Páscoa Judaica, Cristã e Heresias Pagãs

Resolvi escrever este artigo pra deixar todas as informações possíveis sobre essa data especial comemorada em quase todo o mundo habitado e que por si só, aponta para o ato mais marcante da história da humanidade que antecede a morte do Cristo Bendito na cruz. Mas infelizmente, os homens foram corrompendo essa memória, como de costume e mudaram completamente seu sentido, adicionando explicações, interpretações e elementos que fogem dos fundamentos reais desse fato histórico e principalmente do seu sentido espiritual e mensagem da parte de Deus nas Escrituras; que foi de onde ela foi conhecida. Antes de continuar eu sempre peço encarecidamente que você, querido leitor e leitora, me ajude nessa jornada apenas visitando rapidamente os parceiros que usam nossos espaços para divulgar produtos e serviços e também se inscreva em nosso blog e canal para ficar melhor informado e não perca de vista as atualizações.

A Páscoa não a ver com coelho e chocolate e sim com cordeiro sacrificado e ervas amargas. Imagem: The Torá



Origem da História da Páscoa Judaica e Cristã

No Antigo Testamento

A Páscoa judaica é comemorada anualmente no dia 14 de nissan (ou nisã), pelo fato de que a primeira Páscoa comemorada pelos judeus, enquanto eram escravos no Egito, aconteceu nos dias 14 e 15 de nissan, há cerca de 3500 anos. A primeira Páscoa aconteceu no contexto da escravidão dos hebreus no Egito. Sim, a origem legítima da história da Páscoa remete às Escrituras na ocasião em que o povo esteve cativo no Egito e foram libertos conforme até hoje consta nas mesmas no livro de Êxodo e o povo manteve as celebrações até nossos dias. Segue o texto com as ordens de Deus ao povo estabelecendo essa data:

"E falou o Senhor a Moisés e a Arão na terra do Egito, dizendo: Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano. Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família. Mas se a família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu vizinho perto de sua casa, conforme o número das almas; cada um conforme ao seu comer, fareis a conta conforme ao cordeiro. O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras. E o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará à tarde. E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem. E naquela noite comerão a carne assada no fogo, com pães ázimos; com ervas amargosas a comerão. 

Não comereis dele cru, nem cozido em água, senão assado no fogo, a sua cabeça com os seus pés e com a sua fressura. E nada dele deixareis até amanhã; mas o que dele ficar até amanhã, queimareis no fogo. Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do Senhor. E eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e em todos os deuses do Egito farei juízos. Eu sou o Senhor. E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito. E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.





Sete dias comereis pães ázimos; ao primeiro dia tirareis o fermento das vossas casas; porque qualquer que comer pão levedado, desde o primeiro até ao sétimo dia, aquela alma será cortada de Israel. E ao primeiro dia haverá santa convocação; também ao sétimo dia tereis santa convocação; nenhuma obra se fará neles, senão o que cada alma houver de comer; isso somente aprontareis para vós. Guardai pois a festa dos pães ázimos, porque naquele mesmo dia tirei vossos exércitos da terra do Egito; pelo que guardareis a este dia nas vossas gerações por estatuto perpétuo. No primeiro mês, aos catorze dias do mês, à tarde, comereis pães ázimos até vinte e um do mês à tarde. Por sete dias não se ache nenhum fermento nas vossas casas; porque qualquer que comer pão levedado, aquela alma será cortada da congregação de Israel, assim o estrangeiro como o natural da terra. Nenhuma coisa levedada comereis; em todas as vossas habitações comereis pães ázimos.

Chamou pois Moisés a todos os anciãos de Israel, e disse-lhes: Escolhei e tomai vós cordeiros para vossas famílias, e sacrificai a páscoa. Então tomai um molho de hissopo, e molhai-o no sangue que estiver na bacia, e passai-o na verga da porta, e em ambas as ombreiras, do sangue que estiver na bacia; porém nenhum de vós saia da porta da sua casa até à manhã. Porque o Senhor passará para ferir aos egípcios, porém quando vir o sangue na verga da porta, e em ambas as ombreiras, o Senhor passará aquela porta, e não deixará o destruidor entrar em vossas casas, para vos ferir. Portanto guardai isto por estatuto para vós, e para vossos filhos para sempre. E acontecerá que, quando entrardes na terra que o Senhor vos dará, como tem dito, guardareis este culto. E acontecerá que, quando vossos filhos vos disserem: Que culto é este?

