NOM - Evidências Históricas dos Protocolos dos Sábios de Sião

Se prepare para um enxurrada de informações que escrita pelos próprios judeus sionistas, entregam seus planos para o mundo dos gentios e a implantação de um Estado de Israel governado segundo suas políticas  misteriosas e por seu rei universal, conforme acreditam que seja o Messias que ainda não veio nas contas deles. São realmente informações estarrecedoras que estão conectadas a mudanças históricas e revelam detalhes assustadores das tramas deles para alcançarem seus objetivos a todo preço! Por isso, mesmo os próprios irmãos os denunciam e deixam claro que não apoiam suas iniciativas e tentativas de tomar o poder à força. Até onde sei, as terras prometidas por Deus a elas se limitam ao oriente médio e o Reino de Deus por Jesus Cristo, o Messias será um Reino apregoado pelos seus seguidores e súditos na mensagem do Evangelho e um esperança para os que o aceitam e esperam com fé; mas para os rebeldes e resistentes a verdade, será uma humilhação e vergonha pela derrota que sofrerão os que naquele tempo forem subjugados por Cristo em sua gloriosa vinda visível após o arrebatamento. Então, embora esses judeus estejam equivocados e metendo os pés pelas mãos tendo ignorado a segunda parte da revelação desse Reino que começou espiritualmente no coração dos crentes; eles estão obtendo êxito em muitos sentidos por permissão de Deus. Antes de continuar, peço que contribua com nosso trabalho dando uma olhada nos serviços e produtos dos parceiros e leia também os demais artigos dessa série para ter uma compreensão geral de toda essa tramoia. 


Ocasião do princípio da elaboração do Estado de Israel no mundo moderno. Imagem: Super Interessante



Algumas Afirmações Reveladoras

Somos os corruptores do mundo, seus destruidores, seus incendiários, seus carrascos. Não há progresso, porque, justamente, nossa moral impediu todo progresso real e criou obstáculos a toda reconstrução do mundo em ruínas”  Oscar Levy

“Que nos odeiem, nos expulsem, que nossos inimigos triunfem sobre nossa debilidade corporal, será impossível se livrarem de nós! Nós corroemos os corpos dos povos e infeccionamos e desonramos as raças, quebrando-lhes o vigor, apodrecendo tudo, descompondo tudo com nosso civilização mofenta...” Kurt Muenger  (In “Der Weg nach Sion”)

“O Judaísmo é o enigma dos tempos modernos, o enigma que é preciso, afinal, decifrar na encruzilhada dos caminhos. Até aqui se obstinaram a julgar o judaísmo pela atividade positiva ou especulava dos judeus. Péssimo método, destinado a decepções! Os judeus! Mas eles têm participação em todas as empresas materiais e espirituais, em todas as resistências e em todas as revoltas...

Apenas estas frases ditas por alguns deles já me dão calafrios e denunciam sua essência maligna de fazer o que for preciso para colocarem seus intentos malucos em prática. Eles literalmente estão correndo atrás de tudo que intentaram fazer e são determinados e acreditam cegamente no que defendem sem limites. Isso é um perigo! É um fato! É de máxima importância que as pessoas acordem sobre essas alegações e protocolos para que entendam o quanto eles já estenderam seus tentáculos e o quanto já conseguiram subjugar aos seus planos os incautos pecadores e corrompendo nações inteiras! Mudando leis e versões históricas a seu favor! São de fato um caos mundial, tendo suas origens no mais oculto possível! Mas eles não tiveram acesso a tremendas verdades que nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo nos deixou: 

"Porque nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto." Marcos 4:22

Então, é por permissão de Deus também que denunciamos seus planos malignos e perversos para tentar implantar um reino carnal que não tem alinhamento com o verdadeiro Reino de Deus. Eles entenderam tudo errado e nesse erro, seguem cegamente praticando anomalias morais para chegar aos seus objetivos delirantes nessa nova ordem mundial. 





Realidade e História por trás dos Protocolos dos Sionistas

Faltando pouco mais de dois anos {1} para completar o centenário da sua elaboração, os famosos Protocolos, ou seja, o resumo das atas das reuniões secretas dos Sábios de Sião durante o Congresso Sionista de Basiléia, realizado em 1898, continuam espantando o mundo pela sua atualidade e também pela confirmação, ponto por ponto, das diretrizes nele definidas. Denunciado como uma absurda falsidade pelos sionistas desde a sua primeira edição, foi - e ainda é - defendido como autêntico, real e verdadeiro por personalidades importantes da intelectualidade mundial como René Guénon, Julius Evola, Léon de Poncins, Joaquín Bochaca, o prelado papal Monsenhor Ernest Jouin e, no Brasil, pelo
fundador do Museu Histórico Nacional e um dos mais importantes intelectuais do país, Gustavo Barroso.

