NOM - Plano Mundial Sionista - ATA I

 Depois de ter acesso a este documento e ler tais informações sobre estes Protocolos eu confesso que além de ficar estarrecido com a forma como tudo vem acontecendo, muitas peças se encaixaram de um modo terrivelmente perfeito denunciando conexões que antes eu não tinha conhecimento! Esses Protocolos com todos os detalhes revelados que vazaram para muitos lugares do mundo, inclusive o Brasil, nos deixam a par de muito do que aconteceu na história e porque aconteceu; e também nos deixa a par da finalidade de muitos movimentos, entidades, organizações e movimentos políticos no mundo todo! Nessa primeira ATA você já receberá uma forte dose de luz no seu entendimento e terá muitos esclarecimentos se já for um pesquisador de longa data. Mas se for alguém que vem chegando agora e descobriu alguns relampejos de luz, com certeza obterá um compêndio enorme de informações que te servirão para futuras pesquisas e descobertas que se encaixarão perfeitamente nas verdades que procura. Resumindo novamente; é um plano meticuloso para preparação mundial de um Estado de Israel, onde um rei que vem, reinará sobre todos e esses falsos judeus, tem se aplicado por todos os meios e maneiras para implementar o quanto possam as bases desse reino de corruptos. Antes de prosseguir, peço que ajude o Verdade Urgente apenas olhando rapidamente nossos parceiros que anunciam aqui e não deixe também de ler os demais artigos dessa série para não perder nada. 


Dificilmente podemos detectar quem são as marionetes dos falsos judeus, mas algumas deixam evidentes que seguem o plano da nova ordem traçado por eles. Imagem: Gazeta do Povo



O direito reside na força. A liberdade é uma ideia. O liberalismo. O ouro. A autonomia. O despotismo do capital. O inimigo interno. A multidão. A anarquia. A política e a moral. O direito do mais forte. O poder judaico maçônico é invencível. O fim da justiça e os meios. A multidão é cega. O alfabeto político. As discórdias dos partidos. A forma de governo que melhor conduz ao nosso fim é a autocracia. As bebidas alcoólicas. O classicismo. A devassidão. O princípio e as regras do governo judaico e franco maçom. O terror. Liberdade, Igualdade, Fraternidade. O princípio do governo dinástico. A destruição dos privilégios de aristocracia dos cristãos. Cálculo psicológico. Abstração da liberdade. Removibilidade dos representantes do povo.

Nota: Os textos que se seguem, contém as informações escritas pelos judeus e comentários de GUSTAVO BARROSO que estão numerados na sequência de leitura. Ele foi Presidente da Academia Brasileira de Letras Diretor e Fundador do Museu Histórico Nacional (entre outros inúmeros títulos...). Este documento foi elaborado no ano de 1936. 

Obs: Citações em azul são comentários do autor do livro. 

É preciso ter em vista que os homens de maus instintos são mais numerosos que os de bons instintos. Por isso se obtêm melhores resultados governando os homens pela violência e o terror do que com discussões acadêmicas. Cada homem aspira ao poder, cada qual, se pudesse, se tornaria ditador; ao mesmo tempo, poucos são os que não estão prontos a sacrificar o bem geral para conseguir o próprio bem. Quem conteve as feras, chamadas homens? Quem os guiou até agora? No princípio da ordem social, submeteram-se à força bruta e cega e, mais tarde, à lei, que é essa força mascarada. Concluo, de acordo com a lei da natureza, que o direito reside na força {3}.

{3} A princípio, convém ressaltar que os judeus reconhecem como única fonte moral e legislativa o Talmud, cujos preceitos guiam as atividades judaicas em todos os seus extremos. O Talmud é, na verdade, o código formulado pelos mais altos rabinos, interpretando o que seria a “vontade divina” de seu deus pessoal para com a “raça eleita”, como costumam se denominar. Desta forma, todos os não nascidos de linhagem judaica são excluídos da “aliança divina” e considerados seres inferiores, bestas a serviço dos judeus. Incontestável a definição formulada no jornal Jewish World, de 22/09/15, que diz: “O judeu continua judeu mesmo mudando de religião; um cristão que se convertesse à religião judaica não se tornaria um judeu, porque a qualidade de judeu não depende da religião, mas da raça, e um judeu livre-pensador ou ateu continua tão judeu como qualquer rabino”.

