Mundo Plano - Prova 109 - Sombras na Lua

Em mais tentativas de sustentar todo um conjunto de informações descabidas e exageradas, os defensores da terra globular ainda tentam atropelar o raciocínio lógico das pessoas pela imposição de fantasias pela repetição; como dizer que as sombras projetadas na lua sejam montanhas, vales e crateras iluminadas pelo sol. De modo que quando olhamos com esse tipo de informação na cabeça e com uma fé exagerada na pseudociência, acreditamos que estamos vendo justamente isso mesmo. Mas mesmo nos tempos do cientista Samuel Birley Rowbotham já se notava o apelo à ignorância nas afirmações dos supostos cientistas de seu tempo. 

Parece haver uma convicção na mente dos teóricos newtonianos que muitos dos lugares escuros na lua são sombras de montanhas, e muitos gráficos descritivos são feitos de maneira que em cada um desses lugares maiores ou menores, e mudam suas direções, como o sol está mais forte ou mais fraco, na direita ou esquerda de certas partes. Até o momento, nas páginas anteriores desse trabalho, um espírito de antagonismo tem sido mantido em relação aos astrônomos newtonianos. O processo zetético tem forçado uma negação direta de cada parte de seu sistema, mas na presente instância, há certos pontos de acordo. Existe uma inegável evidência contra as afirmações na seguinte citação:

“Como a lua gira em direção ao sol, os topos de suas montanhas ao serem os primeiros a receber os seus raios, são mais iluminados, como muitos diamantes brilhantes em sua face escura. E se olharmos com um bom telescópio a luz do sol poderá ser vista lentamente descendo os lados da montanha, e á distância iluminando as planícies e vales abaixo. Assim, fazendo com que aquelas partes fiquem por um período de tempo, antes completamente escurecidas, agora brancas como a neve de inverno. E naquelas bacias do tipo montanhas (as crateras) as sombras em um lado podem ser vistas descendo no lado oposto, revelando assim suas vastas proporções e grandes profundidades. No momento em que a lua está completamente cheia ela torna as sombras menores, e quando os raios do sol caem perpendicularmente em sua superfície, (como na lua cheia) elas cessam totalmente. Mas agora, se ainda olharmos, somente as aparências opostas terão lugar, como a face iluminada da lua começa a girar em direção ao sol as menores partes são as primeiras a perder seus raios e ficarem escuras, as quais formarão picos de sombra graduais aos lados das montanhas, e finalmente seus topos parecerão sair da luz do sol como uma fagulha de uma vela iluminada. As partes iluminadas da lua, entretanto, não se começam a sair da luz do sol antes de as montanhas serem novamente vistas, mas no lado oposto do qual estavam vistas antes, quando a lua estava a aumentar, e gradualmente aumentando em comprimento, até as partes em que elas estejam novamente sob a luz do sol.”147

Até hoje ainda existem pessoas que de fato acham que o que veem são montanhas, vales e crateras na lua. Imagem: Vaz Tolentino


A observação de tais mudanças de luz e sombra nas variações das posições da luz, como acima descritas, pode ser admitido, mas que elas aconteçam por causa da interposição de imensas montanhas de vários tamanhos é por necessidade negado. Se os newtonianos fossem logicamente modestos, a única palavra que eles poderiam usar seria que proeminências que existem na superfície da lua. Dizer que montanhas e vales e crateras de vulcões extintos exista, é um insulto ao entendimento do senso comum da humanidade. Qual possibilidade de prova existe que tal sejam as características da lua? Que eles se contentem com o que é, se conformando pelo fato de que as aparências observadas, que a superfície da lua é irregular, tendo sobre si proeminências e saliências de várias formas e tamanhos que se espalham em muitas e diferentes direções. Essa é a propriedade comum de todo observador, e não ser bitolado e pervertido, ou interpretado por uma classe de filósofos arrogantes como prova de uma parte essencial de suas hipóteses ilógicas.

