NOM - Plano Mundial Sionista - ATA II

Quando soube que eram judeus envolvidos nesse plano de um Estado maior ou uma nova ordem mundial, conhecendo a história desse povo dentro das Escrituras Sagradas eu realmente fiquei espantado, mas pesquisando melhor, pude perceber que não existe apenas um povo judeu e sim, diversas linhagens e descendentes de outros povos que possuem o título de "judeus"; mas mesmo sabendo diferenciar quem são os sionistas denunciados nesse grande esquema terrível, é inconcebível que pessoas tenham tanta determinação e fanatismo para atropelar tudo e todos em nome de uma crença distorcida mesmo olhando para as Escrituras. Judeus foram chamados em Abraão para levar o restante das nações ao conhecimento de Deus e não agir por conta própria usando de toda a maldade possível e com ódio no coração até mesmo vendo outros seres como eles com animais ou algo pior ainda. Antes de continuar, peço que dê um pulinho nos parceiros por aqui e leia sempre todos os artigos sobre esse tema para não ficar perdido nas revelações. 


A Nova Ordem Mundial para frustração dos críticos de "conspiracionistas", já é uma realidade séria! Imagem: RedeTV



As guerras econômicas são a base da supremacia judaica. A administração visível e os Conselheiros Secretos. O êxito das doutrinas destruidoras. A assimilação na política. O papel da imprensa. O preço do ouro e o valor das vítimas judaicas.

Obs: Citações em azul são comentários do autor do livro. 

Precisamos que as guerras não deem, tanto quanto possível, vantagens territoriais. Transportada, assim, a guerra para o terreno econômico, as nações verão a força da nossa supremacia, e tal situação porá ambas as partes à disposição de nossos agentes internacionais, que têm milhares de olhos e que nenhuma fronteira pode deter. Então, nossos direitos internacionais apagarão os direitos nacionais, no sentido próprio da expressão, governando os povos, do mesmo modo que o direito civil dos estados regula as relações entre seus súditos {17}.

{17} Um bom e atual exemplo do sistema de guerra sionista é a questão do Golfo Pérsico. Uma nação soberana, Iraque, invade outra nação soberana, o Kuwait, procurando legitimar a posse sobre território que considera seu por direito. Tratam-se de dois povos árabes, capazes de resolver entre si seus próprios conflitos. Entretanto, a ONU, através de seu “guardião universal”, os EUA, atenta contra a soberania de ambos, pretendendo resolver o conflito que não lhe diz respeito. Resulta num teatro de demonstração de força tecnológica (porque força militar suas tropas não têm), que não intimida o inimigo iraquiano. Resolve-se, então, pelos embargos econômicos, pela influência política, pelo boicote comercial, que são os únicos terrenos em que os sionistas têm força realmente.

Eles claramente se propõem a evitar guerras por territórios como acontecia na antiguidade e recentemente tem havido um barulho enorme entre Rússia e Ucrânia e empurraram as nações para guerras econômicas, onde qualquer desentendimento entre elas e alguém tome atitudes fora de controle como Putin, eles logo sancionam economicamente e castigam com tributos pesados ou evitam comprar e vender para determinado líder e seu país. Isso em detrimento dos povos inocentes envolvidos. Foram eles que criaram esse sistema de guerra sem tiros ou invasões com maiores percas, destruição e prejuízos para seus planos de controle.  





Os administradores, escolhidos por nós no povo, em razão de suas aptidões servis, não serão indivíduos preparados para a administração do país. Assim, facilmente se tornarão peões em nosso jogo nas mãos de nossos sábios e geniais conselheiros, de nossos especialistas, educados desde a infância para  administrar os negócios do mundo inteiro {18}. 

{18} De fato, é muito difícil vermos dirigentes políticos judeus; são eles normalmente os conselheiros e ministros dos governantes fantoches. Isto porque não podem ser responsabilizados diretamente pelas suas trapaças, preferindo que seus comandados, facilmente substituíveis, levem a culpa por seus péssimos conselhos...

Sabeis que nossos especialistas reuniram as informações necessárias para administrar segundo nossos planos, tirando-as das experiências da história de todos os acontecimentos notáveis. Os gentios não se guiam pela prática de observações imparciais tiradas da história, mas pela rotina teórica, incapaz de atingir qualquer resultado real. Deixemo-los acreditar na importância das leis científicas que lhes inculcamos - meras teorias. É com este fim que constantemente aumentamos por intermédio de nossa imprensa sua confiança cega nessas leis. A classe intelectual dos gentios ficará cheia de orgulho com esses conhecimentos e, sem os examinar logicamente, porá em ação todos os dados dessa ciência reunidos pelos nossos agentes para guiar seu espírito pelo rumo que precisamos. Não julgueis nossas afirmações sem base; reparai no êxito que soubemos criar para o Darwinismo, o Marxismo, o "Nietzschismo" {19}. 