No Talmud, tanto como em outras obras, costumam designar os não judeus (gentios) com o termo goi cujo significado mais aceito é impuro, tendo seu plural em goiym e seu feminino em goia ou goioth. São aplicáveis outros termos, como akum, abreviação de aboda Kohabim umazzaliot (adorador dos astros), que significa algo como pagão ou gentio. Também é comum, em suas escrituras sagradas, designar os não judeus como feras, bestas, animais, porcos, etc. o que é, no mínimo, uma tremenda falta de educação.

Em função dessa consideração, sendo nós reles animais a serviço dos judeus, o tratamento por parte deles não poderia ser diferente. Não possuímos, face ao judaísmo, o mesmo direito à vida, aos bens e ao fruto de nosso trabalho, como o teria qualquer judeu, praticante da religião ou não.





A liberdade política é uma ideia e não uma realidade {4}. 

{4} Isto é um fato. Quem acredita na liberdade política, certamente também crê em coelhinho da Páscoa. Todos sabemos que a política se faz mediante influência e pressão de grupos econômicos privilegiados (lobbies), respeitando-se normalmente o sistema político vigente (hoje, a social-democracia). Tudo é decidido nos bastidores. Da mesma forma, a oposição é formada quando o grupo governante não está satisfazendo as necessidades das classes influentes. Senão, como explicar que os “intelectuais de esquerda” geralmente provêm das classes burguesa e alta, sendo o proletariado apenas uma massa de manobra? Um exemplo brasileiro: Suplicy, Mercadante, Gabeira, entre outros “livres-pensadores” burgueses atingiram amplos cargos de influência política, mas o testa-de-ferro Luis Inácio “Lula” da Silva e Vicentinho, estes sim de origem proletária, não conseguem mais do que dominar certos grupos sociais (metalúrgicos, sem-terra) que acabam por eleger justamente... os intelectuais. As jogadas nesse tabuleiro de xadrez são bastante claras, difícil é identificar quem maneja as peças.

É preciso saber aplicar essa ideia, quando for necessário atrair as massas populares ao seu partido com a isca de uma ideia, se esse partido formou o desígnio de esmagar o partido que se acha no poder. Esse problema torna-se fácil, se o adversário recebeu esse poder da ideia de liberdade, do que se chama liberalismo, e sacrifica um pouco de sua força a essa ideia. E eis onde aparecerá o triunfo de nossa teoria: as rédeas frouxas do poder serão logo tomadas, em virtude da lei da natureza, por outras mãos, porque a força cega do povo não pode ficar um dia só sem guia, e o novo poder não faz mais do que tomar o lugar do antigo enfraquecido pelo liberalismo {5}.

{5} Desnecessário dizer porque, na social-democracia, por mais que mudem os governantes, não se verifica alteração ou benefício significativo para o Estado e a Nação. Eis que mudam os fantoches, mas não os donos do poder...

Nos dias que correm, o poder do ouro substituiu o poder dos governos liberais. A liberdade é irrealizável, porque ninguém sabe usar dela dentro de justa medida. Basta deixar algum tempo o povo governar-se a si mesmo para que essa autonomia logo se transforme em licença. Então surgem dissensões que em breve se transformam em batalhas sociais, nas quais os Estados se consomem e sua grandeza se reduz a cinzas. Se o Estado se esgota nas suas próprias convulsões ou se suas comoções intestinas o põem a mercê de inimigos externos, pode ser considerado irremediavelmente perdido: caiu em nosso poder {6}. O despotismo do capital, intacto entre nossas mãos, aparece-lhe como uma tábua de salvação, à qual tem que se agarrar para não ir ao fundo. 

{6} São as duas formas de aquisição de poder adotadas pelo sionismo: revolução socialista/comunista e imperialismo.





