Terra Plana - Prova 66 - Peculiaridades dos Eclipses Lunares

Um eclipse do sol é o simples resultado da lua passando à frente dele, ou entre ele e o observador na Terra. Mas quanto ao Eclipse da lua acontecer em função da sombra da Terra é, com todo o respeito, insatisfatório, pois não é provado. A Terra comprovadamente não se move, nem sobre os eixos e nem em órbita ao redor do sol, e portanto, jamais poderia se colocar entre o sol e a lua. A Terra é comprovadamente Plana, sempre abaixo do sol e da lua, e dizer, portanto, que a intersecção dela entre a luz do sol projetando sua própria sombra sobre a lua, é algo impossível. Apesar das dificuldades e incompatibilidades acima, muitos casos raros estão registrados do sol e da lua eclipsados estando juntos sobre o horizonte. O sol, a terra e a lua não em uma linha reta, mas a terra abaixo do sol e da lua ― fora do alcance ou da direção de ambos ― e ainda ocorreu um eclipse lunar!

16 de agosto de 1989. Um eclipse lunar visto do topo de Mauna Kea, na ilha do Havaí quando o sol já despontava. Imagem: Trivalleystargazers 


Seria possível que a “sombra” da terra pudesse ser lançada sobre a lua, quando o sol, terra e lua não estavam alinhados? A dificuldade tem sido explicada pela influência da refração, como nas seguintes citações:

“Em algumas ocasiões, a refração horizontal acumula 36 ou 37 minutos e geralmente por volta de 33 minutos, o que é igual ao diâmetro da luz e do sol e, portanto, todo o disco do sol ou lua aparecerão 'sobre' o horizonte, um nascendo e outro se pondo, embora realmente 'abaixo'. Essa é a razão que a lua cheia tem sido vista sobre o horizonte antes de o sol se pôr. Um notável caso desse tipo foi observado em Paris, no dia 19 de julho de 1750, quando a lua apareceu visivelmente eclipsada, enquanto o sol estava distintamente visto sobre o horizonte.” (19)

“No dia 20 de abril de 1837, a lua apareceu nascendo eclipsada antes de o sol ter se posto. O mesmo fenômeno foi observado no dia 20 de setembro de 1717.” (20)

“No eclipse lunar de 17 de julho de 1590; 3 de novembro de 1648; 16 de junho de 1666; e 26 de maio de 1668, a lua nasceu eclipsada enquanto o sol estava aparentemente sobre o horizonte. Aqueles eclipses horizontais foram noticiados como 'tão cedo como o tempo de Plínio.' (21)

No dia 17 de janeiro de 1870, um fenômeno similar ocorreu; e novamente em julho do mesmo ano. (22)




A única explicação que tem sido dada sobre esse fenômeno é a refração causada pela atmosfera da terra. Isso, à primeira vista, é uma solução plausível e relativamente satisfatória, mas ao examinar cuidadosamente o assunto, descobre-se que a explicação é completamente inadequada e aqueles que recorrem a isso não estão cientes de que a refração de um objeto e que a sombra estão em direções opostas. Um objeto por refração é curvado para cima, mas a sombra de qualquer objeto é curvada para baixo, como pode ser visto pelo simples experimento que segue.

Pegue uma bacia branca e rasa, e coloque-a dez ou doze polegadas de uma luz em tal posição que a sombra da borda da bacia toque o centro do fundo. Segure uma haste verticalmente sobre e na borda da bacia, e verá que a sombra recua ou diminui para dentro e para baixo, mas se uma haste ou uma colher for colocada com sua parte de cima em direção da luz, e a parte mais baixa no fundo da vasilha, será visto que, enquanto a água é derramada na bacia, ela se dobra para cima - provando assim que se a refração atua de alguma forma, ela faria isso levando a lua acima de sua real posição, e jogando a sombra da terra para baixo, ou diretamente longe da superfície da lua. Consequentemente fica claro que um eclipse lunar causado pela sombra da terra é algo totalmente impossível.

