semanas passados na proa, com completa luz do dia." Se ele quis dizer de outra forma que no período do dia ele tinha geralmente boa luz em contra partida às noites, em que tinha um clima sombrio que geralmente prevalece nas latitudes do sul, nós podemos fatalmente concluir que quando ele disse que "teve trabalho constante por seis semanas", ele quis dizer que nunca dormiu, mas que estava continuamente acordado, e em constante ocupação por todo aquele período. Se qualquer um quiser se basear na afirmação de que ele teve seis semanas de luz do dia ininterruptas, estará se colocando em uma posição de discordância e admitindo que a linguagem formal dos registros é contraditória ao apêndice, e que o Capitão Wilkes tinha, em seu estudo, quando escreveu seu livro, falsificado completamente os dados pegos durante o serviço ativo.

Embasado no mesmo assunto, muitas expressões têm sido citadas de Sir James Clark Ross em seu livro "Sout Sea Voyages." Na página 175, vol. 1, ocorre a seguinte citação :

"Na latitude 65º22‟0‟‟S, longitude 172º42‟0‟ L, no dia 4 de janeiro, às 9 horas da noite, a altitude do sol era de 4º. O sol se pôs como um objeto muito marcante, sendo riscado por cinco faixas escuras de amplitudes aproximadas, e foi achatado à sua forma mais irregular pela grande refração em sua parte inferior quando tocou o horizonte em 11º56‟51‟‟. Seguindo em direção a leste, desce de maneira quase imperceptível, até que sua parte superior desaparecesse exatamente 17 minutos e 30 segundos depois. … a diferença no diâmetro horizontal e vertical foi calculada por muitas medidas como sendo apenas 5‟21‟‟, e a horizontal sendo 32‟31‟‟ e o diâmetro vertical 27‟10‟‟, que foi dado no Nautical Almanack sendo 32‟34‟‟."

Novamente, na página 207, é dito:

"Na latitude 74º S, longitude 171º L, no dia 22 de janeiro de 1841, foi a mais linda noite que havíamos visto naquelas latitudes. O céu estava perfeitamente claro e sereno. À meia noite, quando o sol estava passando ao longo do horizonte ao sul, na latitude de aproximadamente 2º, o céu sobre nossa cabeça estava sob o mais intenso azul índigo, se tornando mais pálido em proporção à distância do zênite."

Nas seções previas desse trabalho, os argumentos quase universalmente dados em favor da redondeza tem sido claramente enunciados e completamente refutados. As inequívocas redações da evidência em seu suporte tem sido encontradas por diretas e evidentes contradições, mas na linguagem acima do senhor James Clarke Ross há significados duvidosos. Inconsistência com fenômenos colaterais descritos nas citações acima do Capitão Ross, poderiam, em consequência, ocorrer. E, como as teorias de toda classe tem declaradamente construído suas teorias para propósitos expressos de dar uma explicação de fenômenos, se verdades absolutas, ou apenas aparente verdade não sendo questionados, é necessário admitir que na descrição acima de aparências no sul, eles tenham evidências em seu favor, tais, em tais eventos, como eles sempre deveriam ter o cuidado de obter. O processo zetético que tem sido completamente adotado nesse trabalho proíbe, entretanto, que, por causa de uma dedução da redondeza da terra e movimento diurno pareça explicar certos fenômenos, portanto, a suposição se torna, e precisa se admitir ser, um fato.





Isso é intolerável, mesmo no sentido abstrato, mas na pratica precisa ser incondicionalmente repudiado. Através de evidências absolutamente separadas e independentes, nenhum item dos quais tem sido bastante desafiados, têm provado que a terra é plana, sem rotação ou movimento progressivo de qualquer tipo, e portanto o fenômeno observado e descrito pelo Capitão Ross tem de ser examinado com uma visão para sua explicação, não para corroborar qualquer teoria, mas em conexão com fatos demonstrados que a terra é uma superfície plana e parada. O primeiro caso não apresenta dificuldade. Ás nove horas da tarde, o sol estava 4º acima do horizonte a oeste uns poucos minutos antes das meia noite sua parte inferior tocava o horizonte e em um quarto de uma hora depois das 12, sua parte superior desapareceu. Quanto tempo ele permaneceu abaixo do horizonte, ou a que hora ele levantou novamente, não é afirmado. O Tenente Wilkes, quando estava na mesma latitude, e mais ou menos uma semana depois, disse:

"Eram 10:30 da noite, nós ainda tínhamos luz do dia. Ficamos em repouso até as 4, enquanto aumentava a luz na manhã seguinte em uma nevoa que desaparecia."