Se todo estado tem dois inimigos e se lhe é permitido, sem a menor pecha de imoralidade, empregar contra o inimigo externo todos os meios de luta, como, por exemplo, não lhe dar a conhecer seus planos de ataque ou defesa, surpreendê-lo à noite ou com forças superiores, porque essas mesmas medidas, usadas contra um inimigo pior, que arruinaria a ordem social e a propriedade, seriam ilícitas e imorais? 

Um espírito equilibrado poderá esperar guiar com êxito as multidões por meio de exortações sensatas e pela persuasão, quando o campo está aberto à contradição, mesmo desarrazoada, mas que parece sedutora ao povo, que tudo compreende superficialmente. Os homens, quer sejam ou não da plebe, guiam-se exclusivamente por suas paixões mesquinhas, suas superstições, seus costumes, suas tradições e teorias sentimentais; são escravos da divisão dos partidos que se opõem a qualquer harmonia razoável. Toda decisão da multidão depende duma maioria ocasional ou, pelo menos superficial; na sua ignorância dos segredos políticos, a multidão toma resoluções absurdas e uma espécie de anarquia arruína o governo. 

A política nada tem de comum com a moral. O governo que se deixa guiar pela moral não é político e, portanto, seu poder é frágil. Aquele que quer reinar deve recorrer à astúcia e à hipocrisia. As grandes qualidades populares - franqueza e honestidade - são vícios na política. Essas qualidades devem ser os atributos dos reinos gentios e não nos devemos deixar absolutamente guiar por elas {7}.

{7} Presume-se que esteja o texto se referindo apenas à política sionista. A tradição ocidental, em sua forma pura, sempre seguiu os três preceitos morais do Direito romano: honeste vivere (viver honestamente), neminem laedere (não lesar a ninguém), suum cuique tribuere (dar o seu a seu dono).

Nosso fim é possuir a força. A palavra direito é uma ideia abstrata que nada significa. Significa simplesmente isto: “Dai-me o que eu quero, a fim de que eu possa provar que sou mais forte do que vós”

Num Estado em que o poder está mal organizado, em que as leis e o governo se tornam impessoais por causa do número de direitos que o liberalismo criou, veio um novo direito, o de me lançar, de acordo com a lei do mais forte, contra todas as regras e ordens estabelecidas, derrubando-as; o de pôr a mão nas leis, remodelando as instituições e tornando-me senhor daqueles que abandonaram os direitos que lhes davam a sua força, renunciando a eles voluntariamente, liberalmente... 

Em virtude da atual fragilidade de todos os poderes, nosso poder será mais duradouro do que qualquer outro, porque será invencível até o momento em que estiver tão enraizado que nenhuma astúcia o poderá destruir... 

Do mal passageiro que ora somos obrigados a fazer, nascerá o bem dum governo inabalável, que restabelecerá a marcha regular do mecanismo da existência nacional perturbado pelo liberalismo {8}. 

{8} Onze entre dez fanáticos religiosos pregam as benesses messiânicas de seus delírios de salvação. Ou seja, todo o mal que os sionistas nos fizerem, será para o nosso bem. A menos que se subentenda apenas o bem da “raça eleita”, pois na condição de inferiores, certamente não sabemos o que é bom para nós (assim pensam eles, supomos).

 O resultado justifica os meios. Prestamos atenção aos nossos projetos, menos quanto ao bom e ao moral do que quanto ao necessário e ao útil {9}.

{9} É a velha sentença maquiavélica. Ou seja, a objetividade dos projetos sionistas está afastada de qualquer honestidade ou moralidade, interessam-lhes apenas os fins: a obtenção do poder e a subordinação da população mundial.





Temos diante de nós um plano, no qual está exposto estrategicamente a linha de que não nos podemos afastar sem correr o risco de ver destruído o trabalho de muitos séculos. 

Para achar os meios que levam a esse fim, é preciso ter em conta a covardia, a instabilidade, a inconstância da multidão, sua incapacidade em compreender e discernir as condições de sua própria vida e de sua prosperidade. É necessário compreender que a força da multidão é cega, insensata, sem raciocínio, indo para a direita ou para a esquerda. Os membros da multidão, saídos do povo, embora dotados de espírito genial, por nada entenderem da política, não podem pretender guiá-la sem botar a perder a nação. 

