Terra Plana - Prova 79 - Circum Navegação

Falando mais uma vez sobre a circum navegação e a bússola, trago mais estudos de Samuel B. Rowbotham refutando a alegação de que somente em uma terra esse feito é possível. De fato uma das tão utilizadas "provas" do globo que a galera cita é essa. Mas os tais desconhecem o mais básico da estrutura do nosso mundo real sobre como funciona circum navegar o plano terrestre. É algo que na prática é quase que impossível de se registar comprovando A ou B; mas pela lógica racional, podemos sim quebrar esse argumento e foi assim que Samuel B. Rowbotham fez.

Outra "prova" da redondeza da terra é supostamente encontrada pelo fato de que marinheiros ao navegar continuamente em direção leste ou oeste, retornam para casa na direção oposta. isso é chamado de “A circunavegação do globo.” Aqui, novamente, a suposição envolvida é de que somente em um globo um navio pode navegar em direção a leste e voltar do oeste e vice-versa. Mas quando o processo ou método adotado é entendido, é visto que uma superfície plana também pode ser circunavegada. No diagrama seguinte, na figura 86, a letra N representa o centro norte, próximo do qual está o "polo magnético."



As muitas setas marcadas A, S, estão todas apontando em direção ao norte, e aquelas marcadas com E, W, são todas de leste e oeste. É evidente a partir do diagrama, que A, S, são direções absolutamente norte e sul, mas que E, W, leste e oeste, são somente relativas, que elas são direções de ângulos retos com o norte e sul. E se não fosse assim, ao pegar a linha N, A, S, como representação do meridiano de Greenwich, e W, E, naquele meridiano em direção a leste e oeste, ao mover para o leste o meridiano 3, 4, N, é evidente que uma embarcação representada pela seta 1, 2, estaria em um ângulo com o meridiano 3, 4, N, muito maior do que 90 graus, e se continuasse a navegar em uma mesma linha reta, 2, 1, 5, se distanciaria mais e mais do centro N, e portanto poderia nunca completar um caminho concêntrico com N. Leste e oeste, entretanto, são direções relativas ao norte e ao sul. Então, quando um marinheiro chega no meridiano 3, 4, N, ele precisa por necessidade voltar a proa do navio na direção indicada pela seta 6, 7, e assim continuamente mantendo a proa do navio no esquadro do compasso, ou em ângulos retos em relação a norte e sul, ele vai chegar em 90 graus do meridiano de N, A, S, quando a ponta do navio estiver na direção de E, W, 8. Ao continuar o curso por 90 graus a mais, seu percurso será E, W, 9. O mesmo curso continuado, estará nos próximos 90 graus se tornando E, W, 10, e ao percorrer até os outros 90 graus, o nível terá chegado novamente ao meridiano de Greenwich, N, A, S completando assim um círculo.

Logo é evidente que navegando para oeste, em uma direção no esquadro do compasso, ao passar de um meridiano a outro, o percurso precisa por necessidade ser um arco de um círculo . As séries de arcos ao completarem a passagem de 360 graus de um percurso concêntrico circular com o polo magnético, e necessariamente sobre uma superfície plana, traz o navio de volta para casa do leste. E ao contrário, navegando para o leste, o navio retornará do oeste.





Uma excelente ilustração de circunavegação de um plano será vista ao pegar uma mesa redonda, e fixando um pino no centro para representar o polo magnético. Fixar uma corda a qualquer distância em direção à borda da mesa. Essa corda pode representar o meridiano de Greenwich, estendendo-se do norte ao sul. Se agora um lápis, ou outro objeto é colocado em frente, em ângulos retos com a corda, em qualquer distância entre o centro e a circunferência da mesa, ele representa um navio em direção leste oeste. Agora mova o lápis e a corda juntos na mesma direção, e será percebido que ao manter o lápis no esquadro, a corda por necessidade descreve um círculo ao redor do centro magnético e retorna ao ponto na oposição oposta àquela que ele saiu.