Toda a superfície da lua, ou aquela parte visível da Terra tinha sido distintamente vista durante todo o tempo do eclipse total, o que é totalmente incompatível com a doutrina de que um eclipse da lua é resultado da sombra da terra passando sobre sua superfície.

Mr. Walker, que observou o eclipse lunar em 19 de Março de 1848, próximo a Collumpton, diz:
“ㄧA aparência estava como de costume até às nove horas e vinte minutos. Naquele momento, e durante a hora seguinte, ao invés de um eclipse, a lua ser escurecida pela sombra da Terra, o ápice daquele corpo se tornou muito rapidamente e mais lindamente iluminado, e assumiu a aparência de um calor incandescente de fogo como de uma fornalha, tingida com um vermelho profundo. … O disco completo da lua como com luz perfeita tal qual como não houvesse eclipse qualquer! … A lua positivamente irradiou luz plena de seu próprio disco durante o eclipse total!” (23)

Mais uma imagem captada do mesmo eclipse Lunar no Havaí. Imagem: Trivalleystargazers 


O caso seguinte, embora não exatamente similar ao último, é digno de ser registrado aqui, mostrando que alguma outra causa pode haver além da que a sombra da Terra produza o eclipse lunar.

“FENÔMENO EXTRAORDINÁRIO É OBSERVADO NO ECLIPSE.

No sábado à tarde, no dia 27 de fevereiro de 1858, em Bruxelas, o eclipse foi visto por vários filósofos ingleses que se fizeram presentes. O evento foi observado por uma aparência muito notável, a qual o Dr. Foster disse que foi completamente inexplicável por quaisquer leis da filosofia natural com as quais ele estava familiarizado. O momento anterior em que uma pequena mancha escura apareceu na superfície da lua, e durante todo o eclipse, uma franja marrom avermelhada, ou penumbra, foi projetada sobre a sombra da Terra. Outra coisa ainda mais marcante foi a aparente irregularidade da borda da sombra. Três pessoas, uma delas um astrônomo, foram testemunhas desse curioso fenômeno, para o qual nenhuma lei de refração poderia explicar de maneira alguma.” (24)

“ECLIPSE LUNAR DE 6 DE FEVEREIRO DE 1860.

A única característica marcante neste eclipse foi a visibilidade. Quase se pôde determinar que o brilho de Aristarchus, Kepler e outras foram comparativamente perdidas, ou pelo menos, claramente distinguíveis, tão logo eles se tornaram envolvidos na sombra, mas não apenas Aristarchus, que evidentemente brilhava quer pela iluminação intrínseca ou pela iluminação retida.” (25)

“A lua tem brilhado algumas vezes durante um eclipse total com uma distinção quase inexplicável."





Em 22 de dezembro de 1703, a Lua, quando totalmente imersa na sombra, ficou visível em Avignon por uma coloração luminosa tão brilhante que qualquer um podia imaginar que ela estava transparente e iluminada por trás, e em 19 de Março de 1848, foi registrado que, de tão brilhosa que estava a superfície da lua, durante sua total imersão, muitas pessoas poderiam ser convencidas de que ela não estava eclipsada. O Sr. Foster, de Bruges, estados, em um registro daquele eclipse, conta que os lugares escuros e luminosos na superfície da lua poderia ser quase descritos como uma noite enluarada comum.