Três ou quatro dias depois ele diz: "o sol se põe uns poucos minutos antes das 10 horas." 

A partir das citações acima, nós entendemos que "o sol se põe uns poucos minutos antes das 10 horas." e nasce aproximadamente às 4 da manhã. Mas o Capitão Ross declara que o sol não se pôs ou desapareceu até 14 minutos depois da meia noite. É evidente que o sol nesse caso permaneceu acima do horizonte duas horas inteiras a mais do que ficou duas semanas depois, de acordo com o Tenente Wilkes, em consequência de refração incomum. Isso é corroborado pelo Capitão Ross, que, no mesmo parágrafo, registra que "o por do sol foi um momento muito marcante, estando achatado na sua forma mais irregular pela grande refração na sua parte inferior." Não é afirmado se o sol estava visto no horizonte ao norte, ou ao sul, mas como a terra é plana, e o percurso do sol é concêntrico com o centro norte, é certo que ele esteve "passando ao longo em direção ao leste" além ou no outro lado do centro norte. Isso será explicado claramente pelo seguinte diagrama, na figura 98.

No diagrama, N representa o centro norte, S, representa o sol se movendo no percurso S, E. W. A posição da Grã Bretanha está em B, e C, a posição relativa do Capitão Ross e do Tenente Wilkes, no momento em que as observações acima foram feitas. O sol nascendo em E ao leste, poderia, durante o dia, mover-se de leste para oeste, (de E para W) mas durante a noite ele poderia ser visto, por causa da grande refração, "passando ao longo em direção a leste," ou de W para S e E.


Esse fenômeno foi visto pelo Capitão Ross, mas não pelo Tenente Wilkes, que registra que o sol se pôs um pouco antes das 10 e nasceu às 4 da manhã. O Capitão James Weddle estava na latitude 74º15‟0‟‟ S, em 20 de fevereiro de 1822, e ele afirma expressamente que "o sol estava abaixo do horizonte por mais de 6 horas." (125)

Assim concluímos que o sol estando visível a noite inteira, foi um fenômeno ocasional, devido a uma refração incomum. O assunto como um todo é claro e facilmente compreendido, mas no segundo caso, dado pelo Capitão Ross, uma expressão usada pode render um significado incerto, e cria certa dificuldade. A expressão "do sul." À meia noite, na latitude 74º S, o sol estava passando ao longo do horizonte ao sul a uma altitude de aproximadamente 2º. Aqui, então, está uma confusão evidente. Primeiro, não poderia ser o horizonte ao sul, a menos que a terra seja um globo e já foi mais do que suficientemente provado que a terra não é um globo. Em segundo lugar, não poderia ser horizonte ao sul, porque quando na latitude 65º S, a parte inferior do sol, à meia noite, tocou o horizonte e agora estando na latitude 74º S, a altitude estava somente a 2º. Enquanto que estando a 9º de latitude próximo a isso, a altitude não poderia ser menor do que 11º. tudo está claramente explicado, exceto pela expressão "ao sul". Nós precisamos, portanto, entender o significado absoluto dessa expressão, e ver sua provável perversão ou aplicação peculiar local. A palavra "sul" significa absolutamente o contrário de norte. Relativamente significa que a direção paralela da extremidade ao sul da agulha da bússola, sem o fim na flor de lis, e, certamente, a menos que o real sul possa ser determinado pelos dados conhecidos, a bússola seria o guia dos marinheiros. Agora encontramos que a variação da bússola se torna tão grande nas mais altas latitudes ao sul, que não se torna confiável para determinar a posição do sol. Os marinheiros que foram bem educados a acreditar que a terra é um globo, com seus polos iluminados alternadamente, não poderiam de outra forma, imaginar que o sol, quando visto à meia noite no sul, estando no sul, enquanto que na realidade ele estava passando ao longo de oeste para leste, ou da esquerda para a direita, naquela parte da região sul em que estava exatamente oposta à sua posição, ou além do "polo norte", cruzando o que se está olhando. Em tal posição a luz poderia ter passado através da fria e densa atmosfera do norte e aquecido e deixado o ar do equador rarefeito, e assim, em certas condições e certas direções, refrações incomuns possam ocorrer, através da qual o sol possa, em algumas vezes, não sempre, ser visível.

Nós percebemos que tal foi o caso, visto pelo Capitão Ross, mais do que uma vez, e que somente uns poucos dias depois não foi visto pelo Tenente Wilkes, e que não é mencionado por outros navegadores antárticos como um fenômeno constante. Claramente, quando há uma refração incomum (grande refração, como o Capitão Ross admite, que é causada pela diferença nos diâmetros horizontais e verticais sido sol por mais de cinco minutos de um grau), que levanta o sol muitos graus acima de sua real posição, dando uma aparente altitude que possibilita cruzar o centro norte para os observadores no lado oposto do grande cinturão sul, ou circunferência sul. Esta por necessidade é uma evidência de que a terra é plana, e até que possa ser experimentalmente desaprovado, é igualmente necessário concluir que o Capitão Ross usou as palavras "horizonte ao sul" simplesmente porque seu julgamento astronomicamente educado não poderia conceber de outra maneira. Tinha que ter a mínima dúvida quanto á redondeza da terra, e portanto para explicar o sol da meia noite, ele seria capaz de decidir isso com uma simples experiência. É evidente que naquele horário o sol se moveria cruzando o firmamento da sua direita para a esquerda, e mantendo-se na mesma posição, o Capitão poderia ver na noite o sol se movendo da esquerda para a direita. Esse foi realmente o caso. O sol estaria na realidade no "horizonte sul". O Capitão Ross deveria ter olhado na direção oposta da qual ele tinha visto o sol ao meio dia, e consequentemente o movimento do sol teria sido da direita para a esquerda. Esse simples procedimento teria decidido o assunto. Ele questionaria o fato de que no meio de uma imensidão de águas, que a posição do seu sol do meio dia ficasse mantida até a meia noite? A resposta é, que embora as variações da bússola dificultassem a decisão pelo que mostrava no navio, ainda as variações poderiam ser a mesma dia e noite quando à mesma latitude e longitude. Então, a direção em relação à bússola "para fora" durante o dia poderia ter sido mantida pela mesma relação durante a noite. É provável, e muito ansiado, que durante algumas viagens futuras à antártica, as análises feitas acima, sejam colocadas juntas a essa questão acima de qualquer disputa. Para aqueles, entretanto, que estão convencidos pelas demonstrações experimentais que a terra é plana, prova alguma é necessária.

Considerações e Conclusões

Infelizmente o mesmo vive acontecendo em nossos dias e os defensores do globo ainda causam grande confusão com a esfera na mente e mesmo que observando coisas contraditórias na Antártida como o "caminho do sol" que ocorre de forma diferente além do trópico de Capricórnio, eles ainda assim insistem em tentar encaixar o fenômeno na hipótese globular e alegam estarem vendo isso por estarem em uma esfera de ponta cabeça girando. Óbvio que jamis usariam esse termo, porque por si só já soa ridículo. Mas mesmo sendo bem complexo de terraplanistas irem a Antártida para fazer observações e experimentos comprovando de fato que o sol perfaz seu caminho dentro de um limite e que as observações a seu respeito são diferentes, como bem disse Samuel Rowbotham; todas as demais evidências esmagadoras deixam muito claro que a terra é plana e não uma esfera. Infelizmente ele não pode concluir todos os seus estudos pela enfermidade e sua idade, mas nos deixou o suficiente para entendermos que nosso mundo não é o que nos ensinaram. Comente sobre o que pensa concernente aos relatos soberbos dos que na Antártida acreditam que estão vendo uma esfera girando e não o sol e tais fenômenos que tentam explicar baseados em tal hipótese. Se inscreva no blog para receber as atualizações e espalhe estas informações para outras pessoas e não deixe de visitar o canal Verdade Urgente no YouTube também!

Fontes:
Astronomia Zetética - A terra não é um globo (Páginas 288 à 295)
125 "Voyage towards the South Pole," p. 39.





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