{19} Eis um ponto contraditório. A princípio, porque a doutrina de Nietzsche não é utópica, ainda que verse quase que exclusivamente sobre o reino das teorias, sobre a Vontade humana de se tornar um semideus, senhor de seu próprio destino. Também, porque Nietzsche não era judeu, apesar de ter, em determinado texto, manifestado apreço pelo espírito de unidade do povo judaico através da história, coisa que fez somente porque desejava para seu próprio povo, o alemão, semelhante unidade, a fim evitar a dissolução de sua nação. Não compartilhou jamais dos métodos dessa unidade judaica. Prova disto é que sua obra influenciou em muito, e ainda influencia, o espírito nacional-socialista e nacional revolucionário.





Pelo menos para nós, a influência deletéria dessas tendências deve ser evidente {20}. 

{20} René Guenon observou e estudou admiravelmente esta questão da ciência que nos é imposta de acordo com os “Protocolos”. Vide “Orient et Occident”, pág. 20: “Negando ou ignorando todo conhecimento puro ou supra racional, a ciência abriu o caminho que devia levar logicamente, dum lado, ao positivismo e ao agnosticismo, que produzem a mais estreita limitação da inteligência e seu objeto; do outro, a todas as teorias sentimentalistas e voluntariosas que se esforçam em criar no infra racional o que a razão não lhes pode dar”. Idem, pág. 65: “A meia ciência assim adquirida (pela vulgarização) é mais nefasta do que a ignorância pura e simples, pois mais vale nada saber do que estar com o espírito abarrotado de ideias falsas...” Em “La Crise du Monde Moderne”, pág. 173: “Toda a ciência profana que se desenvolveu no decurso dos últimos séculos não passa dum estudo do mundo sensível, nele se encerra exclusivamente e seus métodos somente se aplicam a esse domínio. Ora, esses métodos são proclamados científicos, com exclusão de quaisquer outros, o que equivale a negar toda ciência que não se refira às causas materiais”. Idem, pág. 177: “Os modernos, em geral, não concebem outra ciência senão a das coisas que se medem, contam e pesam, isto é, em resumo, das coisas materiais”.

Temos a necessidade de contar com as ideias, os caracteres, as tendências modernas dos povos, para não cometermos erros na política e na administração dos negócios. Nosso sistema, cujas partes podem ser dispostas diferentemente segundo os povos que encontremos em nosso caminho, somente pode dar resultado se sua aplicação prática for baseada nos resultados do passado confrontados com o presente. 

Os Estados modernos possuem uma grande força criadora: a imprensa. O papel da imprensa consiste em indicar as reclamações que se dizem indispensáveis, dando a conhecer as reclamações do povo, criando descontentes e sendo seu órgão. A imprensa encarna a liberdade da palavra. Mas os Estados não souberam utilizar essa força e ela caiu em nossas mãos {21}. 

{21} O domínio dos sionistas na imprensa, agências de informação, de publicidade e distribuição de livros e jornais é notório. Só no Brasil, por exemplo, podemos elencar a influência dos Moretzsohn (agência Estadão), dos Frias (agência Folha da Manhã), da Time-Life (organizações Globo), da família Abravanel (Sistema Brasileiro de Telecomunicações) , entre muitos e muitos outros.

Por ela, ajuntamos o ouro em nossas mãos, a despeito das torrentes de sangue e de lágrimas que nos custou consegui-lo... Resgatamos isso, sacrificando muitos dos nossos. Cada uma de nossas vítimas, diante de Deus, vale milhares de gentios.

Considerações e Conclusão

Um plano tão meticulosamente e maldosamente engenhado com rastros evidentes pelo mundo, confirmando muito do que nele há, não pode ser simplesmente criação de um anti semita qualquer. Evidências assustadoras demais para qualquer pesquisador como eu que não sou perito em história mas consigo analisar fatos reais e comparando com os dados perceber sua antiguidade e como as coisas se desenrolaram até aqui. Apesar das convulsões que já começam acontecer contra esses camaradas, ele lograram muito êxito até aqui e criaram raízes profundas nos mais altos escalões importantes dentro das mais diversas áreas com seu jeito corrupto e medonho de corromper as pessoas por seus desejos e paixões infames. Deus nos desperte com relação a todas essas movimentações e nos acorde do sono da indolência e nos faça viver uma vida em real combate contra o mal que se manifesta também no mundo dos homens que se deixam ser usados pelo Inimigo de nossas almas. Que deixemos nossos vícios mais escravizadores e nos rendamos ao Deus Eterno buscando em Sua Palavra direção e libertação para não sermos contados com os tolos que passam suas vidas a toa na frente de uma fonte de mal e torpezas que dissecam sua existência e os levam a ser servos do pecado e massa de manobra incauta e sem noção do perigo. Assim são muitos, assim nos veem esses falsos judeus... 

"Depois os principais dos sacerdotes e os fariseus formaram conselho, e diziam: Que faremos? porquanto este homem faz muitos sinais. Se o deixamos assim, todos crerão nele, e virão os romanos, e tirar-nos-ão o nosso lugar e a nação." João 11:47,48

Infelizmente alguns judeus profundamente incrédulos, cegos e buscadores de honras e lugares prestigiosos sempre deram trabalho e fizeram todo o possível para se estabelecerem; matando até mesmo o Cristo bendito que foi enviado primeiramente para eles... 

Fontes:
Protocolos dos Sábios de Sião - Páginas 20 e 21

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