Então direis: Este é o sacrifício da páscoa ao Senhor, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas. Então o povo inclinou-se, e adorou. E foram os filhos de Israel, e fizeram isso como o Senhor ordenara a Moisés e a Arão, assim fizeram. E aconteceu, à meia-noite, que o Senhor feriu a todos os primogênitos na terra do Egito, desde o primogênito de Faraó, que se sentava em seu trono, até ao primogênito do cativo que estava no cárcere, e todos os primogênitos dos animais. E Faraó levantou-se de noite, ele e todos os seus servos, e todos os egípcios; e havia grande clamor no Egito, porque não havia casa em que não houvesse um morto.
Então chamou a Moisés e a Arão de noite, e disse: Levantai-vos, saí do meio do meu povo, tanto vós como os filhos de Israel; e ide, servi ao Senhor, como tendes dito.

Levai também convosco vossas ovelhas e vossas vacas, como tendes dito; e ide, e abençoai-me também a mim. E os egípcios apertavam ao povo, apressando-se para lançá-los da terra; porque diziam: Todos seremos mortos. E o povo tomou a sua massa, antes que levedasse, e as suas amassadeiras atadas em suas roupas sobre seus ombros." Êxodo 12:1-34





Foram os judeus que receberam essa ordenança de Deus a princípio e até hoje eles celebram essa cerimônia, mantendo viva suas memórias e história como povo de Deus. A Páscoa judaica é inaugurada com o Sêder, isto é, um jantar no qual as famílias judaicas reúnem-se para relembrar e celebrar a libertação do povo hebreu. O jantar é realizado dentro de uma estrutura litúrgica que inclui: a leitura do Hagadá, um livro que contém a história de libertação dos hebreus; e o consumo dos alimentos, cada qual com sua ordem específica. Durante o jantar, uma série de alimentos é consumida, e cada um deles possui uma simbologia distinta. Vejamos o que cada alimento significa:

Matsá: é um pão sem fermento. Na tradição hebraica, os judeus, quando foram autorizados a saírem do Egito, não conseguiram esperar o pão fermentar, e, por isso, ele é feito de uma massa bem fina.

Vinho: é um vinho especial para Pessach e que também não é fermentado. São servidas quatro taças de vinho durante o Sêder.

Zeroá: é pedaço de osso com carne que foi tostado e simboliza o sacrifício.

Maror: é uma raiz amarga que simboliza a amargura do tempo da escravidão. A alface (chazeret) também é utilizada para simbolizar essa amargura.

Charósset: é uma pasta que mistura maça, uva e nozes (pode ter também tâmaras, canela e vinho). Simboliza a argamassa que era usada pelos judeus para fazer tijolos.

Água salgada: simboliza as lágrimas e o suor derramado pelos judeus durante a escravidão. É usada para o consumo de batatas cozidas.

Beitzá: é o ovo cozido que simboliza a esperança pela recuperação do Templo de Salomão. Simboliza também o luto pela destruição do templo.

Esses são os alimentos consumidos durante o jantar que inaugura a Páscoa judaica, mas os judeus cozinham e consomem outros pratos também, como o Guelfite fish, um bolinho de peixe com uma cenoura em cima.





No Novo Testamento

Como você pode ver, não tem nenhum coelho, nem ovos de chocolate ou coisa do tipo. Invencionismo humano. Mas a Páscoa também foi celebrada por Cristo e sofreu modificações leves e adotando símbolos que passam do cordeiro preparado com ervas amargas para o pão e suco da vide que representam o corpo de Cristo oferecido por nós em sacrifício e seu sangue derramado para nos purificar e também sua ressurreição confirmando a vida eterna para os que nEle creem. O evento ocorreu na mesma comemoração judaica do livramento no Egito e tem um cumprimento simbólico e mensagem espiritual profunda. Segue o texto no Novo Testamento: 

"Chegou, porém, o dia dos ázimos, em que importava sacrificar a páscoa. E mandou a Pedro e a João, dizendo: Ide, preparai-nos a páscoa, para que a comamos. E eles lhe perguntaram: Onde queres que a preparemos? E ele lhes disse: Eis que, quando entrardes na cidade, encontrareis um homem, levando um cântaro de água; segui-o até à casa em que ele entrar. E direis ao pai de família da casa: O Mestre te diz: Onde está o aposento em que hei de comer a páscoa com os meus discípulos? Então ele vos mostrará um grande cenáculo mobilado; aí fazei preparativos. E, indo eles, acharam como lhes havia sido dito; e prepararam a páscoa. E, chegada a hora, pôs-se à mesa, e com ele os doze apóstolos.

E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça; porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de Deus. E, tomando o cálice, e havendo dado graças, disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós; porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o reino de Deus. E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lhe, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós." Lucas 22:7-20

A ceia passou a simbolizar a morte e ressurreição de Cristo focada nos elementos do pão e suco da vide. Imagem: Pe. João Carlos



Cristo como atestado por João o Batista, já cumpria o cordeiro que seria sacrificado pela humanidade. Trazendo não só o simbolismo do sacrifício feito pelos sacerdotes; como também o cordeiro sacrificado no Egito onde as famílias passou o sangue nos umbrais das portas das casas e o anjo da morte não os amaldiçoou. Ainda hoje, todas as igrejas cristãs no mundo que celebram esse ato, usam os símbolos do pão e do vinho e participam em memória do ato de Cristo entregando sua vida por toda a humanidade para que o perdão dos pecados de todo pecador arrependido possam ser perdoados. É o livramento de Deus para a humanidade da morte certa e da condenação eterna. 

Elementos Extras na Páscoa

Em várias antigas culturas espalhadas no Mediterrâneo, no Leste Europeu e no Oriente, observamos que o uso do ovo como presente era algo bastante comum. Em geral, esse tipo de manifestação acontecia quando os fenômenos naturais anunciavam a chegada da primavera. Não por acaso, vários desses ovos eram pintados com algumas gravuras que tentavam representar algum tipo de planta ou elemento natural. Em outras situações, o enfeite desse ovo festivo era feito através do cozimento deste junto a alguma erva ou raiz impregnada de algum corante natural. Atravessando a Antiguidade, este costume ainda se manteve vivo entre as populações pagãs que habitavam a Europa durante a Idade Média. Nesse período, muitos desses povos realizavam rituais de adoração para Ostera, a deusa da Primavera. Em suas representações mais comuns, observamos esta deusa pagã representada na figura de uma mulher que observava um coelho saltitante enquanto segurava um ovo nas mãos. Nesta imagem há a conjunção de três símbolos (a mulher, o ovo e o coelho) que reforçavam o ideal de fertilidade comemorado entre os pagãos.

A entrada desses símbolos para o conjunto de festividades cristãs católicas aconteceu com a organização do Concilio de Niceia, em 325 d.C.. Neste período, os clérigos tinham a expressa preocupação de ampliar o seu número de fiéis por meio da adaptação de algumas antigas tradições e símbolos religiosos a outros eventos relacionados ao ideário cristão. A partir de então, observaríamos a pintura de vários ovos com imagens de Jesus Cristo e sua mãe, Maria. No auge do período medieval, nobres e reis de condição mais abastada costumavam comemorar a Páscoa presenteando os seus com o uso de ovos feitos de ouro e cravejados de pedras preciosas. Até que chegássemos ao famoso (e bem mais acessível!) ovo de chocolate, foi necessário o desenvolvimento da culinária e, antes disso, a descoberta do continente americano. 