“Algumas vezes, em um eclipse lunar total, a lua aparecerá um pouco obscura em algumas partes de sua superfície, e em outras partes exibirá um alto grau de iluminação. … até certo ponto eu testemunhei alguns desses fenômenos durante o eclipse parcial de 7 de fevereiro de 1860. … durante a tarde de 6 de fevereiro eu me preparei para testemunhar o eclipse, sem qualquer expectativa distinta de ver algo digno de nota. Eu sabia, entretanto, que acima de oito décimos do disco poderiam ser cobertos e estava ansioso para observar qual grau de distinção da porção do eclipse poderia ser vista, parcialmente como um fato interessante e parcialmente como uma visão de verificação ou descoberta dos pontos fracos de uma gravura (no que eu estava preocupado) de um eclipse lunar. Depois de ver o aumento da escuridão da penumbra suavemente surgindo dentro da verdadeira sombra no início do eclipse (por volta de 1 hora da manhã, no horário de Greenwich), eu continuei com um lápis e papel, vagamente iluminado por uma lâmpada distante para registrar por nome as diferentes montanhas lunares e planícies (os chamados mares) acima dos quais a sombra passaria. … Durante a primeira hora e dez minutos eu notei algo inesperado. … eu repetidamente escrevi minhas observações para a notável claridade com a qual o contorno da lua eclipsada poderia ser visto, ambos a olho nu, e com o telescópio. À 1 hora e 58 minutos, entretanto, eu notei de repente uma coloração avermelhada em uma parte da lua. Eu poderia muito bem deixar minhas anotações nas palavras originais, como copiei no dia seguinte de uma maneira mais concentrada:

“ → 1 hora e 58 minutos, Hora de Greenwich. Eu estou abruptamente chocado pelo fato de que todo os mares ocidentais da lua estão mostrando, através da sombra, com uma singular precisão, que toda a região na qual eles se apoiam assumiu um tom avermelhado, obtendo um grande brilho de maneira que em uma espécie de região polar temporária tendo um “Endymion‟ com respeito à posição do polo imaginário. Eu particularmente anotei que o “Lago do Sonho‟ desapareceu neste brilho, ao invés de permanecer na sombra escura. E percebi que a chamada região polar não é paralela com o aro da sombra, mas ao oeste dele

→ 2 horas e 15 minutos: algumas nuvens, embora muito finas e transparentes, agora intervêm.

 → 2 horas e 20 minutos: O céu está claro agora. Quão extraordinária é a aparência da lua. Avermelhado não é a palavra para descrever. É vermelho, vermelho quente! Eu me esforço para imaginar a variedade de objetos vermelhos com os quais eu poderia comparar e nada se assemelha mais do que uma moeda incandescente ㄧ uma moeda incandescente com uma pequena borda inferior em um tom branco quente, destacando-se contra o azul escuro que está atrás. Não é tão somente um mero disco, mas lindamente contornado por uma sombra. Assim é sua aparência a olho nu, mas com o telescópio sua superfície varia mais em coloração do que com olhos nus, e não é somente um vermelho brilhante como quando visto. O vermelhão brilhante continua sendo mais perceptível assim como a distância da borda do sul, e é grandioso como a região de “Endymion”. As montanhas Hercínicas (ao norte de Grimaldus) são, entretanto, de um vermelho brilhante, e Grimaldo mostra bem. O Mare Crisium e os mares ocidentais são maravilhosamente distintos. Não há vestígio de ser de Aristarco ou Platão.

→ 2 horas e 27 minutos: Agora está próximo do meio do eclipse. A coloração vermelha é muito brilhante a olho nu. … Depois disso, eu registrei uma progressiva mudança na coloração da lua.

→ 2 horas e 50 minutos: A lua não mais parece a olhos nus com um vermelho tão brilhante como antes e novamente eu lembrei do seu tom de cobre em brasa, ou um bronze que começava a esfriar. Grimaldo completo estava agora descoberto. Pelo telescópio eu percebi uma evidente sombra cinza na menor parte eclipsada, e as várias pequenas crateras dando um efeito pontilhado, como uma antiga pintura em água. A parte superior é avermelhada, mas duas graciosas curvas azuladas, como chifres, marcando a forma de „Montanhas Hercínicas‟, e a região brilhosa na outra borda da lua. Esses são visíveis também a olho nu.