Somente um indivíduo preparado desde a meninice para a autocracia é capaz de conhecer a linguagem e a realidade políticas. Somente um autocrata pode elaborar planos vastos e claros, pondo cada coisa em seu lugar no mecanismo da estrutura governamental. Concluamos, pois, que um governo útil ao país e capaz de atingir o fim a que se propõe, deve ser entregue às mãos dum só indivíduo responsável {10}.

{10} Somos obrigados a concordar, em termos, que o poder não pode ser dividido liberalmente sem prejuízo ao país. Entretanto, são os conceitos morais que distinguem o líder absoluto de uma nação de um mero tirano ou déspota. E como já vimos, não interessa aos sionistas qualquer conceito moral.

Sem o despotismo absoluto, a civilização não pode existir; ela não é obra das massas, porém, de seu guia, seja qual for. Logo que a multidão se apodera da liberdade, transforma-a em anarquia, que é o mais alto grau de barbárie. 

Vede esses animais embriagados com aguardente, imbecilizados pelo álcool, a quem o direito de beber sem limites foi dado ao mesmo tempo que a liberdade. Não podemos permitir que os nossos se degradem a esse ponto... Os povos gentios estão sendo embrutecidos pelas bebidas alcoólicas; sua juventude está sendo embrutecida pelos estudos clássicos e pela devassidão precoce a que impelem nossos agentes, professores, criados, governantes de casas ricas, caixeiros, mulheres públicas nos lugares onde os gentios se divertem. No número das últimas, incluo também as mulheres da alta roda, que imitam de boa vontade a devassidão e o luxo das perdidas {11}.

{11} Existiu, se é que ainda não existe, uma sociedade criminosa internacional judaica chamada Zwig Migdal, cujo objetivo era a exploração da prostituição e tráfico de entorpecentes. Não prostituíam apenas mulheres brancas, mas também judias polonesas, às quais prometiam casamento em sua terra natal e, aportando nos países sul-americanos, mostravam-lhes suas verdadeiras sinas. Não se trata de campanha anti sionista, pois a própria comunidade judaica, em inúmeros livros reconhecem a existência de tal organização, que teve grande atuação na região sul sudeste brasileira. Algumas peculiaridades relevantes: o termo cafetão, que designa o explorador de prostitutas, teve origem na gíria argentina e está relacionado com o tipo de roupa (cáften) que usam os judeus, neste caso, os próprios exploradores. Em muitos lugares do sul sudeste, uma das gírias para prostituta é, justamente, polaca, com referência à quantidade de judias polacas que eram ofertadas nos prostíbulos. Estas histórias, inclusive, são comuns no antigo cancioneiro de sambas e chorinhos brasileiros, especialmente do Rio de Janeiro e São Paulo.





Nossa palavra de ordem é: força e hipocrisia. Somente a força pode triunfar na política, sobretudo se estiver escondida nos talentos necessários aos homens de Estado. A violência deve ser um princípio; a astúcia e a hipocrisia, uma regra para os governos que não queiram entregar sua coroa aos agentes de uma nova força. Esse mal é o único meio de chegar ao fim, o bem. Por isso não nos devemos deter diante da corrupção, da velhacada e da traição, todas as vezes que possam servir às nossas finalidades. Em política, é preciso tomar a propriedade de outrem sem hesitar, se por esse meio temos de alcançar o poder. 

Nosso Estado tem o direito de substituir os horrores da guerra pelas condenações à morte, menos visíveis e mais proveitosas para conservar o terror que obriga os povos a obedecerem cegamente {12}. 

{12} Certamente, foi o método empregado contra a Alemanha e a Itália depois da Segunda Guerra Mundial, a fim de “dar o exemplo” aos nacional-socialistas e fascistas que porventura insistissem em manifestar suas posições políticas contra os agentes da Nova Ordem Mundial. Sobre isto, basta estudar o Julgamento de Nuremberg e seus efeitos.

Uma severidade justa, mas inflexível, é a maior força dum Estado; não é somente nossa vantagem, porém nosso dever, para obter a vitória, seguir este programa de violência e hipocrisia. Semelhante doutrina é tão eficaz quanto os meios que emprega. Não só por esses meios, mas também por essa doutrina de severidade, nós triunfaremos e escravizaremos todos os governos ao nosso supremo governo {13}. 

