Terra Plana - NASA e a Temporada de Caça aos Planetas!

Como a NASA vive de ficção científica em suas maiores descobertas, eles sempre estão publicando mais e mais descobertas que saem dos trilhos da imaginação para o extremo ridículo e sempre com aquele teor de mentira e exageros. Infelizmente muitos em toda parte do mundo enaltecem os EUA e isso já gera um certo excesso de confiança em muito do que procede de lá e a NASA está nesse meio com sua exploração espacial desde a década de 60, fundamentada em mentiras e fracassos e depois corroborada com mais suporte midiático e sendo muitas pessoas na humanidade, desinteressadas por essas coisas; leigas de como funciona o mundo cinematográfico e coisas do tipo; a maioria acaba acreditando em tudo quanto eles dizem sobre como nosso universo se formou; nosso mundo; nossa vida e mentem profundamente sobre tudo! E mais uma vez, veremos que os supostos milhares e até bilhões de planetas e estrelas que eles alegam existir não podem ser constatados senão pelas suas imagens falsas e produzidas em seus computadores. Não existem planetas, mas sim estrelas de diferentes brilhos, tamanhos, cores, distâncias e órbitas mas planetas como mostram, nunca. Recomendo alguma leituras necessárias antes.

Montagem com muitos exoplanetas supostamente descobertos
Para quem não entende de softwares de imagens e criação 3D esta imagem impressiona e muito. Imagem: Mistérios do Universo



Nasa vai lançar satélite para 'caçar' planetas

A agência espacial americana lança nesta segunda-feira (16.04.18) um telescópio cuja meta é encontrar milhares de planetas para além de nosso Sistema Solar. A missão Tess usará um foguete Falcon, disparado a partir de Cabo Canaveral, na Flórida, para mapear a quase totalidade do céu pelos próximos dois anos. Um dos focos será catalogar milhares de estrelas ainda não conhecidas, em busca de planetas que orbitem ao seu redor - assim como a Terra orbita o Sol. "Em seguida, estudaremos a composição desses planetas e sua atmosfera", diz à BBC Jennifer Burt, pesquisadora do Massachusetts Institute of Technology (MIT), que lidera a missão. "Esperamos conhecer 2 mil a 3 mil novos planetas." O observatório espacial James Webb, que deve entrar em órbita em 2020 - e substituirá o telescópio Hubble -, deve ter um papel crucial nessa missão. Suas lentes poderosas terão a capacidade de esmiuçar as atmosferas dos novos mundos a serem descobertos pela Tess, além de buscar pistas de eventual presença de vida nesses planetas. "Há muito interesse em procurar (o equivalente) às bioassinaturas da Terra, como (a presença) de metano, dióxido de carbono, vapor de água e oxigênio", explica Paul Hertz, diretor astrofísico da Nasa.

Nos passos do Kepler

A missão Tess vai seguir nos passos do Kepler, um inovador telescópio espacial lançado em 2009, que conseguiu confirmar a existência de mais de 2 mil exoplanetas (ou seja, que orbitam outra estrela que não o Sol). Mas o Kepler, pelo menos em sua missão original, fez uma varredura em uma porção limitada do céu. Além disso, muitas de suas descobertas estavam muito distantes para serem analisadas a fundo por outros telescópios. A estratégia com a Tess será diferente, a começar pela amplitude da busca. A varredura será em uma área "350 maior do que a analisada pelo Kepler", conta Burt. A missão terá quatro câmeras que vão mapear o céu em diferentes segmentos, e cada "trecho" terá 27 dias de estudos. Em 24 meses, o Transiting Exoplanet Survey Satellite (origem da sigla Tess e, em português, Satélite de Pesquisas de Exoplanetas em Trânsito) deve conseguir mapear 85% dos céus, incluindo suas 500 mil estrelas. A expectativa, diz Burt, é que os 2 mil a 3 mil novos planetas sejam "certamente menores do que Júpiter e em sua maioria menores do que Netuno; então, que tenham potencial de serem terrestres, rochosos".





Água líquida

O interesse é saber se eles estão orbitando sua estrela-hospedeira a uma distância que permita a ocorrência de água líquida - um pré-requisito para a existência da vida. Para a maioria das estrelas observadas pela Tess, essa distância será curta. O motivo disso é que a maioria das estrelas do céu são menores e mais frias que o Sol - portanto, a zona da temperatura ambiente que permitiria existir água em estado líquido é muito menor. Outro projeto que analisará o material levantado pela Tess será o Cheops (Characterising Exoplanet Satellite, ou Satélite de Caracterização de Exoplanetas), liderado pela Suíça no âmbito da Agência Espacial Europeia (ESA). Esse telescópio deve estar pronto para lançamento até o final do ano. "A Tess vai nos dizer para onde e quando apontar (nossas lentes)", diz a cientista do Cheops Kate Isaak. "Nosso propósito será medir precisamente o tamanho dos planetas que forem identificados. Se soubermos seu raio e sua massa, conseguiremos (projetar) sua densidade e possível composição. Serão eles rochosos? Serão aquáticos? Serão gasosos?"

