Terra Plana - Prova 102 - Estação e Retrogradação dos Planetas

Infelizmente a metodologia de ensino e compreensão das hipóteses heliocentristas são um emaranhado confuso de informações sem fundamento ou no muito baseadas em achismos e observações que não podem ser realmente aquilo que os observadores estão achando ser. Isso acontece principalmente com os astros e estrelas acima de nossas cabeças; de forma que muitos interpretam que o mundo na verdade é uma esfera e essa ideia veio de longe mas nunca convenceu a todos. Samuel Birley Rowbotham se propõe a demonstrar como os movimentos aparentemente estranhos dos planetas (estrelas errantes) não tem nada a ver com a alegação de que a terra gira. E que mesmo suas órbitas são facilmente compreensíveis numa terra plana. Antes recomendo algumas leituras interessantes: 


Movimentos Retrógrados de Marte e Saturno acontecem sobre o plano naturalmente. Imagem: Robert Schwarz 


Os planetas são algumas vezes vistos se movendo de leste para oeste, algumas vezes de oeste para leste, e algumas vezes parecem parados, e por causa disso é defendido que "a hipótese do movimento da terra é natural e facilmente explicada e que seria em vão definir isso de outra maneira."  Para aqueles que adotam a teoria newtoniana, a linguagem acima é completamente natural, mas quando a verdadeira raiz do sistema está comprovadamente errônea, nós temos de procurar pela verdadeira causa do movimento que existe no céu, independente de qualquer hipótese ou consequência. Cuidadosas observações têm mostrado que o adiantamento, aparente repouso, e retro gradação de um planeta é simplesmente um resultado mecânico. Todas as órbitas estão sobre a terra. E onde quer que um espectador esteja em tal posição que o planeta se move da direita para a esquerda ele tem apenas que esperar que ele alcance o fim, ou parte de sua órbita próximo a ele, quando, o movimento se torna transversal ao outro lado da órbita. 





Ele irá, em um momento, passar em uma direção na qual a linha de visão é uma tangente. Uma boa ilustração pode ser vista em uma corrida de cavalos que tenha um percurso elíptico ou circular. Uma pessoa parada a uma distância fora do curso veria os cavalos vindo da direita para a esquerda, e passando em frente a ele para a esquerda, mas ao alcançar o extremo do arco, eles ficariam em uma direção, ou paralela, à linha de visão, e poderiam, portanto, parecer por um momento, não progredir, mas ao entrar no outro lado do percurso, pareceriam ao espectador se mover da esquerda para a direita, ou em uma direção contrária àquela na qual eles passaram primeiro antes dele. O seguinte diagrama, na figura 99, vai ilustrar isso.

Muito do que acontece no céu pode ser visto de forma diferente por cada observador no mundo.

A letra S representa o espectador. É evidente que um corpo passando de A para P, passaria em frente a ele da direita para a esquerda, mas durante sua passagem de P para T, pareceria não se mover no campo de visão. Ao chegar, entretanto, em T, ele seria visto se movendo da esquerda para a direita, mas de B para A, pareceria novamente estacionário.

Considerações e Conclusão

Obviamente que convencer um globolóide de que sua posição no plano terrestre interfere no modo como ele observa tudo nos céus é bem complicado; já que desde criança esta em sua mentalidade os movimentos da terra, mesmo que ele nunca tenha percebido de fato isso. Mas para quem conhece o esquema na terra plana e entende claramente as explicações de cientistas como Samuel Birley Rowbotham, obviamente que entenderá todo mistério que convenha entender. Fato é que a terra não esta nem girando em torno de eixo nenhum, e muito menos ao redor do sol em velocidade ainda maior. Muita fé e cegueira para acreditar nisso sem fatos concretos. Convido você a deixar sua opinião se já percebeu alguma vez na sua vida os movimentos da terra conforme ensinado pela pseudociência. Comente, compartilhe, se inscreva tanto aqui como no blog e receba artigos novos e vídeos publicados no canal Verdade Urgente. Deus abençoe sua vida! 

Fontes: 
Astronomia Zetética - Porque a terra não é um globo (Páginas 317, 318)




Comentários