NOM - Plano Mundial Sionista - ATA III

O que seria a Nova Ordem? Existe realmente um plano de governo único ou tudo não passa de uma mera teoria da conspiração? Se realmente existem os tais "senhores do mundo"; o que estariam fazendo? Quem seriam eles? Eles possuem realmente autoridade e poder de influenciar as nações? São perguntas que muitos fazem ao saber das primeiras informações a esse respeito e mesmo eu fui um dos que não compreendia nada sobre e vivia na superficialidade da vida por longos 20 anos; até encontrar a fonte mais sublime de toda sabedoria benéfica e salutar para toda a humanidade: Bíblia Sagrada. A partir da obediência aos mandamentos de Deus e ensinamentos de Jesus Cristo revelados nela eu comecei  a passar por uma transformação de caráter e moralidade e me tornei um novo homem, fugindo da corrupção e mirando meu destino eterno reservado em Cristo. Passei a pregar o Evangelho visando salvar outras vidas da condenação eterna promulgada por Deus na sentença contra os que desobedecem a Deus e achava isso suficiente. Mas comecei a entender a preciosidade de todos os conhecimentos como Salomão e a orar por sabedoria e entendimento em tudo que fosse necessário e agradasse a Deus e nessa jornada descobri coisas que jamais imaginaria existirem. Um plano maligno em andamento desde a antiguidade nas mais multiformes maneiras de manifestação nos reinos dos homens! E por fim, estamos no século XXI e me deparo com os Protocolos dos ditos Sábios de Sião... Já visitou nossos anunciantes? Visite e continue com a leitura e também não deixe de ler outros artigos nessa teia terrível de planos e declarações maquiavélicas.


Muitos movimentos revolucionários e caóticos que bagunçaram a ordem em todos os sentidos, esses camaradas estiveram por trás. Imagem: SINTTEL ES



A serpente simbólica e sua significação. A Instabilidade do equilíbrio constitucional. O terror nos palácios. O poder e a ambição. As máquinas de falar dos parlamentos, os panfletos. Os abusos do poder. A escravidão econômica. A verdade do povo. Os açambarcadores e a aristocracia. O exército dos franco maçons judeus. A degenerescência dos gentios. A fome e o direito do capital. A vinda e a coroação do Senhor Universal. O objeto fundamental do programa das futuras escolas populares dos franco maçons. O segredo da ciência da ordem social. Crise econômica geral. Segurança dos Nossos. O despotismo dos franco maçons é o reinado da razão. Perda dum guia. A franco maçonaria e a grande revolução francesa. O rei déspota é do sangue de Sião. Causas da invulnerabilidade da franco maçonaria. O papel dos agentes secretos da franco maçonaria. A liberdade. 

Obs: Citações em azul são comentários do autor do livro. 

Posso hoje anunciar-vos que estamos perto do fim. Ainda um pouco de caminho e o círculo da Serpente Simbólica {22}, que representa nosso povo, será encerrado. Quando esse círculo se encerrar, todos os Estados estarão dentro dele, fortemente emoldurados. O equilíbrio constitucional será em breve destruído, porque o temos falseado, a fim de que não cesse de inclinar-se de um lado e outro até gastar-se completamente {23}.

{22} Nenhum símbolo conviria melhor ao judaísmo, no seu plano demoníaco, do que a serpente, o Nahasch bíblico, que tentou Eva no Paraíso. No Gênesis, quando Jacob amaldiçoa seus próprios filhos, querendo simbolizar a insídia traiçoeira de Dan, diz que ele é a “cobra escondida na poeira do caminho”.

{23} Esse equilíbrio é a famosa harmonia dos poderes, tão ao agrado dos constitucionalistas modernos. O poder, que é um só, foi dividido em três e, às vezes, em quatro: judiciário, legislativo, executivo, moderador. Na luta pela imposição da ordem ou dos interesses, fatal e naturalmente, um deles se hipertrofia e sobreleva os outros. Daí a situação falsa que se cria nos Estados, não correspondendo a realidade governamental nunca ao que teoricamente
a constituição preceitua.

No caso brasileiro, contamos com três poderes. Os cargos do legislativo e do executivo são, via de regra, eletivos, sendo apenas os do judiciário conquistados mediante concursos públicos, onde se analisa os conhecimentos e a competência dos pretendentes Desta forma, estando os cargos eletivos sujeitos ao sufrágio universal, logo se vê que os cargos estão sujeitos às paixões do povo, em sua maioria sem qualquer noção das necessidades reais de uma sociedade ou Estado. Entregam na mão de leigos e oportunistas o direito de criar as leis que vão regular um país, sem que eles sequer tenham conhecimentos na área; atribuem a um único elemento, geralmente eleito previamente pela mídia, o poder de aceitar ou não referidas leis, de atribuir lhes executoriedade conforme seus próprios desígnios, senão pelos desígnios de seus mandantes. Quanto ao judiciário, único órgão composto de pessoas com conhecimento da estrutura de um Estado, estão relegados apenas a fazer valer a lei, estando
esta correta ou não, limitados às suas atribuições. Não existe harmonia de poderes no sistema brasileiro, senão uma hierarquia, estando o judiciário em escala inferior, seguido pelo legislativo e pelo executivo, no topo. E, ainda que não se assuma, temos nosso poder moderador: a mídia e os lobbies econômicos, na mão de você-sabe-quem...





Infelizmente, para os gentios, as pessoas reinantes são rodeadas por seus prepostos, que fazem tolices e se deixam levar pelo seu poder sem controlo e sem responsabilidade {24}.

{24} Neste caso, trata-se de poder atribuído, ou seja, das concessões de ministérios, secretarias etc., que são feitas mais por conveniências político-partidárias que por competência dos atribuídos. O ruim disto é que, mesmo contra a vontade do povo, atingem o poder pessoas que não foram escolhidas pelos detentores da soberania, mas seus poderes são limitados apenas à força de algumas leis contornáveis e à vontade do executivo. Mais do que isso, sequer podem ser responsabilizados civil ou criminalmente por seus atos.

As pessoas reinantes, não tendo mais contato com seu povo, nada podem concertar com ele, fortalecendo-se contra indivíduos que aspiram ao poder. A força clarividente das pessoas reinantes e a força cega do povo, divididas por nós, perderam sua importância; separadas, são tão cegas como um cego sem o seu bordão. Para impedir os ambiciosos a abusar do poder, opusemos umas às outras todas as forças, desenvolvendo todas as suas tendências liberais para a independência... Encorajamos para esse fim todas as tendências, armamos todos os partidos e fizemos do poder o alvo de todas as ambições. Transformamos os Estados em arenas onde reinam os distúrbios...

{25} Dentro de pouco tempo, as desordens e bancarrotas surgirão por toda parte.

{25} Cf. E. Eberlin, escritor judeu, “Les Juifs”, pág. 191: “Os judeus estão em toda a parte. Não passam de 1% da população do globo terrestre e, todavia, são os iniciados e os primeiros adeptos de qualquer obra política, econômica e social”.

Os falastrões inesgotáveis transformaram as sessões do parlamento e as reuniões administrativas em prélios oratórios. Jornalistas audaciosos e panfletários cínicos atacam
diariamente o pessoal administrativo. Os abusos do poder, finalmente, prepararão a queda de todas as instituições e tudo será destruído pela multidão enlouquecida. Os povos estão mais escravizados ao trabalho pesado do que no tempo da servidão e da escravidão. É possível livrar-se dum modo ou de outro da escravidão e da servidão. É possível compactuar com ambas. Mas é impossível livrar-se da miséria. Os direitos que inscrevemos nas constituições são fictícios para as massas; não são reais {26}. 

{26} A Constituição Federal do Brasil assegura direitos como a liberdade, a dignidade, a saúde, o estudo, o trabalho, etc. Mas isto não significa nada no reino dos fatos, são apenas palavras bonitas... 

Todos esses pretensos direitos do povo somente podem existir no espírito e são para sempre
irrealizáveis. Que vale para o proletário curvado sobre o seu trabalho, esmagado pela sua triste sorte, o direito dado aos falastrões de falar, ou o direito concedido aos jornalistas de escrever toda espécie de absurdos misturados com coisas sérias, desde que o proletariado não tira das constituições outras vantagens senão as miseráveis que lhes lançamos de nossa mesa em troca dum sufrágio favorável às nossas prescrições, aos nossos prepostos e aos nossos agentes? Para o pobre diabo, os direitos republicanos são uma ironia amarga: a necessidade dum trabalho quase quotidiano não lhes permite gozá-los; em compensação, tiram-lhe a garantia dum ganho constante e certo, pondo-o na dependência das greves, dos patrões ou dos camaradas. 





Sob a nossa direção, o povo destruiu a aristocracia, que era sua protetora, porque seu interesse era inseparável do interesse do povo. Agora que a aristocracia foi destruída, ele caiu sob o jugo dos açambarcadores, dos velhacos enriquecidos, que o oprimem de modo impiedoso. Nós apareceremos ao operário como libertadores desse jugo, quando lhe propusermos entrar nas fileiras do exército de socialistas {27}, anarquistas e comunistas que sempre sustentamos sob o pretexto de solidariedade entre os membros de nossa franco maçonaria social. A aristocracia, que gozava de pleno direito do trabalho dos operários, tinha interesse em que os trabalhadores estivessem fartos, fossem sadios e fortes. Nosso poder reside na fome crônica, na fraqueza do operário, porque tudo isso o escraviza à nossa vontade, de modo que ele fique sem poder, força e energia de se opor a ela. A fome dá ao capital mais direitos sobre o operário do que a aristocracia recebia do poder real e legal.

{27} Em Michels, “Les Partis Politiques”, paris, 1914, pág. 180, etc.: “O movimento socialista contemporâneo, apesar de seu rótulo, de suas pretensões científicas e de sua fraseologia tomada de empréstimo aos costumes e ao gosto do tempo, deve ser considerado, do ponto de vista ideológico, como uma espécie de movimento messiânico, porquanto está imbuído de concepções judaicas, todo penetrado de espírito israelita e nele os judeus exercem tão grande papel que se pode dizer preponderantemente”.

Nosso interesse, ao contrário, é que os gentios se degenerem {28}. 

{28} A aristocracia zelava pela saúde de seus subalternos, os democratas (sionistas) querem a degeneração. Não existe verdade maior do que esta, pois enquanto no sistema ario ocidental mesmo os servos e escravos tinham sua dignidade, no sistema de raízes judaicas (capitalistas, comunistas, social-democratas e católico democratas) não existe o interesse de que a plebe tenha força suficiente para se livrar do jugo socioeconômico. Entretanto, é justamente o inverso que nos ensina a “história oficial”, imputando aos aristocratas e divinizando as conquistas sociais na era democrática e socialista. Aliás, cabe uma informação: a palavra aristocracia vem do grego áristos + kratía, sendo o segundo termo a designação de sistema de governo e o primeiro traduzindo, genericamente, ótimo, perfeito, nobre, cuja raiz origina-se, exatamente em arios, ou povo ariano. Designa o sistema de governo ancestral e natural deste povo, desta forma. A este respeito, é elucidativo o livro Cidade Antiga, de Fustel de Coulanges. 

Pela miséria e o ódio invejoso que dela resulta, manobramos as multidões e nos servimos de suas mãos para esmagar os que se oponham aos nossos desígnios. Quando chegar a hora de ser coroado nosso soberano universal, essas mesmas mãos varrerão todos os obstáculos que se lhe anteponham. Os gentios perderam o hábito de pensar fora de nossos conselhos científicos. Por isso, não enxergam a necessidade urgente de fazer o que nós faremos, quando chegar o nosso reinado, isto é, ensinar nas escolas primárias a primeira de todas as ciências, a única verdadeira das ciências da ordem social, da vida humana, da existência social, que exige a divisão do trabalho e, por conseguinte, a divisão dos homens em classes e condições.





É preciso que cada um saiba que não pode existir igualdade em virtude das diversas atividades a que cada qual é destinado; que todos não podem ser igualmente responsáveis perante a lei; que, por exemplo, a responsabilidade não é a mesma naquele que, pelos seus atos, compromete toda uma classe e naquele que somente atinge sua honra. A verdadeira ciência da ordem social, em cujo segredo não admitimos os gentios, mostraria a todos que o lugar e o trabalho de cada um devem ser diferentes, para que não haja uma fonte de tormentos em consequência da falta de correspondência entre a educação e o trabalho. Estudando esta ciência, os povos obedecerão de boa vontade aos poderes e à ordem social estabelecida por eles no Estado. Ao contrário, no estado atual da ciência, tal qual o fizemos, o povo, acreditando cegamente na palavra impressa, em consequência dos erros insinuados à sua ignorância, é inimigo de todas as condições que julga acima dele, porque não compreende a importância de cada condição.

Essa inimizade aumentará ainda em virtude da crise econômica que acabará por parar
as operações da Bolsa e a marcha da indústria. Quando criarmos, graças aos meios
ocultos de que dispomos por causa do ouro, que se acha totalmente em nossas mãos,
uma crise econômica geral, lançaremos às ruas multidões de operários, simultaneamente, em todos os países da Europa {29}. 

{29} As bolsas internacionais já estão começando a quebrar. Já não lhes basta a América e Europa, como fizeram em 1929 e podem repetir a qualquer momento. A recente quebra da bolsa asiática, bem como a crise que já atingiu as transações latino-americanas são um bom exemplo, mais esclarecedor ainda se vislumbrarmos, por detrás desses golpes, a figura de “megainvestidores” no porte de um George Soros, sendo desnecessário citar sua origem étnica.

Essas multidões pôr-se-ão com voluptuosidade a derramar o sangue daqueles que invejam desde a infância na simplicidade de sua ignorância e cujos bens poderão então saquear {30}. 

{30} Confira-se com o que se passou na Itália, antes de Mussolini; na Alemanha, antes de Hitler; na Inglaterra, na França, na Áustria, na Espanha, nos Estados Unidos. Compare-se com as várias marchas da fome em diversos países. Será possível negar a evidência do plano revelado dezenas de anos antes? 

Eles não tocarão nos nossos, porque conheceremos de antemão o momento do ataque e tomaremos medidas acauteladoras. Afirmamos que o progresso submeteria todos os gentios ao reinado da razão. Será esse o nosso despotismo, que saberá acalmar todas as agitações com justas severidades, extirpando o liberalismo de todas as instituições. Quando o povo viu que lhe faziam tantas concessões e complacências em nome da liberdade, julgou que era amo e senhor, e se lançou sobre o poder; porém, naturalmente foi de encontro, como um cego, a muitos obstáculos; pôs-se a procurar um guia, não teve a ideia de voltar ao antigo e depôs todos os poderes aos nossos pés. Lembrai-vos da revolução francesa: os segredos de sua preparação nos são bem conhecidos, porque ela foi totalmente a obra de nossas mãos {31}.

{31} À página 102 da notável obra “Le Temps de la Colère”, Valèry-Radot chama às revoluções liberais da Europa, sem exceção, “revoluções judaicas”. Tem toda a razão. O judeu Marcus Elias Ravage, num artigo do número de janeiro de 1928 do “Century Magazine” assegura; “Tomai as três principais revoluções dos tempos modernos, a revolução francesa, a norte-americana e a russa. Serão outra coisa senão o triunfo da idéia judaica de justiça social, política e econômica?”

Recorramos ao judeu Bernard Lazare, no “L’Antisémitisme”, vol I, pág. 247: “A Assembléia obedeceu ao espírito que a guiava desde suas origens, quando, a 27 de setembro de 1791, declarou que os judeus gozariam na França dos direitos de cidadãos...” No vol. II, págs. 7-8: “Esse decreto estava preparado de longa data. Era o resultado lógico dos esboços tentados desde alguns anos pelos judeus e os filósofos”. À página 48, completa suas magníficas revelações: “Antes de tudo, a Revolução Francesa foi uma revolução econômica. Se pode ser considerada o termo duma luta de classes, deve-se também ver nela o resultado duma luta entre duas formas do capital, o capital imobiliário e o capital móvel, o capital real e o capital industrial e agiota. Com a supremacia da nobreza, desapareceu a supremacia do capital rural, e a supremacia da burguesia permitiu a supremacia do capital industrial e agiota. A emancipação do judeu está ligada à história de preponderância desse capital industrial”.





Desde então, levamos o povo de decepção em decepção, a fim de que renunciem mesmo a nós, em proveito do rei déspota do sangue de Sião, que preparamos para o mundo. Atualmente, somos invulneráveis como força internacional, porque, quando nos atacam em um Estado, somos defendidos nos outros. A infinita covardia dos povos gentios, que rastejam diante da força, que são impiedosos para a fraqueza e os erros, porém indulgentes para os crimes, que não querem suportar as contradições da liberdade, que são pacientes até o martírio diante da violência dum despotismo ousado, tudo isso favorece nossa independência. Sofrem e suportam dos primeiros ministros de hoje abusos pelo menor dos quais teriam decapitado vinte reis. 

Esse fenômeno se explica pelo fato de fazerem esses ditadores - primeiros ministros - dizer baixinho ao povo que, se causam mal aos Estados, é com o fito de realizar a felicidade dos povos, direitos iguais para todos. Eis como o povo condena os justos e absolve os culpados. Nessas condições, o povo destrói toda estabilidade e cria desordens a cada passo.

A palavra liberdade põe as sociedades humanas em luta contra toda força, contra todo poder, mesmo o de Deus e o da natureza. Eis porque, no nosso domínio, excluiremos essa palavra do vocabulário humano por ser o princípio da brutalidade que transmuda as multidões em animais ferozes. É verdade que essas feras adormecem logo que se embriagam com sangue, sendo, então, fácil encadeá-las. Mas se não lhes der sangue, não adormecem e lutam {32}.

{32} Lede esta declaração do judeu bolchevista Lunatcharski: “Nós amamos os ódio! Devemos pregar o ódio. Só por Ele poderemos conquistar o mundo”

E para quem sempre zombou de tal "teoria da conspiração" como loucura, acho bom tomar as devidas providências quanto a salvação de sua vida e alma. Imagem: Record News



Considerações e Conclusão

São tantas informações e verdades comprovadas que fica complicado tecer qualquer comentário especificamente, mas eu aprendi que esses camaradas estão com suas mãos sujas mesmo no que diz respeito a toda doutrinação científica por trás do que engolimos desde nossa infância nas escolas, como no caso da doutrina do cosmos ateísta! Tudo se encaixa e faz sentido na medida que compreendo seus planos e intentos malignos! Tive contato com outras pessoas que já tinham acessado esse material antes e quando explanavam para mim essas questões eu realmente não compreendia 100% do que me falavam e no fundo sempre achava ser demais algo dessa natureza acontecer; mas olhando com mais atenção, mesmo para o que sempre li e estudei nas Escrituras, percebo que sim, a malignidade dos homens podem ir além da minha dócil e inocente compreensão! Não nos enganemos! Assim como Deus age por meio de pessoas de forma organizada e sistêmica para levar Sua menagem ao mundo e também para socorrer os necessitados, entre outras coisas boas e benéficas; Satanás também recruta pessoas das mais diversas seitas, movimentos e posicionamentos para seus fins perversos. A maioria destes como massa de manobra e outros em plena consciência de seus intentos e promessa de um reino falido e passageiro antes mesmo de começar. Que Deus desperte mais e mais pessoas dessas condições de doutrinação e submissão e entendam que não é uma disputa de classes, partidos e ideias, mas nossa liberdade e futuro... 

"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te."  2 Timóteo 3:1-5

Fontes:
Protocolos dos Sábios de Sião -  Páginas 22 - 25

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