Brilho das estrelas

Bill Chaplin é um especialista em asterosismologia na universidade britânica de Birmingham. Ele está interessado nas variações de brilho das estrelas que serão observadas pela Tess. Essa variação é consequência das ressonâncias das camadas externas das estrelas - e algo que Chaplin usa para obter muitos dados sobre esses astros. "Podemos medir as propriedades fundamentais das estrelas", explica ele. "Podemos ver o quão maciças elas são e qual sua idade. Além disso, podemos traçar um retrato do interior da estrela. Em resumo, podemos fazer o equivalente a um ultrassom nelas." Após o lançamento, o plano prevê que o satélite da Tess voe no foguete Falcon durante 44 minutos até ser ejetado em um percurso elíptico ao redor da Terra. Os responsáveis pela missão projetaram uma órbita de forma que o satélite da Tess seja "encurralado" pela gravidade da Lua, o que deve ajudar a economizar combustível, permitindo que a missão se prolongue por algumas décadas - ou até que a Nasa a considere produtiva.

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É possível que boa parte dos novos planetas descobertos esteja relativamente perto de nós - a algumas dezenas de anos-luz da Terra. É uma distância bastante longa para uma viagem humana, mas George Ricker, principal pesquisador da Tess no MIT, se diz confiante de que ainda neste século teremos tecnologia para permitir que robôs exploratórios visitem as novas descobertas no espaço. "Consigo imaginar uma armada de nano-satélites partindo da Terra para nos mandar informações", diz ele. "Isso será um legado da Tess."





Considerações e Conclusão 

A NASA nunca sossega e os camaradas que escrevem estas notícias deveriam receber um Nobel por mais escreverem sobre ficção científica na história da humanidade! De onde eles tiram tantos planetas e estrelas assim? Ah sim, claro; no universo sem fim deles com os demais incontáveis e insondáveis universos paralelos de Stephen Hawking tudo é possível; mas não espere nada além de muita adrenalina imaginária, pois é o que tem desde sempre... NASA e suas tecnologias fenomenais... Uma melhor que a outra mas ninguém vê realmente essas tecnologias fazendo realidade para que possamos conferir de perto não é mesmo? Não se desenvolvem e trazem resultados como os carros, celulares e computadores. Eles ameaçam anos e mais anos engolindo bilhões de dólares para lançar suas gambiarras só na mídia com foguetes limitados ao nosso céu com pretexto de rota elíptica de decolagem na bola e por fim, temos imagens dessas gambiarras em solo e o resto são animações e as supostas imagens tiradas por eles. Nenhuma realmente convence os mais atentos, como as dos exoplanetas supostamente descobertos. Não existem planetas...

Mais um fato que me chamou atenção, foi mais a contradição de que poderão explorar 85% do universo? Como assim? Já estão encontrando um limite para ele é? Esta me cheirando a transição de status sutilmente para escapar da avalanche de cobranças que está começando... A doutrinação sempre tem que ser sobre vida em outros planetas não é mesmo? Balela! Outros detalhes que me deixam coçando sempre a cabeça é a ousadia deles em dizer que além de existirem planetas nessa quantidade improvável, eles são capazes de medir, explorar, conhecer, detalhar e até fazer um raio-x? Caramba NASA! E nós aqui esperando fotos mais reais da Lua e os lixos que deixaram por lá e vocês não tem... Ou pelo menos uma foto real do continente Antártico que vocês mostram que são falsos. Uma imagem sequer da Terra pra valer, não? Sobre o combustível... Ah esse combustível! Valioso e econômico combustível! Como não lançaram ainda um carro sequer patenteado para a NASA e ela nadar em dinheiro com essa fórmula hein? E a duração desses equipamentos então nas condições do espaço? Impressionante! Deixe seu comentário se acredita nisso que leu ou não; compartilhe com outras pessoas e assine as atualizações para ficar por dentro de mais ficção científica.

Disse Deus: “Haja luminares no firmamento do céu para separar o dia da noite. Sirvam eles de sinais para marcar estações, dias e anos, e sirvam de luminares no firmamento do céu para iluminar a terra”. E assim foi. Deus fez os dois grandes luminares: o maior para governar o dia e o menor para governar a noite; fez também as estrelas. Deus os colocou no firmamento do céu para iluminar a terra,  governar o dia e a noite, e separar a luz das trevas. E Deus viu que ficou bom. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o quarto dia. Gênesis 1.15-19

Fontes: