Terra Plana - Prova 67 - Sol e Lua: Luminares Diferentes

Segundo o heliocentrismo, o Sol possui um tamanho de 1.392.700 km e estando a 149.600.000 km de distância da Terra iluminando a mesma e também a Lua que não passa de um satélite da Terra mudando suas fases pelo iluminação solar e da mesma forma eclipsando pela sombra da Terra projetada nela. Mas Samuel B. Rowbotham, cientista do século XVIII que tentaram sepultar por não entrar no engano das massas, resolveu pesquisar sobre sol e lua e descobriu diferenças incríveis por meio de observações e relatos das pessoas como sempre. O melhor de tudo? Isso é ciência! E por mais incrível que pareça, ele coletou experiências comuns do dia a dia de qualquer pessoa que tenha vivência com a natureza. O intuito deste artigo é demonstrar que a Sol e Lua de fato são como as Escrituras nos revelam: Dois luminares diferentes. E nada mais delicioso que fatos científicos que mesmo a humanidade corrobora pelo contato com a criação de Deus! Recomendo que leia alguns artigos interessantes sobre sol e lua:

Artigos sobre o Sol
Artigos sobre a Lua

Sol e lua estão sempre orbitando sobre o plano da terra desde que foram criados e são observados por nós. Imagens: Fazia Poesia


A Lua Reflete a luz do Sol? 

Primeiro → Um refletor é uma superfície plana ou côncava que provê o que recebe.
→ Se um peça de metal vermelho incandescente for colocada diante de uma superfície plana ou côncava, calor será refletido.

→ Se neve ou gelo forem similarmente colocados em frente a uma superfície plana ou côncava, frio será refletido.

→ Se luz, branca ou colorida, for colocada da mesma maneira, a mesma coloração de luz será refletida.

→ Se o som de um determinado tom for produzido o mesmo tom será refletido.

Um refletor não lança frio quando calor é colocado em sua frente, nem calor quando frio lhe é apresentado. Se uma luz vermelha é recebida, luz vermelha retornará, não azul, ou amarela. Se a nota C soar sobre um instrumento musical, um refletor não poderia retornar a nota D ou G, mas a mesma nota, alterada apenas em grau ou intensidade.

Se a luz é um refletor da luz do sol, ela não poderia radiar ou lançar para baixo sobre a Terra qualquer outra luz que não fosse a que recebeu primeiramente do sol. Não poderia haver diferença em qualidade ou característica da luz e não poderia ser diferente em nenhum outro aspecto além da intensidade ou quantidade.





A Lua Absorve a radiação solar? 

Costuma-se afirmar, em oposição ao que foi citado acima, que a lua poderia absorver um pouco dos raios de luz do sol e refletir somente os raios restantes. A isso é replicado que absorção significa saturação rápida.

Em uma peça de papel fosco, ou um torrão de açúcar endurecido, ou uma esponja quando trazida em contato com qualquer fluido ou substância gasosa, somente absorveria por um curto período de tempo seria rapidamente saturada, cheia até a saturação e a partir desse momento cessaria de absorver e depois sempre poderia apenas refletir ou lançar de volta qualquer coisa que fosse projetada sobre ela. Então a lua, se é um objeto sem luz própria, poderia, no início de sua existência absorver os raios do sol e absorvendo um pouco, poderia dar a outros, mas como já foi provado, ela poderia absorver apenas até saturar, o que ocorreria em um curto período de tempo, e a partir desse ponto de saturação até o presente momento, ela poderia não ser mais do que um refletor ― um refletor também, de tudo o que recebe.

Nós temos, então, para saber se a lua é um refletor, meramente que definir se a luz que ela recebe é ou não a mesma em características que ela recebe do sol.

A Lua é um Luminar como nos revela Deus a Moisés no Gênesis. Imagem: AttNews


Diferenças Perceptíveis e Práticas

1º → A luz do sol é geralmente, e no seu estado normal na atmosfera, opressiva, feroz, meio dourada, de caráter piro fosforescente, enquanto que a luz da Lua é pálida, prateada e gentil e quando está no seu estado mais brilhante é suave e não incandescente.

2º → A luz do sol resseca e preserva, ou é antisséptica. Substâncias animais e vegetais expostas a ela secam rapidamente, coagulam, encolhem e perdem sua tendência a decomposição e se tornarem pútridas. Por isso uvas e outras frutas por longa exposição à luz do sol tornam-se sólidas e parcialmente cristalizadas e preservadas. Por exemplo a groselha, passas, ameixas, tâmaras e produtos em geral de quitandeiros comuns. Por isso, também, peixes, e carne pelo processo similar de exposição perdem seus gases e outras constituições voláteis e pela coagulação de sua albumina e outros componentes se tornam firmes e secos e menos sujeitos à degradação. Dessa maneira bem conhecida de viajantes, vários tipos de peixes e carnes são preservados para o uso.

A luz da lua é úmida, fria e poderosamente séptica. Substâncias animal, vegetal e nitrogenadas expostas a ela mostram sintomas de putrefação. Mesmo criaturas vivas por longas exposições aos raios da lua, se tornam morbidamente afetadas. É uma coisa comum em veleiros indo a regiões tropicais, através de anúncios escritos ou impressas, proibindo pessoas de dormirem no convés expostas à luz da lua cheia, tendo experiências comprovadas de que tal exposição é frequentemente acompanhada de consequências prejudiciais.





“É dito que a luz tem um efeito pernicioso sobre aqueles que, no leste, dormem na haste da âncora e que peixes ao ficarem expostos aos raios da lua por apenas uma noite, se tornam prejudiciais para aqueles que comerem.” (31)

“Em Peckham Rye, um garoto chamado Lowry perdeu completamente sua visão ao dormir em um campo à luz da lua cheia.” (32)

“Se nós colocarmos em uma posição exposta duas peças de carne, uma delas sujeita aos raios da lua, enquanto a outra esteja protegida por uma tela ou coberta, a primeira será estragada pela putrefação muito antes da outra.” (33)

O professor Tyndall descrevendo sua jornada ao topo da “Alpine Mountain”, Weisshorn, em 21 de agosto de 1861, diz:

“Eu deitei com minha face em direção à lua (que estava praticamente cheia), e olho fixamente até que minha face e meus olhos se tornaram tão gelados que eu estava disposto a protegê-los com um lenço.” (34)

3º → É um fato sabido que se for permitido ao sol brilhar fortemente sobre um carvão, um cuque, madeira ou carvão em fogo, a combustão é gradualmente diminuída, e frequentemente o fogo é extinto. Isso não é algo incomum para cozinheiros, donas de casa, e outros que tenham abaixado as cortinas no verão para evitar que seus fogos apagassem pela corrente contínua de luz do sol se derramando sobre as janelas. Muitos filósofos têm recentemente tentado negar e ridicularizar esse fato, mas eles se encontraram, não somente com o senso comum e experiências diárias práticas do próprio povo, especialmente pelos resultados das próprias experiências.

Não é sabido talvez, mas é um fato igualmente resolvido, que quando se permite que a luz da lua seja lançada sobre um fogo carbonáceo comum, a ação é aumentada, o fogo queima mais vividamente, e o combustível é consumido mais rapidamente.

4º →Um termômetro na luz do sol fica mais alto do que um termômetro similar colocado na sombra. Na lua cheia, um termômetro permanece mais baixo do que um instrumento similar na sombra.

5º →No inverno quando o gelo e a neve estão no chão, é patente para cada garoto buscando diversão ao esquiar ou em guerras de neve, que na luz do sol, tanto o gelo como a neve são mais macios e breves do que atrás de um muro, ou na sombra. É também conhecido que quando, em clima gelado, a noite vai adentro, e a lua cheia está brilhando por algumas horas, a neve e o gelo expostos à luz da lua são mais duros e quebradiços, enquanto que na sombra, ou atrás de qualquer objeto que intercepta os raios da lua, fica mais quente, e o gelo e a neve ficam mais macios e menos compactos. A neve derrete mais rápido na luz do sol do que na sombra, mas derrete mais rápido na sombra do que à luz da lua.

O sol é completamente diferente da Lua e tem suas características próprias como foi criado. Imagem: UFMG


6º →A luz do sol refletida da superfície de uma piscina de água, ou da superfície do gelo, pode ser coletada em uma grande lente, e lançada em um ponto, ou focada, quando o calor será considerável, mas o reflexo da luz da lua obtido de uma forma similar, nem direcionado diretamente da lua, pode fornecer calor do foco obtido.