{13} O processo de globalização é o meio pelo qual os sionistas pretendem derrubar todas as fronteiras,
sejam territoriais, sejam étnicas, ou de qualquer outra espécie. O primeiro passo é a criação de blocos internacionais, sob a égide econômica, como ocorre com o Nafta, União Europeia, Mercosul, etc. A submissão de todos os povos a um único governo já é um projeto antigo, cujo esboço se concretiza através da intromissão da ONU e dos Estados Unidos da América na soberania de todos os países contrários à Nova Ordem Mundial. A denúncia desses malignos ensejos, que já ocorre de longa data, é exemplificada na epístola Motu próprio, do papa Bento XV: “Eis que amadurece a ideia de que todos os piores fautores de desordem ardentemente se devotam e da qual esperam a realização, o advento duma República Universal, baseada nos princípios da igualdade absoluta dos homens e na comunhão dos bens, da qual seja banida qualquer distinção de nacionalidades e que não reconheça nem a autoridade do pai sobre os filhos, nem a do poder público sobre os cidadãos, nem a de Deus sobre a sociedade humana. Postas em prática, tais teorias devem desencadear um regime de inaudito terror”.


Fomos nós os primeiros que lançamos ao povo as palavras Liberdade, Igualdade, Fraternidade {14},
palavras repetidas tantas vezes pelos papagaios inconscientes que, atraídos de toda parte por essa isca, dela somente tem usado para destruir a prosperidade do mundo, a verdadeira liberdade individual, outrora tão bem garantida dos constrangimentos da multidão. Homens que se julgavam inteligentes não souberam desvendar o sentido oculto dessas palavras, não viram que se contradizem, não repararam que não há igualdade na natureza, que nela não pode haver liberdade, que a própria natureza estabeleceu a desigualdade dos espíritos, dos caracteres e das inteligências, tão fortemente submetidos às suas leis {15} ; esses homens não sentiram que a multidão é uma força cega; que os ambiciosos que elege são tão cegos em política quanto ela; que o iniciado, por mais tolo que seja, pode governar, enquanto que a multidão dos não iniciados, embora cheia de gênio, nada entende da política. Todas essas considerações não abrolharam no espírito dos gentios: entretanto, é nisso que repousa o princípio dinástico dos governos: o pai transmite ao filho os segredos da política, desconhecidos fora dos membros da família reinante, a fim de que ninguém os possa trair. Mais tarde, o sentido da transmissão hereditária dos verdadeiros princípios da política se perdeu. O êxito de nossa obra aumentou. 

{14} A própria Revolução Francesa, que iniciou a era democrática ou liberal, teve uma essência profundamente eivada pelos princípios judaicos.

{15} O princípio da igualdade absoluta confronta frontalmente tudo quanto seja natural, isto porque a natureza é hierarquizada, estabelece o progresso e a sobrevivência dos mais aptos, dos mais persistentes, dos mais fortes, e o fracasso de tudo quanto seja débil, numa contínua auto depuração que é a chave de sua perfeição. Contrariá-la é como contrariar a própria vida e os princípios que a regem. Ressalte-se que a igualdade absoluta difere da igualdade política, que é uma ficção da sociedade humana, visando proteger os cidadãos. Conquanto se diga “são todos iguais perante a lei...”, quer se dizer que todos os cidadãos podem se valer das leis para proteger seus direitos, seu patrimônio etc., face a quem os tenha ofendido. A liberdade, certamente, está submetida às convenções sociais e pode se verificar em maior ou menor grau, conforme o regime político que se adote. De qualquer forma, não existe liberdade absoluta, como também não o existe na própria natureza, pois todos estamos submetidos às regras de convívio com nossos semelhantes (ou seja, “sua liberdade termina onde começa a do outro”). Já a fraternidade é um sentimento e, como elemento subjetivo, não pode ser imposto e, assim, também não existe fraternidade absoluta. Jamais serei fraterno com um desafeto, pois isto dependeria de confiança. A fraternidade é um dos princípios muito utilizados pelo catolicismo, responsável pela dissolução do caráter dos povos e sua subserviência aos princípios universalistas.