Seguramente o livro mais perseguido de toda a História, os Protocolos foram alvo de um processo internacional movido pelos sionistas, no intento de declará-los falsos e, consequentemente, permitir a proibição de sua circulação em todo o mundo. Nesse processo, em Berna, os sionistas unicamente conseguiram a condenação do editor dos Protocolos, baseados numa lei suíça contra a má literatura, pornografia, etc., sendo esta a fraca base usada pela mídia até os nossos dias para declará-los  definitivamente como falsos (!). Este processo, presidido por um juiz judeu de nome Walter Meyer, foi
posteriormente anulado em segunda instância após constatada a violação das mais elementares normas de garantia de procedimento jurídico.

Verificadas as irregularidades cometidas pelo juiz Meyer, o Presidente do Tribunal de Cassação de Berna deixou patente que não estava em causa a questão da autenticidade dos Protocolos, mas tão somente a sua alegada imoralidade ou se se constituía em elemento de subversão. Consequentemente, absolveu o editor, consignando que, por se tratar de um escrito de cunho político, a sentença deveria
reger-se pelo princípio da liberdade de expressão. Fez-se justiça ao editor, porém a mídia internacional calou-se totalmente sobre esta decisão e sobre a realidade dos fatos em julgamento, apegando-se ferrenhamente, até os dias de hoje, à versão da condenação dos Protocolos como falsidade histórica...





Do que se tratam os Protocolos?

Os Protocolos são considerados como uma obra reveladora, um mistério desvendado pela filtração das tão zelosamente guardadas Atas Secretas do Congresso Sionista de Berna, cujo conteúdo central revela uma conspiração judaico-sionista internacional e que o escritor Léon de Poncins definia como a misteriosa Internacional Judaica, pelo fato da sua mensagem indicar a existência de um complô mundial. Já para René Guénon, os Protocolos seriam “uma tática destinada à destruição do mundo tradicional”. Também o escritor e historiador espanhol, especialista em questões judaicas, Joaquín Bochaca, define o assunto assim: “os Protocolos dos Sábios de Sião podem ser resumidamente
descritos como um estuo para o domínio do mundo por uma irmandade ou sociedade secreta”. Seja como for, os indícios de que o plano já estava em andamento e do qual os Protocolos seriam quase que um tipo de regulamentação já haviam sido manifestados, no século passado, pelo todo-poderoso Primeiro Ministro de origem judaica da Inglaterra, Benjamin Disraeli, ao afirmar que “o mundo está governado por personagens muito diferentes dos imaginados por aqueles que estão frente aos bastidores”, tese que seria confirmada e ratificada pelo também judeu e Ministro das Relações Exteriores da tristemente famosa República de Weimar, Alemanha, Walter Rathenau, ao afirmar que
“trezentos judeus, cada um dos quais conhecendo os demais, governam os destinos do
continente europeu e elegem seus sucessores entre os que os rodeiam”.

Um Breve Resumo Histórico

No dia 8 de Maio de 1920 o então prestigioso jornal londrino The Times publicou um resumo do famoso plano de dominação mundial, baseado na primeira edição dos Protocolos, que se encontra catalogada desde 1906 no Museu Britânico, sob o código 3926d17. A partir desta data iniciou-se a grande polêmica em torno do assunto. Vejamos o resumo do Times: 

Primeiro: Existiram e continuam existindo, desde há muitos séculos, organizações
secretas políticas judaicas;

Segundo: O espírito destas organizações está fundamentado num ódio tradicional e
eterno à Cristandade e a uma ambição titânica de dominar o mundo;

Terceiro: O objetivo perseguido através dos séculos é a destruição dos Estados nacionais
e sua substituição pelo domínio judaico internacional;

Quarto: O método empregado para enfraquecer e destruir os agrupamentos políticos existentes consiste em introduzir ideias dissolventes com uma força destrutiva cuidadosamente dosada e progressiva e que vai desde o liberalismo ao radicalismo, do socialismo ao comunismo, chegando até a anarquia, com o aumento dos princípios igualitários. Durante este período os judeus permanecerão protegidos contra essas doutrinas destruidoras: “Nós promoveremos o liberalismo para os gentios (goiym = não judeus), porém, por outro lado, manteremos nossa Nação sob um domínio absoluto. Do fundo do abismo da anarquia em que o mundo será jogado e como resposta às lamentações da Humanidade enlouquecida, esta só obterá a lógica fria, sábia e Tirânica de um Governo do ‘Rei da raça de Davi’, que aparecerá a seu devido tempo”;

Quinto: Os dogmas políticos estabelecidos e desenvolvidos pela Europa cristã, a ciência do homem de Estado e do político democrata se encontram ao mesmo nível do desprezo que dele têm os Sábios de Sião. Para eles a ciência de Estado é uma arte secreta de ordem superior, que se adquire unicamente através de um treinamento tradicional somente comunicado a um reduzido número de eleitos no refúgio de algum santuário oculto. “Os problemas políticos não são de natureza a serem deixados ao alcance do homem comum; os únicos que podem compreendê-lo são, como já afirmamos, os chefes que vêm dirigindo estes assuntos durante vários séculos”;

Sexto: Segundo esta concepção da arte política, as massas são como rebanhos de gado e os políticos que dirigem os gentios, “adventícios saídos da revolta, incompetentes e cegos”; são como marionetes cujas cordas são manejadas pelas mãos ocultas dos Sábios de Sião. Estes bonecos são, em geral, pessoas corrompidas e quase sempre incapazes, que cedem facilmente à adulação ou às ameaças e se submetem por medo a chantagens, trabalhando em benefício do domínio judaico sem nem se dar conta disso;

Sétimo: A imprensa, o teatro (hoje cinema, televisão, rádio), a bolsa de valores, a ciência, as próprias leis, se encontram nas mãos dos que possuem o ouro. Dispõem dos meios para que se produza a confusão, o caos na opinião pública, a desmoralização da juventude, o estímulo dos vícios entre os adultos e, caso seja necessário, sabem fazer prosperar entre os gentios, em vez das aspirações idealistas da civilização cristã, a cobiça pelo dinheiro, acrescentando neles o ceticismo materialista e o cínico apetite pelo prazer.





O Poder Oculto se Manifesta

Imediatamente após a publicação deste resumo no The Times, o poder oculto resolveu mobilizar-se para tentar amenizar a polêmica em torno deste assunto secreto que vinha à tona em momento tão impróprio. Já em 1921 o Times passava para o controle acionário do milionário judeu Hammsworth, o qual, quinze dias após a sua posse, publicou no - agora seu - veículo de comunicação, com grande alarde, três artigos
afirmando que os Protocolos eram uma fraude e um plágio de um livro intitulado Diálogo no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu, escrito por um francês chamado Maurice Joly. Joly, descobriu-se depois, era o pseudônimo do funcionário do Estado francês, de origem judaica, Moshé Joel, íntimo amigo de Adolfe Israel Crémieux que, por sua vez, não era nada mais do que o fundador da Aliança Israelita Universal. Além dessa versão, a mídia mundial encarregou-se também de divulgar outra origem dos Protocolos, promovendo uma confusão premeditada, porém sempre afirmando a sua falsidade teria sido redigida por um obscuro funcionário da polícia secreta do Czar, como represália
pelo fato de serem os judeus os principais fomentadores da Revolução Comunista, que
intentava a derrubada do Império Russo.

A questão da autenticidade dos Protocolos, do ponto de vista dos que a negam, fica assim numa encruzilhada ao confrontarmos o que neles está explicitado com os fatos da História até os nossos dias, concluiremos que, ou aquele obscuro agente do Czar era um verdadeiro profeta, ou, caso não o fosse, o plano é verdadeiro.

A "Globalização" ou Mundialismo

A "Globalização" é um fruto dos esforços desses judeus sionistas. Imagem: Descomplica



Independente da autenticidade ou não dos chamados Protocolos - especificamente como documento - a realidade é que o Plano vem sistematicamente sendo posto em prática através da televisão, cinema, teatro, jornais, livros, revistas, simpósios, conferências, currículos escolares, seitas diversas, etc. Senão, vejamos algumas citações do Plano para comparação com a realidade através dos tempos:

No plano político:

- A política nada tem a ver com a moral.
- Na política só triunfa a força pura.
- A honestidade e a sinceridade são um mau vício em política.
- Hipocrisia e força são essenciais.
- Para alcançar uma posição é necessário muito dinheiro. E este está em nossas mãos.
- Moisés impõe o dever de subjugar todas as nações.
- Através do poder do voto é como nos apoderamos dos tronos.
- Sob nossos auspícios a plebe destruirá a aristocracia.
- Nossa imprensa promoverá e dominará os governos e os denunciaremos sem o mínimo escrúpulo para desacreditá-los, caso se rebelem contra nós.
- Se dará a paz ao mundo somente se acatarem nossas leis.
- Distrair o público com uma infinidade de espetáculos, eventos e fraseologia insensata que pareça progressista ou liberal.
- Organização de infinitas instituições cujos membros demonstrarão e elogiarão nossas contribuições ao progresso.

No plano religioso:

- Ataque à religião cristã até apagar o conceito de Deus nas pessoas.
- Destruição da fé e dos credos induzindo o ateísmo.
- A inoculação de dissidências entre as religiões.
- Fomento ao livre pensamento, ao ceticismo, aos cismas, às discussões religiosas, ao desprezo às hierarquias eclesiásticas com a ridicularização de seus hábitos.
- Descrédito do clero frente aos fiéis, para diminuir sua influência, diminuindo seu prestígio.
- Infiltração do Vaticano para destruir o poder e a autoridade papal.
- Supressão dos Estados cristãos e do ensino religioso nas escolas, inclusive a supressão do crucifixo nas salas de aula.
- Crítica sistemática à Igreja, sem atacá-la diretamente.
- Instituição, através do Concílio Vaticano II, do Diálogo Inter religioso que visa o reconhecimento dos judeus como "irmãos maiores" do Cristianismo.

No plano moral:

- O fim justifica os meios.
- Promover o que não seja necessário ou vantajoso em detrimento do bom e do moral.
- Não retroceder ante a corrupção, a mentira e a traição, se servem ao triunfo da nossa causa.
- Contra o inimigo não é imoral valer-se de todos os meios para vencê-lo.
- O número de vítimas não é importante para atingirmos nossa causa.
- Temos uma ambição desmedida, uma cobiça devoradora, um impiedoso desejo de vingança e ódio acumulado.

No plano humano:

- Possuímos todo o ouro do mundo.
- Todos os gentios (não judeus, goiym) dependem de nós.
- Jamais permitiremos aos gentios participar do nosso poder.
- O proletariado não receberá mais do que migalhas como recompensa ao voto que dá ao nosso agente.
- O direito reside na força.
- Todos temos que morrer. É preferível antecipar a morte daqueles que atrapalham nossa causa.

No plano histórico:

- O judeu e Jeová são o mesmo e único ser. O hebreu é o Deus vivo, o Deus encarnado. Os outros homens só existem para nos servir. São bestas, pequenos animais.
- Somos os eleitos de Deus. Somos invulneráveis.
- Promoção da miscigenação dos povos, promovendo a perda de suas características raciais, históricas e psicológicas.
- manutenção da unidade histórica, racial, psicológica, ideológica e religiosa do povo judeu, como forma de poder e predomínio sobre as demais nações por eles degeneradas.

No plano da liberdade:

- A liberdade é o direito de fazer o que a lei permite. E a lei só permitirá o que nos interessa.
- O significado abstrato da palavra ‘liberdade’ nos permitirá convencer as turbas de que o Governo representa a Nação.

Tudo quanto se relaciona a despertar os desejos mais sujos nos homens, eles estão por trás. Imagem: A Verdade



As Profecias Anunciadas

Existe uma maneira infalível de anunciar uma profecia e garantir sua realização: Programando-se estas previsões para que efetivamente se realizem... Quais as profecias anunciadas nos Protocolos e que se realizaram ao longo do tempo? A título enunciativo e sem a intenção de esgotar vaticínios, podemos enumerar os seguintes:

a) de caráter histórico:

- A Primeira e a Segunda Guerra Mundial.
- O desaparecimento das Casas Reais e eliminação da importância da nobreza.
- A implantação do comunismo, primeiro na Rússia e depois na metade da humanidade.
- As guerras econômicas.
- A instabilidade das constituições.
- Os linchamentos legais de políticos .
- A tendência a um Governo Mundial (ONU).
- O surgimento do Japão e da China como potências de primeira grandeza.
- A valorização de governantes ineptos.
- A instalação do terrorismo na vida diária dos povos.
- A incompatibilidade e hostilidade entre governantes e governados.
- O sufrágio universal.
- A corrupção da chamada classe política.
- O controle da medicina pelo Estado.
- O antagonismo entre regionalismos e centralismo.
- As trocas frequentes de governos na Europa.
- A criação de uma política internacional dirigida.
- A falsificação da História.
- A corrupção jurídica.
- A proliferação dos crimes hediondos.
- Os julgamentos políticos.
- O desprestígio pessoal dos líderes políticos.