→ Às 3 horas e 5 minutos o vermelhão havia quase desaparecido. Uns poucos minutos depois, nenhum vestígio permaneceu, e antes que longas nuvens aparecessem, eu assisti a lua, contudo, ocasionalmente ganhando um vislumbre de seu disco, até quinze para as quatro, quando, pela última vez, naquela ocasião, eu vi ocorrer fracamente através das nuvens, quase em lua cheia novamente e quando eu estava saindo, fui tomado por um sentimento de grande recompensa por minha vigília pelo belo espetáculo o qual eu tinha visto”. (26)

E mais uma foto bônus do mesmo eclipse lunar com o sol surgindo no horizonte. Imagem: Trivalleystargazers 


“No momento da totalidade (do eclipse) a lua apresentou uma suave aparência lanosa aparentemente mais globular na forma do que quando estava completamente iluminada. Traços de montanhas maiores e mais brilhantes ficaram visíveis no momento da totalidade, e particularmente os raios brilhantes procedentes de Tycho, Kepler e Aristarcus. … Primeiramente, quando a parte obscurecida estava em menores dimensões, foi de um matiz cinza metálico, mas enquanto se aproximava da totalidade, a luz avermelhada tornou-se tão aparente que foi registrado que a lua „parecia estar em chamas‟; e quando a totalidade havia começado, certamente parecia como um fogo latente em suas cinzas, e quase saindo.” (27)

“Em casos ordinários o disco aparece, durante um eclipse total, de uma tonalidade avermelhada com os mais vários graus de intensidade, passando, mesmo quando a lua, mesmo tão distante da terra, está com um vermelho fogo. Enquanto eu estava descendo a âncora (29 de março de 1801), ao largo da Ilha de Baru, não distante de Cartagena de índias, e observando um eclipse lunar total, eu fiquei muito chocado por ver que o disco avermelhado da lua ficava muito mais brilhante no céu dos trópicos do que na minha terra natal.” (28)

"A cor de fogo, - o carvão incandescente da lua (eclipsada) escureceu. ... A mudança é de preto para vermelho, e azulado." (29)

“Foi gerada uma confusão no campo de Vitélio por causa do eclipse que aconteceu àquela noite. O eclipse não estava ainda total, a lua estava no momento variando de cores - vermelho-sangue, preto, e outros tons lúgubres, embora para mentes perturbadas isso poderia ser agouro de má sorte, aquilo que enchia suas almas com inquietante apreensão.” (30)

Os vários casos acima são logicamente destrutivos à noção de que um eclipse da lua nasce a partir de uma sombra da terra. Como afirmado anteriormente, a terra é comprovadamente plana, sem movimento, e está o tempo todo a muitas milhas abaixo do sol e da lua, e é impossível por qualquer maneira conhecida se colocar entre eles. Ela não pode interceptar a luz do sol, e projetar sua própria sombra sobre a lua. Se tal coisa fosse uma possibilidade natural, como a lua poderia continuar brilhando durante todo ou considerável parte do período de sua passagem através da escuridão da sombra da terra? Refração, ou o que poderia ser chamado de “Luz da Terra”, não ajudará a explicação porque a luz da lua está nesses momentos com “a aparência de um calor incandescente de fogo de uma fornalha, tingida com um vermelho profundo” “avermelhado não é a palavra para expressar isso, ela estava vermelha, vermelho fogo.” “A luz avermelhada fez com que parecesse estar em chamas.” A luz do sol é de uma cor completamente diferente daquela da lua eclipsada e isso é contrário aos princípios ópticos conhecidos para dizer que a luz quando refratada ou refletida, ou ambas simultaneamente, mudem sua coloração. Se uma luz ou uma determinada cor é vista através de uma grande profundidade de um meio comparativamente denso, como o sol é frequentemente visto no inverno através de uma névoa e vapor da atmosfera, ele parece de uma cor diferente, e geralmente como a que a lua apresenta frequentemente durante um eclipse total, mas uma sombra não pode produzir qualquer efeito parecido, pois não é um corpo físico e nem nada mais do que a simples ausência de luz.