Ao entrarem em contato com os maias e astecas, os espanhóis foram responsáveis pela divulgação desse alimento sagrado no Velho Mundo. Somente duzentos anos mais tarde, os culinaristas franceses tiveram a ideia de fabricar os primeiros ovos de chocolate da História. Depois disso, a energia desse calórico extrato retirado da semente do cacau também reforçou o ideal de renovação sistematicamente difundido nessa época. E assim foi corrompido em muitos lugares do mundo e ao longo da história a narrativa e sentido da Páscoa. Triste... Sem contar que ao longo dos anos; mesmo as igrejas protestantes e tradicionais foram abrindo mão da pureza em Cristo e aderindo a esse feriado, começaram a entrar na onda dos pagãos, sem sequer saber as origens por trás de como essa Páscoa idolátrica e católica foi preenchida com esses elementos. 





Considerações e Conclusão

Não vejo pecado ou problema em se aproveitar as delícias vendidas nesse dia; afinal, podemos comer de tudo dando graças a Deus e pagando com nosso honesto dinheiro e ninguém tem nada com isso. O problema reside em se comer com o mesmo sentimentos que as pessoas devotam a essa data apenas e desconhecendo o real sentido e história da data; focam apenas no coelho inútil engraçadinho fofinho ao invés do Cristo crucificado e ressurreto e nos chocolates e doces. Mas comer chocolates apenas por comer; como eu faço, não vejo problema algum: 

"Comei de tudo quanto se vende no açougue, sem perguntar nada, por causa da consciência. Porque a terra é do Senhor e toda a sua plenitude. E, se algum dos infiéis vos convidar, e quiserdes ir, comei de tudo o que se puser diante de vós, sem nada perguntar, por causa da consciência. Mas, se alguém vos disser: Isto foi sacrificado aos ídolos, não comais, por causa daquele que vos advertiu e por causa da consciência; porque a terra é do Senhor, e toda a sua plenitude. Digo, porém, a consciência, não a tua, mas a do outro. Pois por que há de a minha liberdade ser julgada pela consciência de outrem?

E, se eu com graça participo, por que sou blasfemado naquilo por que dou graças? Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus. Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus. Como também eu em tudo agrado a todos, não buscando o meu próprio proveito, mas o de muitos, para que assim se possam salvar." 1 Coríntios 10:25-33

Assim sendo, podemos comer por simples desejo de comer essas iguarias, agradecendo a Deus por elas sem que participemos de algum ato pagão de adoração a deuses vãos ou demônios. Ainda mais quando mulheres e homens cristãos fabricam essas delícias. Haverão sempre os extremistas religiosos que ainda tentarão atropelar as verdades bíblicas e nos acusar de estar cultuando alguma divindade, mas quanto a isso não tem como fazer muita coisa senão apenas ensinar segundo a Palavra de Deus. E quanto a mensagem que a verdadeira Páscoa traz em todos os sentidos é que Deus foi amoroso com seu povo no Egito e os libertou com mão poderosa naquela noite fatídica e de dor para os egípcios e cumprindo suas promessas os tirou de lá e conduziu para a terra prometida desde Abraão. 

Para nós cristãos; tanto admiramos o que Deus fez ao seu povo; como o adoramos por suas maravilhas e em Cristo celebramos sempre lembrando pelo registro das Escrituras seu ato incondicional de, sendo Deus, despir-se de Sua glória, se fazer homem e participando da humanidade, se entregar até a morte de Cruz, levando sobre Si nossos pecados e sentença de morte sem nada dever. O verdadeiro Cordeiro de Deus revelado a Abraão no monte Moriá... O Cordeiro imolado nos sacrifícios pelos pecados no templo e o Cordeiro pascal do livramento da morte. Ele ressuscitou e vivo está! E quem entende o sentido disso tudo: CELEBRE! Quem já creu e participa da Sua obra de salvação e regeneração: COMEMORE! Porque um dia Ele voltará para nos levar e participaremos uma vez mais com Ele pessoalmente na Grande Ceia com todos os salvos! 

"E, comendo eles, tomou Jesus pão e, abençoando-o, o partiu e deu-lhe, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo. E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lhe; e todos beberam dele. E disse-lhes: Isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que por muitos é derramado. Em verdade vos digo que não beberei mais do fruto da vide, até àquele dia em que o beber, novo, no reino de Deus." Marcos 14:22-25

"Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos. E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus." Apocalipse 19:7-9

Fontes:

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