Tem sido provado com evidências suficientes de que a lua tem luminosidade própria, é semitransparente, globular, com saliências e irregularidades sobre sua superfície, e sempre se move em um percurso sobre a superfície da terra e em uma distância menor do que a distancia do sol, e, portanto, que ela é comparativamente um corpo menor, e simplesmente um satélite e luminar para a terra. Se escolhermos raciocinar a partir dos fatos os quais foram mostrados como evidência, obrigatoriamente temos de concluir que a luz é fria, semitransparente, com uma massa cristalina, mais como um iceberg esférico do que qualquer coisa, brilhando com uma fosforescência delicada e peculiar própria, mas, em certas posições, sua própria luz é superada pela luz mais forte e mais violenta do sol, o que faz com que suas saliências façam sombra nos recortes adjacentes. Isso é tudo que qualquer ser humano pode dizer sem presunção da ignorância de seus companheiros, e desafiando a obstruir sua própria imaginação selvagem onde apenas fato e razão e ansiedade modesta conheça a verdade simples que se permite existir. É dito e também obrigado, que somos capazes de ilustrar e corroborar tais fatos na terra. É um fato conhecido que com frequência, quando passamos sobre o mar durante uma noite de verão, o rasto de uma embarcação ou navio em particular é muito mais luminoso, tanto quanto os olhos podem ver. 





É também um fato frequentemente observado que alguns tipos de peixe brilham com uma luz peculiar por horas depois de terem sido tirados da água. É também um fato conhecido, que refletir essa luz em refletores côncavos o quanto pudermos, não irá, por maior grau de brilho que possamos produzir, aumentar a temperatura, como indicado pelos mais delicados termômetros. Esta é precisamente a característica da luz da lua. A seguinte experiência vai também ilustrar o assunto. Pegue uma bola parcialmente transparente, tais quais aquelas manufaturadas de brinquedo, ou uma bexiga fina bem cheia até que se torne semitransparente. Para representar as muitas saliências, etc. Algumas manchas pequenas de goma arábica ou cola em várias direções sobre metade de sua superfície. Agora, friccione toda a outra metade com uma solução de fósforo em óleo de amêndoas e leve a um quarto escuro. Ela fornecerá, ao girar lentamente, a aparência peculiar da lua em todas as suas fases. Mas agora, coloque-a dentro de uma sala com iluminada com uma vela, e a certas distâncias ela não cobrirá a luz fosforescente comparativamente fraca, mas criará sombras nas partes com goma arábica ou nas protuberâncias coberta com a cola, onde a luz da vela incidir. Imitando assim, as peculiaridades conhecidas da lua. 

Então, foi reproduzido por observação, fato experimento, e raciocínio consistente, que nos leva à conclusão de que a lua é um corpo comparativamente pequeno, apenas a umas poucas centenas de milhas acima da terra, e que sua superfície é irregular, que sua matéria é cristalizada e semitransparente, e que ela brilha com uma delicada fosforescência própria, mas está sujeita a ação da luz do sol, que, quando em certas posições, provoca aquelas manifestações peculiares de luz e sombra nas quais filósofos sonhadores e influenciados têm dito que são a interposição de montanhas e estruturas imensas. Certamente a noite de sonhos está chegando ao fim, e os dorminhocos irão acordar muito antes para abrir seus olhos e colocar seus talentos em prática, não para a interpretação de seu longo sonho, mas para descobrir as reais causas tangíveis dos fenômenos lindos e que ocorrem constantemente no mundo ao redor deles. 

Considerações e Conclusão

Antes de mais nada, quero relembrar que Samuel Birley Rowbotham sempre acreditou em uma lua semitransparente e não transparente. Um corpo que possui luz própria mas que também pode sofrer incidência da luz solar conforme sua aproximação do sol. Mas alegar que sejam montanhas, vales e crateras na lua é puro delírio! Não há como comprovar nada disso que dizem. Nem mesmo pelo grande golpe da ida de homens a lua. Toda essa farsa unida a alegações repetidas por séculos, doutrinam gerações no engano! Isso é um perigo! Você por acaso já aprendeu ou ouviu falar que "manga com leite faz mal"? Então, é bem isso! Quanto mais repetido uma história e uma mentira; mas ela se torna conhecida e crida por muitos. Mesmo sem comprovações, as pessoas tem a tendência de acreditar cegamente. Protuberâncias sim, agora alegar uma superfície semelhante a terra é de duvidar e muito! Você já observou a luz com esse entendimento pronto que te ensinaram nas escolas? Confesse nos comentários, compartilhe com outras pessoas doutrinadas e não deixe de se inscrever aqui no blog e no canal de mesmo título no YouTube. Deus abençoe! 

Fontes:

Astronomia Zetética - A terra não é um globo (Páginas 337 à 340) 

147 "Spherical Form of the Earth, a reply to 'Parallax,' por J. Dyer, p. 34.





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