7º →A luz do sol, quando concentrada por um número de espelhos planos ou côncavos lançando seus raios em um mesmo ponto, ou por uma grande lente de aumento, produz uma luz negra ou fogo não luminoso, no qual o calor é tão intenso que substâncias metálicas e alcalinas são rapidamente fundidas, materiais terrosos e componentes minerais são quase que imediatamente vitrificados, e toda estrutura animal e vegetal é, em poucos segundos, decomposta, queimada e destruída.

A luz da lua concentrada da maneira acima produz um foco tão brilhante e luminoso que é difícil olhar para ele. Além do mais, não há aumento de temperatura. No foco da luz do sol há grande calor mas não há luz. Na luz da lua há grande luminescência mas não há calor. Que a luz da lua é desprovida de calor, está totalmente comprovado nas seguintes citações:

“Se o mais delicado termômetro for exposto à luz da lua completamente cheia, brilhando em seu maior esplendor, o mercúrio não é elevado um fio de cabelo, nem seria se o foco de seus raios fossem concentrados pela mais poderosa lente. Isso foi provado pelo atual experimento.” (35)

“Essa questão foi submetida ao teste de um experimento direto. … O bulbo de um termômetro suficientemente sensível para registrar a mínima mudança de temperatura à milésima parte de grau foi colocado no foco de um refletor côncavo de grande dimensão, o qual, sendo direcionado à lua, concentraria os raios lunares com grande intensidade. Nem uma sensível mudança, contudo, se produziu na coluna termométrica, provando que a concentração de raios suficiente para fundir o ouro, se fosse proveniente do sol, não produz a mudança de um milésimo de grau, quando ela vem da lua” (36)

“Os mais delicados experimentos falharam ao detectar na luz da lua tanto propriedades caloríficas quanto químicas. Embora concentrada no foco de grandes espelhos, não foi produzido nenhum efeito de aquecimento. O recurso utilizado para ser feita essa experiência, foi pegar um tubo dobrado, em cujas extremidades foram colocados dois globos ocos cheios de ar - um transparente e o outro enegrecido - o espaço do meio foi ocupado por um fluido colorido. Nesse instrumento, a bola preta absorve mais do que a outra, o ar dentro dela aumenta em elasticidade e o líquido é expelido. Esse instrumento é tão delicado que indica até mesmo a milionésima parte de um grau, e ainda, nessa experiência, não houve resultado.” (37)

“A luz da lua, embora concentrada pela mais poderosa lente de queima, é incapaz de levantar a temperatura do mais delicado termômetro. M De La Hire coletou os raios da lua cheia quando ela estava sobre o meridiano, através de uma lente de queima de trinta e cinco polegadas de diâmetro, e projetou a luz no bulbo de um delicado termômetro de ar. Nenhum efeito foi produzido, embora os raios lunares através dessa lente fossem concentrados 300 vezes.” “O professor Forbes concentrou a luz da Lua através de uma lente de trinta polegadas de diâmetro, sua distância focal sendo de aproximadamente quarenta e uma polegadas, e tendo um poder de concentração excedente a 6000 vezes. A imagem da Lua a qual estava somente há dezoito horas cheia, e a menos de duas horas do meridiano, passou brilhantemente por essas lentes na comodidade de um espaçoso termostato. Apesar das observações terem sido feitas de uma maneira comum, e (supondo que metade dos raios fossem refletidos, dispersos e absorvidos) embora a luz da Lua fosse concentrada 3000 vezes, não foi produzido o menor efeito térmico!” (38)

Eric P. Dollard, o maior estudioso das pesquisas de Tesla atesta que o sol é um fenômeno eletromagnético. Imagem: Eric P. Dollard


No "Lancet", (jornal médico) de 14 de março de 1856, são dadas várias indicações de experimentos, os quais provaram que os raios da Lua, quando concentrados, na realidade reduziram a temperatura de um termômetro mais de oito graus!

É uma experiência comum do mundo que a luz do sol esquenta e revigora todas as coisas, e que a luz da lua é fria e depressiva. Entre os hindus, o sol é chamado de "Nidâghakara", que significa em Sânscrito "Criador de Calor;" e a lua é chamada "Sitala Hima", "A fria," e "Himân'su", "Frio-Afiado", ou "Frio-Irradiante."