Como pode um mesmo fenômeno acontecer de forma a criar iluminações diferentes na Lua? Eles mesmos se entregam... Imagem: Time and Date


Partindo dos fatos e fenômenos já apresentados, nós não podemos desenhar nenhuma outra conclusão além da que a lua é obscurecida por algum tipo de corpo semitransparente que passa à frente dela e através do qual a superfície luminosa é visível, sendo apenas modificada na coloração pela densidade do objeto que se interfere. Essa conclusão é firmada sobre nós pela evidência e isso envolve a admissão de que a lua brilha com luz própria ― que ela não é um refletor da luz do sol, mas com sua própria luz. Embora essa admissão seja logicamente compulsória, será útil e estritamente Zetético coletar toda evidência possível que possa embasar isso.

Como a lua tem luz própria, sua superfície não poderia ser escurecida ou "eclipsada" por uma sombra proveniente da terra ― supondo que tal sombra pudesse ser lançada sobre ela. Em tal caso, a luminosidade, ao invés de ser diminuída, aumentaria, e seria maior em proporção à maior densidade de escuridão da sombra. Como a luz no olho de um boi iluminado parece mais brilhante em lugares mais escuros, então deveria a superfície com luz própria da lua ser mais intensa na penumbra ou na parte mais profunda da sombra da terra.

A linha cintilando brilhantemente durante todo o tempo do eclipse, e com uma luz diferente da luz do sol e a luz da lua tendo, como foi previamente mostrado, um caráter diferente do sol. A Terra não é um globo, e não está em movimento em volta do sol, mas o sol e a lua estão sempre sobre a superfície plana da Terra, tornando a proposição inevitável e claramente inegável de que um eclipse lunar não é e não poderia, dada a natureza das coisas, nascer de uma sombra da terra, mas por pura necessidade lógica, ser atribuído a outra causa.

Considerações e Conclusões

Diante de tantas evidências contra tantas hipóteses e teorias que não se encaixam na realidade dos fatos, nos resta concordar com esse brilhante cientista que dedicou boa parte do seu tempo para nos trazer a verdade concernente ao nosso mundo plano e neste estudo, quanto aos eclipses lunares que não tem nada a ver com a sombra da terra projetada na Lua como já mostrado aqui em outros artigos e com os próprios relatórios da NASA cheios de contradição em cada um deles já acontecidos ou previstos. Ainda hoje eclipses conforme registrados por Samuel B. Rowbotham acontecem e já foram registrados mesmo por terraplanistas refutando o modelo globular de eclipse e até hoje eles tentam se utilizar da refração para explicar o inexplicável dentro de suas hipóteses. Você ainda acha que os eclipses lunares são causados pela sombra da terra? Comente; compartilhe; se inscreva e conheça também nosso canal no YouTube. Deus abençoe sua vida!

Fontes: 
Astronomia Zetética - A terra não é um globo (Páginas 140 à 156)
(19) Astronomy and Astronomical Instruments," p. 105. por George G. Carey.
(20) McCulloch's Geography, p. 85
(21) "Illustrated London Almanack de 1864," os artigos astronômicos de James Glaisher, Esq., do Greenwich Royal Observatory.
(22) Veja "Daily Telegraph," July 16th, 1870.
(23) "Philosophical Magazine," No. 220, for August, 1848.
(24) "Morning Star," de quarta-feira, 3 de março de 1858.
(25) Norman Pogson, Esq., Diretor do Hartwell Observatory, em "Monthly Notices of the Royal Astronomical Society," 9 de março de 1860.
(26) O honorável Senhor Ward, Trimleston House, próximo a Dublin, na "Recreative Science," p. 281.
(27) "Illustrated London Almanack de 1864," por Mr. Glaisher, do Royal Observatory, Greenwich. Uma linda gravura tingida é dada, representando a lua, com todos os lugares claros e escuros, as chamadas montanhas, mares, etc., claramente visíveis, durante a totalidade do eclipse.
(28) "Physical Description of the Heavens," p. 356. By Humboldt.
(29) Plutarch ("De Facia in Orbe Luna"), T. iv., pp. 780-783.
(30) Dion Cassius (lxv., 11; T., iv.; p. 185. Sturz.).




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