b) de caráter econômico:

- A generalização das folgas trabalhistas.
- A crise financeira de 1929.
- A luta de classes.
- A consagração da nova Ciência Econômica.
- A prepotência dos trustes e monopólios.
- A especulação agrária.
- A “corrida armamentista”.
- A submissão dos ricos aos interesses sionistas.
- O aumento progressivo da burocracia estatal.
- A progressiva desvalorização das moedas nacionais e a preponderância do dólar como moeda internacional.
- A manutenção do padrão ouro.
- O imposto progressivo sobre as heranças.
- O desaparecimento progressivo do papel moeda, substituído pelos cheques e cartões.
- A escandalosa legislação sobre as sociedades anônimas.

c) de caráter social:

- O auge do alcoolismo, da delinquência juvenil - e agora já até infantil - e a educação sexual preparando a juventude para a promiscuidade.
- O imenso e avassalador crescimento do poder dos meios de comunicação.
- A supressão da pena de morte.
- O desarmamento moral.
- O desarmamento efetivo do indivíduo.
- A manipulação da opinião pública.
- O controle judaico sionista sobre o mundo dos espetáculos.
- O anti semitismo programado pelos próprios judeus.
- A corrupção da juventude.
- A progressiva eliminação da família.
- A legalização do aborto.
- A legalização do homossexualismo e demais aberrações sexuais.
- O aumento da prostituição.
- O controle estatal da educação.
- As associações de imprensa e a diplomação dos formadores de opinião.
- A legalização do segredo profissional para os jornalistas.
- O auge dos jogos de azar, inclusive estatais.
- A explosão do “esporte profissional”.

d) de caráter cultural:

- A moda do darwinismo, inclusive aprovada pelo Vaticano.
- A exaltação do demoníaco, do mau, do horrendo, em detrimento do sublime, do bom e do belo.
- A literatura e todas as artes chamadas “modernas”.
- As leis anti difamatórias para penalizar a liberdade de expressão.
- As leis cada vez mais restritivas contra a manifestação de opinião não consentida.

Considerações e Conclusão

Prestes a completar 100 anos desde que foi trazido à luz, os Protocolos - por todas as suas evidências - vem sendo posto rigorosamente em prática e, longe de se tratar de uma simples profecia ou, o que é mais inverossímil ainda, um amontoado de disparates redigido por um obscuro agente de polícia do tempo do Czar, trata-se, ao que tudo indica, de um Plano muito mais antigo do que o resumo das atas do Congresso Sionista de 1898. Publicado pela primeira vez no Brasil em 1936, por iniciativa do historiador Gustavo Barroso, Os Protocolos dos Sábios de Sião tornou-se um dos livros mais raros da nossa história. Feito desaparecer, por obra da famosa “mão invisível” , ficou inacessível em nosso país por mais de 50 anos, inclusive retirado criminosamente de praticamente todas as bibliotecas nacionais, sendo finalmente reeditado em 1991 pela Revisão Editora, graças à coragem do editor e historiador S.E.Castan, reiniciando o caminho apontado por Gustavo Barroso. As informações são de uma precisão, profundidade e impacto tão intensos que não resta dúvidas de que sejam reais e estão sendo colocados em andamento desde então. Os fatos históricos comprovam isso e tem muito mais segredos que vertem desses Protocolos para nossa realidade! Muito do que aconteceu após o ano da criação desses Protocolos se cumpriu assombrosamente! Eles estão regendo boa parte da história! Já estamos em 2022 e olhe o quanto disso que eles planejaram não esta acontecendo em toda parte! Até nosso estilo de vida e moralidade eles influenciaram durante anos! 

Fontes: 
Os Protocolos dos Sábios de Sião - Páginas 5-13
{1} O presente artigo veio ao público em novembro de 1996. Portanto, estamos vivendo nos primeiros tempos após a conclusão de um século do Protocolos. Os sionistas devem estar festejando... (Nota de 1996 de quando já se cumpriam algumas das metas deles)  

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