Se tivermos em mente o que realmente significa navegar de leste para oeste, o que é nada mais, nada menos do que pegar a proa do navio em ângulos retos aos vários meridianos sobre os quais ele navega, não haverá dificuldade em entender como o percurso de um circunavegador é a circunferência de um círculo, o raio do qual é a latitude ou distância do navio do centro de uma superfície plana. Mas se, somando a isso, os fatos principais com o assunto forem considerados, será visto que a circunavegação de um globo pela bússola de navegação é uma impossibilidade. Por exemplo: sabe-se que a "agulha magnética" é horizontal ou sem inclinação para o equador, e a "inclinação" aumenta ao navegar para o norte e sul e é maior no centro magnético.

Na figura 87, C, representa a agulha magnética no “equador” de um globo.


Uma mera inspeção do diagrama é suficiente para demonstrar que a agulha C não pode ser horizontal e ao mesmo tempo apontar em direção ao polo norte, N. Se um navio que navega de leste a oeste no equador onde a bússola é horizontal, é evidente que seu norte ou sul faria uma orientação para os céus igual em magnitude à circunferência da terra em relação ao equador, como mostrado em por D, E, F.
Se qualquer pequeno objeto representando um navio for colocado no equador de um globo artificial e seguir ângulos retos às linhas dos meridianos, não poderá ser diferente do que foi afirmado acima. E a bussola apontar sempre para o polo e no equador ao mesmo tempo sem inclinação são dois fatos que não podem coexistir em um globo. Eles não somente coexistem como já foi afirmado e facilmente provado, portanto a terra não pode ser um globo. Eles podem coexistir em uma superfície plana com uma região norte ou central. Acima de qualquer dúvida eles existem, portanto, acima de qualquer dúvida, a terra é plana. Até agora, então, partindo do fato de que uma embarcação navegando em direção a oeste vindo de leste, e vice-versa, sendo uma prova da redondeza da terra é simplesmente um resultado consistente com e dependente do fato de a terra ser plana. Aqueles que afirma que é um globo porque é circunavegada, tem um argumento que é logicamente incompleto e falacioso. Isso será visto de uma vez por todas quando o tema é colocado de forma silogística.

Somente um globo pode ser circunavegado

A terra é circunavegada

Logo a terra é um globo.

Foi mostrado que uma superfície plana pode ser circunavegada, e portanto a primeira e principal proposição é falsa, sendo assim, a conclusão é igualmente falsa.

Esta parte do assunto fornece um chocante exemplo da necessidade de todos os tempos provar uma proposição por evidências diretas e independentes Ao invés de citar um resultado dado como uma prova do que foi previamente apenas deduzido, Mas uma teoria não admitirá esse tipo de método. E portanto, o processo Zetético - inquirir antes de concluir - é o único caminho que pode levar a uma verdade simples e inalterável. Quem quer que crie ou levante uma teoria, reivindica ou adota um monstro que cedo ou tarde vai trai-lo ou escravizá-lo, e leva-lo ao ridículo aos olhos de observadores práticos.

Considerações e Conclusão

E precisa explanar mais alguma coisa? Me resta concluir este artigo expressando mais uma vez minha pena por aqueles que sonham que circum navegaram um globo e aos demais que piamente acreditaram nisso. E por mais revoltados que se mostrem e batam mãos e pés tentando se impor no grito, jamais conseguirão comprovar essa afirmação. Ainda mais que o fato de ser possível circum navegar numa terra plana tranquilamente ser possível e lógico. Claro que não poderia deixar de condenar só o fato do absurdo volume de águas que pode permanecer numa bola rodopiante a velocidades absurdas não serem espalhadas pelo universo imaginário deles. O que já bastaria para desacreditar dessa hipótese globular maluca. O que você acha sobre essa suposta prova em favor do globo? Acha ela convincente e lógica? Deixe sua opinião; se inscreva no blog e compartilhe este artigo para mais pessoas saberem desse fato. Não deixe de conhecer o canal Verdade Urgente no YouTube. Deus abençoe sua vida!

Fontes: 
Astronomia Zetética - A terra não é um globo (Páginas 226 - 229)




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