Todavia, as palavras Liberdade, Igualdade, Fraternidade puseram em nossas fileiras, por intermédio de nossos agentes cegos, legiões inteiras de homens que arvoraram com entusiasmo nossos estandartes. Contudo, tais palavras eram os vermes que roíam a prosperidade dos não judeus, destruindo por toda a parte a paz, a tranquilidade, a solidariedade, minando todos os alicerces de seus Estados. Isto nos deu, entre outras coisas, a possibilidade de obter o triunfo mais importante, a abolição dos privilégios, a própria essência da aristocracia dos gentios, o único meio de defesa que tinham contra nós os povos e as nações {16}. Sobre as ruínas da aristocracia natural e hereditária, elevamos nossa aristocracia da inteligência e das finanças. Tomamos por critério desta nova aristocracia a riqueza, que depende de nós, e a ciência, que é dirigida por nossos sábios. 

{16} Um autor judeu reconhece isso, Jack London, quando escreve à página 206 do “Le Peuple de l’Abime”: “os grandes senhores feudais de antanho, gigantes louros da história, marchavam à frente nas batalhas. Sacrificavam sua pessoa, lutando duramente para ganhar suas esporas de ouro, fendendo os inimigos pelo meio. Havia mais nobreza em manejar a espada de gume de aço do que em enriquecer, como hoje, comodamente, sem riscos, à custa do embrutecimento humano e da exploração feroz dos párias da vida”.

Nosso triunfo foi ainda facilitado pelo fato de, nas nossas relações com os homens de quem precisamos, sabermos tocar as cordas mais sensíveis da alma humana: o cálculo, a avidez, a insaciabilidade dos bens materiais, todas essas fraquezas humanas, cada qual capaz de abafar o espírito de iniciativa, pondo a vontade dos homens à disposição de quem compra sua atividade.

A ideia abstrata da liberdade deu a possibilidade de persuadir as multidões que um governo não passa de gerente do proprietário do país, que é o povo, podendo-se mudá-lo como se muda de camisa. 

A removibilidade dos representantes do povo coloca-os à nossa disposição; eles dependem de nossa escolha.

Considerações e Conclusão

Note como isso não tem nada de teoria da conspiração com bem poder julgar os boçais e incautos que aderem a nova ordem rindo e se divertindo em suas orgias e desinteligência. E isso nem é um julgamento como o dos falsos judeus, mas uma dura realidade que vemos todo santo dia na vida das pessoas mais simples, mal instruídas desde sua infância, sendo doutrinadas e mantidas cativas até os dias de sua morte com ensinamentos e motivações pecaminosas em toda a programação que absorvem desde sempre. Além de sofrerem a vida toda numa pobreza eterna sem nunca perceber como somos sugados e fraudados sob o domínio de corruptos, gulosos e avarentos políticos no poder. Como se isso não bastasse, essas mesmas pessoas desprezadas pelos falsos judeus abraçam hipóteses mentirosas, crenças inúteis e praticam religiões mortas, definhando cada vez mais na obscuridade. Politicamente defendem homens fracos moralmente; partidos podres no que defendem e sem perceberem são como dedos de mãos sujas completando os intentos dos senhores do mundo. Usam a muitos como marionetes e massa de manobra; conduzindo a todos em seus caminhos planejados a séculos. Mas esses seres das trevas com tudo que carregam estão sendo desmascarados por quem Deus permitiu chegar tais informações em mãos e eu sou um destes! Combatamos as astúcias dos que servem a Satanás outorgando para si mesmos o título de "judeus". 

"E ao anjo da igreja em Esmirna, escreve: Isto diz o primeiro e o último, que foi morto, e reviveu:
Conheço as tuas obras, e tribulação, e pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que se dizem judeus, e não o são, mas são a sinagoga de Satanás." Apocalipse 2:8,9

Fontes:
Os Protocolos dos Sábios de Sião - Páginas 15-19

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Respondeu Jesus: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim." João 14:6




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