Poetas, quem senão eles seriam capazes de medir as palavras do conhecimento universal da humanidade, que sempre falam da “Pálida e fria lua”, expressão que não é apenas poeticamente bela, mas também verdade filosoficamente.

“A fria e casta Lua, a Rainha das Ilhas Brilhantes dos Céus;
Que embeleza tudo para o que sorri:
Aquele santuário errante de beleza branda Chama ainda gelada,
A qual sempre é transformada,
Ainda assim a mesma;
e não aquece mas ilumina.”

Percy Bysshe Shelley

Os fatos agora colocados em contraste tornam impossível concluir outra coisa além de que a lua não brilha por reflexão, mas por uma luz peculiar dela mesma - que ela tem luz própria. Essa conclusão é confirmada pela seguinte consideração: a lua é uma esfera como dizem os filósofos newtonianos. Se assim fosse, sua superfície não permitiria reflexo, pois um refletor precisa ser côncavo ou plano, então os raios de luz caem sobre ele em uma linha direta de raio, ou perpendicular à superfície. Consequentemente não pode haver um ângulo de incidência e portanto nada de reflexão. Se a superfície da lua fosse uma massa de prata altamente polida, ela não refletiria mais do que um mero ponto. Coloque uma bola prateada de considerável tamanho e segure-a em frente de uma lâmpada ou fogo de qualquer magnitude, e será visto que ao invés de toda a superfície refletir luz, haverá apenas uma pequena porção iluminada. Mas durante a lua cheia, o disco inteiro brilha intensivamente. Um efeito que numa superfície esférica é impossível.

Se a superfície da lua fosse opaca e terrosa, ao invés de polida como um espelho, ela seria vista simplesmente iluminada como uma parede morta, ou a face de uma rocha de arenito distante, ou um penhasco de giz, mas não poderia brilhar  intensivamente de cada parte, radiando luz cintilante e brilhantemente iluminando os objetos ao seu redor, como a lua faz tão lindamente quando está cheia em um firmamento claro. Se a Terra fosse declarada globular, e em movimento, e fosse capaz de lançar uma sombra para interceptar a luz do sol, seria impossível que um eclipse lunar ocorresse dessa forma, a menos que, ao mesmo tempo, fosse provado que a lua não tem luz própria, e brilhasse somente por reflexão. mas isso não é provado, isso é apenas afirmado como uma parte essencial de uma teoria. O contrário é capaz de ser provado: que a lua é "fotoluminescente", ou que tem sua própria luz, independente. O nome real e a natureza de um refletor exige certas condições definidas. A lua não manifesta tais condições necessárias, e portanto, tem de se concluir, pela necessidade, que ela não é um refletor, mas um corpo com luz própria. Que brilha independentemente do sol, assim admitido por demonstração direta.

Considerações e Conclusão

O sol tem suas peculiaridades como a lua também. E como sempre, o sistema de mentiras montado desde os palpites e hipóteses dos gregos hoje tem ganho ainda mais força nas escolas e mídias do mundo enfiando mentiras em nossas mentes; mas com o advento da internet, pessoas mais simples mas capazes de encontrar conhecimento compartilhado, chegaram até verdades como as que Samuel B. Rowbotham nos deixou e tem sido divulgadas como aqui se ve neste trabalho inspirado por Deus para trazer a verdade o mais urgente possível! Por acaso você já se deparou com descrições e costumes relacionados ao sol e a lua que já levantavam suspeitas de que nada era como te ensinaram? Deixe seu comentário sobre estas evidências e não deixe de se inscrever no blog para receber as atualizações e compartilhe com mais pessoas este artigo. Conheça também o canal Verdade Urgente e no demais, até a próxima!

Fontes:
Astronomia Zetética - A terra não é um globo (Páginas 140 à 156)
(31) "Wanderings in the East," p. 367. (Edit. 1854). By Rev. J. Gadsby.
(32) Parágrafo de jornal.
(33) "Lectures on Astronomy," p. 67. por M. Arago.
(34) "Illustrated London News," de 7 de setembro de 1861.
(35) "All the Year Round," por Dickens
(36) "Museum of Science," p. 115. Pelo Dr. Lardner.
(37) "Lectures on Astronomy," p. 66. By M. Arago
(38) "Lectures on Chemistry," p. 334. By Dr. Noad




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